MAS O TRAIDOR HAVIA COMBINADO UM SINAL COM ELES, INFORMANDO-LHES: AQUELE A QUEM EU SAUDAR COM UM BEIJO, ESSE É QUEM PROCURAIS, PRENDEI-O! ENTÃO APROXIMANDO-SE RAPIDAMENTE DE JESUS, DISSE-LHE JUDAS: EU TE SAUDO, Ó MESTRE! E LHE DEU UM BEIJO. JESUS, CONTUDO, LHE PERGUNTOU: AMIGO, PARA QUE VIESTE? NO MESMO INSTANTE OS HOMENS AVANÇARAM SOBRE JESUS E O PRENDERAM

 O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM 


MAS O TRAIDOR HAVIA COMBINADO UM SINAL COM ELES, INFORMANDO-LHES: AQUELE A QUEM EU SAUDAR COM UM BEIJO, ESSE É QUEM PROCURAIS, PRENDEI-O! ENTÃO APROXIMANDO-SE RAPIDAMENTE DE JESUS, DISSE-LHE JUDAS: EU TE SAUDO, Ó MESTRE! E LHE DEU UM BEIJO. JESUS, CONTUDO, LHE PERGUNTOU: AMIGO, PARA QUE VIESTE? NO MESMO INSTANTE OS HOMENS AVANÇARAM SOBRE JESUS E O PRENDERAM

 Tendo Jesus concluído esses ensinamentos, declarou aos seus discípulos: “Como sabeis, daqui a dois dias, a Páscoa será celebrada; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado”. Enquanto isso, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás. E fizeram um acordo para prender Jesus por meio de traição e matá-lo. Porém recomendaram: “Que isso não seja feito durante a festa, para que não ocorra grande alvoroço entre o povo”. Jesus é ungido para o sacrifício. E aconteceu que, estando Jesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso, chegou próximo dele uma mulher portando um frasco de alabastro, repleto de perfume caríssimo, e lhe derramou sobre a cabeça, enquanto ele estava reclinado à mesa. Diante daquela cena, os discípulos se indignaram e comentaram: “Por que este desperdício?Porquanto esse perfume poderia ser vendido por alto preço e o dinheiro dado aos pobres!” Percebendo isso, Jesus repreendeu-os: “Por que molestais esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. Pois, quanto aos pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tereis. Ao derramar sobre o meu corpo esse bálsamo, ela o fez como que preparando-me para o sepultamento. Com toda a certeza vos afirmo: Em todos os lugares do mundo, onde este evangelho for pregado, igualmente será contado o que essa mulher realizou, como um memorial a ela”. E aconteceu que um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ao encontro dos chefes dos sacerdotes e lhes propôs: “O que me dareis caso eu vo-lo entregue?” E lhe pagaram o preço: trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, procurava Judas uma ocasião apropriada para entregar Jesus. A Ceia do Senhor. No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e o consultaram: “Onde desejas que preparemos a refeição da Páscoa?” Ao que Jesus os orientou: “Ide à cidade, procurai um certo homem e falai a ele: ‘O Mestre manda dizer-te: É chegada a minha hora. Desejo celebrar a Páscoa em tua casa, juntamente com meus discípulos.’” Os discípulos fizeram como Jesus lhes havia instruído e prepararam a Páscoa. Ao pôr-do-sol, estava Jesus reclinado, próximo à mesa, com os Doze. E, durante a refeição, Jesus revelou: “Com toda a certeza vos afirmo que um dentre vós me trairá”. Essa declaração consternou a todos e começaram a indagar, um após outro: “Senhor! Porventura, serei eu?” Indicou-lhes Jesus: “Aquele que comeu juntamente comigo, do mesmo prato, este é o que vai me trair. O Filho do homem vai, como de fato está escrito a respeito dele. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria jamais haver nascido”. Então Judas, que haveria de consumar a traição, disse: “Acaso, seria eu, meu Mestre?” E Jesus afirmou-lhe: “Sim, tu o declaraste!” Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, deu graças, quebrou-o, e o deu aos seus discípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meu corpo”. Em seguida tomou um cálice, deu graças e o entregou aos seus discípulos, proclamando: “Bebei dele todos vós. Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. E vos afirmo que, de agora em diante, não mais tomarei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o novo vinho, convosco, no Reino de meu Pai”. E assim, após terem cantado um hino de louvor, saíram para o monte das Oliveiras. Jesus prediz a traição de Pedro. Então Jesus lhes revelou: “Ainda esta noite, todos vós me abandonareis. Pois assim está escrito: ‘Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão afugentadas’. Todavia, depois de ressuscitar, seguirei adiante de vós rumo à Galiléia”. Respondeu-lhe Pedro: “Ainda que venhas a ser motivo de escândalo para todos, eu jamais te abandonarei!” Replicou-lhe Jesus: “Com certeza te asseguro que, ainda nesta noite, antes mesmo que o galo cante, três vezes tu me negarás”. Então Pedro lhe declarou: “Mesmo que seja necessário que eu morra junto a ti, de modo algum te negarei!” E todos os discípulos fizeram a mesma afirmação. Seguiu Jesus com seus discípulos e chegando a um lugar chamado Getsêmani disse-lhes: “Assentai-vos por aqui, enquanto vou ali para orar”. Levou consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, e começando a entristecer-se ficou profundamente angustiado. Então compartilhou com eles dizendo: “A minha alma está sofrendo dor extrema, uma tristeza mortal. Permanecei aqui e vigiai junto a mim”. Seguindo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Ó meu Pai, se possível for, passa de mim este cálice! Contudo, não seja como Eu desejo, mas sim como Tu queres”. Mas, ao retornar à presença dos seus discípulos os encontrou dormindo e questionou a Pedro: “E então? Não pudestes vigiar comigo durante uma só hora? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca”. E afastando-se uma vez mais, orou dizendo: “Ó meu Pai, se este cálice não puder passar de mim sem que eu o beba, seja feita a tua vontade”. Quando voltou, entretanto, surpreendeu novamente seus discípulos dormindo, pois não suportaram os olhos pesados de sono. Então, retirou-se novamente, e foi orar pela terceira vez, proferindo as mesmas palavras. Passado algum tempo, voltou aos discípulos e indagou: “Ainda dormis e descansais? Eis que a hora é chegada! Agora o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos e sigamos! Eis que meu traidor está se aproximando”. Jesus é traído e preso. E, estando Ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos Doze, e trazia consigo uma grande multidão armada de espadas e porretes, vinda da parte dos chefes dos sacerdotes e dos líderes religiosos do povo. Mas o traidor havia combinado um sinal com eles, informando-lhes: “Aquele a quem eu saudar com um beijo, esse é quem procurais, prendei-o!” Então, aproximando-se rapidamente de Jesus, disse-lhe Judas: “Eu te saúdo, ó Mestre!” E lhe deu um beijo. Jesus, contudo, lhe perguntou: “Amigo, para que vieste?” No mesmo instante os homens avançaram sobre Jesus e o prenderam. Eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou a espada e ferindo o servo do sumo sacerdote, decepou-lhe uma das orelhas.
Mas Jesus lhe ordenou: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada pela espada morrerão! Ou imaginas tu que Eu, neste momento, não poderia orar ao meu Pai e Ele colocaria à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Entretanto, como então se cumpririam as Escrituras, que afirmam que tudo deve acontecer desta maneira?” E naquele mesmo instante Jesus se dirige às multidões indagando-lhes: “Lidero Eu algum tipo de rebelião, para que venham contra mim com espadas e porretes e me prendam? Pois todos os dias estive ensinando no templo e vós não me prendestes! Todavia, esses fatos todos ocorreram em cumprimento às Escrituras dos profetas”. E assim, todos os discípulos abandonaram a Jesus e fugiram. Jesus diante do tribunal. Então, os que prenderam Jesus o conduziram à presença de Caifás, o sumo sacerdote, em cuja residência estavam reunidos os mestres da lei e os anciãos. Contudo Pedro seguiu a Jesus de longe até o pátio do sumo sacerdote, entrou e sentou-se junto aos guardas, para sondar qual seria o fim daquela ocorrência. Mas os líderes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam tentando suscitar um falso testemunho contra Jesus, para que tivessem o direito de condená-lo à morte. Todavia, nada encontraram, apesar de se terem apresentado vários depoimentos inverídicos. Ao final, entretanto, compareceram duas testemunhas que alegaram: “Este homem afirmou: ‘Tenho poder para destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias’”. Então o sumo sacerdote levantou-se e interrogou a Jesus: “Não tens o que responder a estes que depõem contra ti?” Mas Jesus manteve-se em silêncio. Diante do que o sumo sacerdote lhe intimou: “Eu te coloco sob juramento diante do Deus vivo e exijo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” “Tu mesmo o declaraste”, afirmou-lhe Jesus. “Contudo, Eu revelo a todos vós: Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-Poderoso, vindo sobre as nuvens do céu!”
Diante disso, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes denunciando: “Ele blasfemou! Por que necessitamos de outras testemunhas? Eis que acabais de ouvir tal blasfêmia!” “Que vos parece?” Responderam eles: “Culpado e merecedor de morte é!” Neste momento, alguns cuspiram em seu rosto e o esmurravam, enquanto outros lhe desferiam tapas, vociferando: “Profetiza-nos, pois, ó Cristo, quem é que te bateu?” Quando Pedro negou a Jesus. Pedro encontrava-se assentado do lado de fora da casa, no pátio, quando uma criada, aproximando-se dele, afirmou: “Tu também estavas com Jesus, o galileu!” Ele, entretanto, negou a Jesus perante todos os presentes, declarando: “Não sei do que falas.” E, saindo em direção à entrada do pátio, foi ele reconhecido por outra criada, a qual o denunciou a todos que ali se achavam, exclamando: “Este homem estava com Jesus, o Nazareno!” Mas Pedro, sob juramento, o negou uma vez mais, afirmando: “Não conheço tal indivíduo”..
Algum tempo mais tarde, os que estavam ao redor aproximaram-se de Pedro e o acusaram: “Com toda a certeza és igualmente um deles, porquanto o teu modo de falar o denuncia”. Então, ele começou a jurar e a pedir a Deus que o amaldiçoasse caso não estivesse dizendo a verdade, e exclamou: “Não conheço esse homem!” No mesmo instante um galo cantou. E naquele momento, Pedro se lembrou da palavra de Jesus que lhe advertira: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.” E, deixando aquele lugar, chorou amargamente.” Mateus 26. Amém!



UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo santo. Eu o Espírito Santo do Grande e tremendo Deus Eu Sou, revelo a vós esse mistério. A falsidade ela anda lado-a-lado com a inveja. E falsidade junto com a inveja elas dão lugar para a traição. Jesus deixou o exemplo de judas para vós entenderem que existe judas no meio dos vossos convívios. Judas é sempre pessoas que vós conhecem, pessoas que vós confiam e Judas também pode ser pessoas de perto. Muitas vezes vós tem a necessidade de se desabafarem com alguém, vós desabafam com pessoas que vós confiam. E muitas das vezes essas pessoas são Judas. E vós não sabiam que a pessoa a quem vós confiavam os traiam. Mas, o Judas, o falso, o traidor sempre dá sinais mostrando quem eles são. O Judas sempre demonstra o que é através de sinais. Exemplo; quando vós dizem a um Judas algo bom que aconteceu nas vossas vidas, o Judas sempre tenta os colorarem para baixo. Quando vós dizem algo para o Judas que vós conquistaram, o Judas vai sempre rolar os olhos. E se vós disserem ao Judas que vós decidiram a estudar ou fazer uma viajar, o Judas vai sempre tentar os fazer desistirem das suas intenções, das suas ideias. O judas vem sempre com palavras mansas e cheias de conselhos; para os desanimarem. E os conselhos dos Judas são sempre cheios de falsidade e desejo que vos tropecem e caiam. A vida dos Judas a maioria das vezes são todas esculhambadas, mas ele sempre insiste em dar opiniões e conselhos nas vidas alheias.O propósito de Jesus ter sido traído por judas foi o propósito de Deus, para que vós viessem a serem  salvos, libertos, e recebessem vida eterna. Entendam, que amigo é só Jesus e mais ninguém. O exemplo que Jesus os deixou de Judas, foi um exemplo de um amigo. Porque Judas era uma pessoa do convívio de Jesus; Jesus escolheu Judas para ser um dos seus discípulos. E Jesus chamava Judas de Amigo. Sabe porque? Porque Jesus queria deixar claro para vós que quando vós escolhem pessoas para participarem do vosso convívio, estas pessoas são chamadas de amigos. E a vossa confiança é colocada nessas pessoas e elas passam a saber e a conhecer tudo sobre as vossas vidas. Mas, nem todas as pessoas são confiáveis, e nem todas as pessoas vós devem trazer para o vosso convívio. Agora, quando são pessoas de perto, é mais difícil de não te-las no vosso convívio. Vejamos o sinal da traição de Judas; Aquele a quem eu saudar com um beijo, esse é quem procurais, prendei-o! Então, aproximando-se rapidamente de Jesus, disse-lhe Judas: Eu te saúdo, ó Mestre! E lhe deu um beijo. Jesus, contudo, lhe perguntou: Amigo, para que vieste? No mesmo instante os homens avançaram sobre Jesus e o prenderam. O sinal de Judas nessa traição foram palavras mansas e um beijo. E Jesus o chamou de amigo. Entendam que mesmo Jesus sabendo quem Judas verdadeiramente era Ele ainda o considerava um amigo. Sabe porque? Para mostrar para vós que muitos sofrem com as amizades, porque mesmo sabendo quem elas verdadeiramente são vós não se afastam, vós ainda querem ficar perto, vós querem continuar confiando nas falsas amizades.  E por continuarem com amizades falsas, vós acabam sendo vendidos. Porque os vossos inimigos quando querem saber das vossas vidas, eles convidam o falso para um churrasco, para um almoço, para um café. E na mesa vem as perguntas sobre vós e sobre as vossas vidas. E o falso amigo conta tudo o que vós o contou, e ainda inventa algumas coisas para os vossos inimigos. o falso amigo os vendem por poucas coisas. Jesus também foi vendido por trinta moedas de prata: E aconteceu que um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ao encontro dos chefes dos sacerdotes e lhes propôs:
O que me dareis caso eu vo-lo entregue? E lhe pagaram o preço: trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, procurava Judas uma ocasião apropriada para entregar Jesus. Povo santo, quando Deus os afastam de alguém é porque Ele viu o que vós não viu e Ele ouviu o que vós não ouviu. Então, não tente trazer de volta para o vosso convívio pessoas que Jesus afastou, que Jesus tirou das vossas vidas. Porque Deus sabe quem é Judas e quem não é Judas. E Eu vós digo; que as pessoas falsas elas morrem sendo pessoas falsas. Porque a falsidade como a inveja é o inimigo que entra no coração daqueles que deixam ele entrar. E porque, para o falso é normal falar, é normal caluniar e é normal fofocar. Nunca que uma pessoa falsa vai fazer uma oração a Deus pedindo para ser liberta do espírito da falsidade, porque se ela orar Deus liberta; assim como Ele liberta um drogado, Deus também pode libertar da falsidade. Ouçam o que Jesus diz sobre a identidade do traidor: É aquele a quem Eu der este pedaço de pão molhado no prato. E tendo molhado o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão. Assim que Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. Saibam que o caráter do falso, do traídos se mostra sempre; quando ele fala mal de seus filhos, quando ele fala mal de sua família, quando ele fala mal de seus vizinhos, quando ele fala mal de seus parentes. O falso fala mal  de tudo e de todos, mas nos seus olhos ele não tem defeito nenhum. Eu, o Espírito Santo revelei para Davi sobre Judas e deixei registrado na palavra;  o Espírito Santo predisse por meio da boca de Davi, acerca de Judas, que serviu de guia aos que prenderam Jesus. Ele foi contado como um dos nossos e teve parte neste ministério. Com o pagamento que recebeu pelo seu pecado, Judas comprou um campo. Ali caiu de cabeça, seu corpo partiu-se ao meio, e as suas vísceras todas se derramaram. Todos em Jerusalém ficaram sabendo desse fato; de maneira que, na própria língua deles, essas terras passaram a se chamar Aceldama, que significa: Campo de Sangue. Eu vós digo mais; deixem ir das vossas vidas aqueles que são judas; quando Deus tirar dos vossos convívios e das vossas vidas. Porque Deus sabe o que está fazendo. E Ele não os quer vê chorar mais tarde.” Queridos somente creiam neste Deus glorioso! “Assim que o dia amanheceu, todos os chefes dos sacerdotes, e os líderes religiosos, anciãos do povo, conspiraram para condenar Jesus à morte. Então, amarrando-o, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. Judas com remorso suicida-se! E sucedeu que Judas, seu traidor, ao ver que Jesus havia sido condenado, sentiu terrível remorso e procurou devolver aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos as trinta moedas de prata. E declarou: “Pequei, pois traí sangue inocente”. Mas eles alegaram: “O que temos a ver com isso? Esta é tua questão!” Judas atirou então as moedas de prata dentro do templo e, abandonando aquele lugar, foi e enforcou-se. Entretanto, os chefes dos sacerdotes ajuntaram as moedas e comentaram: “É contra a lei depositarmos este dinheiro no cofre das ofertas, pois foi obtido a preço de sangue”.
Mas concordaram em usar aquelas moedas de prata para comprar o Campo do Oleiro, e formar um cemitério para estrangeiros. Por esse motivo ele se chama Campo de Sangue até estes dias. E assim se cumpriu o que fora anunciado pelo profeta Jeremias: “Então eles tomaram as trinta moedas de prata, o valor que lhe atribuíram os filhos de Israel. E as usaram para comprar o Campo do Oleiro, assim como o Senhor me havia indicado”. Jesus foi conduzido à presença do governador; e este o interrogou: “És tu o rei dos judeus?” Afirmou-lhe Jesus: “Tu o dizes”. Então, passou a ser acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, mas Ele nada respondeu. Foi quando lhe questionou Pilatos: “Não ouves a acusação que todos levantam contra Ti?” Jesus, entretanto, mantinha-se em absoluto silêncio; e, por isso, ficou o governador fortemente impressionado. Contudo, por ocasião da festa, era costume do governador dar liberdade a um prisioneiro escolhido pelo povo. Detinham eles, naqueles dias, um criminoso muito conhecido de todos, chamado Barrabás. Então, Pilatos dirigiu-se à multidão que ali se havia reunido e lhes propôs: “A quem desejais que eu vos solte, a Barrabás ou a este Jesus, que é chamado de Messias?” Isso porque tinha conhecimento de que o haviam entregado por inveja. E aconteceu que estando Pilatos sentado no trono do tribunal, sua esposa lhe enviou a seguinte mensagem: “Não faças nada contra este homem inocente; pois hoje, em sonho, muitas coisas sofri por causa dele”. Todavia, os chefes dos sacerdotes e os anciãos influenciaram a multidão para exigir o livramento de Barrabás e a execução de Jesus. Então, o governador entregou à multidão o dilema: “Qual dos dois homens quereis que eu vos deixe livre?” Exclamaram eles: “Barrabás!” Pilatos ainda questionou-lhes: “Se assim é, que farei de Jesus, que é chamado de Messias?” Bradaram todos: “Crucifica-o!” Outra vez insta Pilatos: “Por quê? Que crime cometeu este homem?” Apesar de tudo, a multidão esbravejava ainda mais furiosa: “Crucifica-o!” Percebendo Pilatos que não conseguia demover o povo, mas, ao contrário, um princípio de tumulto já era visível, ordenou que lhe trouxessem água, lavou as mãos diante da multidão e exclamou: “Estou inocente do sangue deste homem justo. Esta é uma questão vossa!” E todo o povo respondeu: “Caia sobre nossas cabeças o seu sangue, e sobre nossos filhos!” Diante disso, Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou que Jesus fosse flagelado e o entregou para ser crucificado. Jesus é humilhado e agredido. E sucedeu que os soldados do governador conduziram Jesus ao Pretório e agruparam toda a tropa ao redor dele. Despojaram-no de suas vestes e o cobriram com um manto vermelho vivo.
Trançaram uma coroa de espinhos e a forçaram sobre sua cabeça. Puseram em sua mão direita um caniço e, ajoelhando-se diante dele, escarneciam exclamando: “Salve! Salve! Ó Rei dos Judeus!”
Cuspiram nele e, tirando o caniço de sua mão, espancavam-lhe com ele a cabeça.
Depois de haverem zombado dele, despiram-lhe o manto e o vestiram com suas próprias roupas. Em seguida, o levaram para ser crucificado. A crucificação do Rei. Assim que saíram, encontraram um homem da cidade de Cirene, chamado Simão, e o obrigaram a carregar a cruz. 
Chegaram a um lugar conhecido como Gólgota, que significa Lugar da Caveira.
Deram-lhe para beber uma mistura de vinho com absinto; mas ele, depois de prová-la, negou-se a beber. E aconteceu que após sua crucificação, dividiram entre si as roupas que lhe pertenciam, jogando sortes. E se acomodaram ali, para o vigiar.
Acima de sua cabeça fixaram por escrito a acusação forjada contra ele: “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”. Dois ladrões foram crucificados com ele, um à sua direita e outro à sua esquerda. As pessoas que passavam lançavam-lhe impropérios, balançando a cabeça. E exclamavam: “Ó tu que destróis o templo e em três dias o reconstróis! Agora salva-te a ti mesmo. Desce desta cruz, se és o Filho de Deus!” Do mesmo modo, os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os anciãos zombavam dele, vociferando: “Salvou a muitos, mas a si mesmo não pode salvar-se. É o Rei de Israel! Desça agora da cruz, e passaremos a crer nele. Pregou sua confiança em Deus. Então que Deus o salve neste instante, se verdadeiramente por ele tem piedade, pois afirmou: “Sou Filho de Deus!’”. Igualmente o ultrajavam os ladrões que ao seu lado haviam sido também crucificados. A morte de Jesus na cruz. Então, profundas trevas caíram por sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde daquele dia. E, por volta das três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus, Meu Deus! Por que me abandonaste?” Mas alguns dos que ali estavam, ao ouvirem isso, comentaram: “Ele chama por Elias”. Sem demora, um deles correu em busca de uma esponja, embebeu-a em vinagre, colocou-a na ponta de um caniço, ergueu-a até Jesus e deu-lhe a beber. Entretanto, os outros o censuraram: “Deixa! Vejamos se Elias vem livrá-lo”. Então Jesus exclamou, uma vez mais, em alta voz e entregou o espírito. 
No mesmo instante, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra estremeceu, e fenderam-se as rochas. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que haviam morrido foram ressuscitados. E, deixando as sepulturas, logo após a ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram para muitas pessoas. E aconteceu que o centurião e os que com ele vigiavam a Jesus, vendo o terremoto e tudo o que se passava, foram tomados de grande pavor e gritaram: “É verdade! É verdade! Este era o Filho de Deus!”Estavam presentes várias mulheres, observando de longe; eram discípulas, que vinham seguindo Jesus desde a Galiléia, para o servirem. Entre as quais estavam Maria Madalena; Maria, mãe de Tiago e de José; e a mãe dos filhos de Zebedeu. O sepultamento do corpo de Jesus. Ao pôr-do-sol chegou um homem rico, de Arimatéia, por nome José, o qual havia se tornado discípulo de Jesus. Teve ele uma audiência com Pilatos para pedir-lhe o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue. Então, José tomou o corpo e o envolveu com um lençol limpo de linho.
E o colocou em um sepulcro novo, o qual ele próprio havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se. Estavam ali, assentadas em frente ao sepulcro, Maria Madalena e a outra Maria. Pilatos manda vigiar o sepulcro. No dia seguinte, isto é, no sábado, reuniram-se os principais sacerdotes e os fariseus e foram até Pilatos e argumentaram: “Senhor, recordamo-nos de que aquele enganador, enquanto vivia, prometeu: ‘Passados três dias ressuscitarei’. Manda, portanto, que o sepulcro dele seja guardado até o terceiro dia, para que não venham seus discípulos e, raptando o corpo, proclamem ao povo que ele ressuscitou dentre os mortos. E esta derradeira fraude cause mais dano do que a primeira”. Ao que ordenou Pilatos: “Levai convosco um destacamento! Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer”. Seguindo eles, organizaram um sistema de segurança ao redor do sepulcro. E além de manterem um destacamento em plena vigilância, lacraram a pedra.” Mateus 27:1-66🙏


endo Deus Eu Sou, revelo a vós esse mistério. A falsidade ela anda lado-a-lado com a inveja. E falsidade junto com a inveja elas dão lugar para a traição. Jesus deixou o exemplo de judas para vós entenderem que existe judas no meio dos vossos convívios. Judas é sempre pessoas que vós conhecem, pessoas que vós confiam e Judas também pode ser pessoas de perto. Muitas vezes vós tem a necessidade de se desabafarem com alguém, vós desabafam com pessoas que vós confiam. E muitas das vezes essas pessoas são Judas. E vós não sabiam que a pessoa a quem vós confiavam os traiam. Mas, o Judas, o falso, o traidor sempre dá sinais mostrando quem eles são. O Judas sempre demonstra o que é através de sinais. Exemplo; quando vós dizem a um Judas algo bom que aconteceu nas vossas vidas, o Judas sempre tenta os colorarem para baixo. Quando vós dizem algo para o Judas que vós conquistaram, o Judas vai sempre rolar os olhos. E se vós disserem ao Judas que vós decidiram a estudar ou fazer uma viajar, o Judas vai sempre tentar os fazer desistirem das suas intenções, das suas ideias. O judas vem sempre com palavras mansas e cheias de conselhos; para os desanimarem. E os conselhos dos Judas são sempre cheios de falsidade e desejo que vos tropecem e caiam. A vida dos Judas a maioria das vezes são todas esculhambadas, mas ele sempre insiste em dar opiniões e conselhos nas vidas alheias.O propósito de Jesus ter sido traído por judas foi o propósito de Deus, para que vós viessem a serem  salvos, libertos, e recebessem vida eterna. Entendam, que amigo é só Jesus e mais ninguém. O exemplo que Jesus os deixou de Judas, foi um exemplo de um amigo. Porque Judas era uma pessoa do convívio de Jesus; Jesus escolheu Judas para ser um dos seus discípulos. E Jesus chamava Judas de Amigo. Sabe porque? Porque Jesus queria deixar claro para vós que quando vós escolhem pessoas para participarem do vosso convívio, estas pessoas são chamadas de amigos. E a vossa confiança é colocada nessas pessoas e elas passam a saber e a conhecer tudo sobre as vossas vidas. Mas, nem todas as pessoas são confiáveis, e nem todas as pessoas vós devem trazer para o vosso convívio. Agora, quando são pessoas de perto, é mais difícil de não te-las no vosso convívio. Vejamos o sinal da traição de Judas; Aquele a quem eu saudar com um beijo, esse é quem procurais, prendei-o! Então, aproximando-se rapidamente de Jesus, disse-lhe Judas: Eu te saúdo, ó Mestre! E lhe deu um beijo. Jesus, contudo, lhe perguntou: Amigo, para que vieste? No mesmo instante os homens avançaram sobre Jesus e o prenderam. O sinal de Judas nessa traição foram palavras mansas e um beijo. E Jesus o chamou de amigo. Entendam que mesmo Jesus sabendo quem Judas verdadeiramente era Ele ainda o considerava um amigo. Sabe porque? Para mostrar para vós que muitos sofrem com as amizades, porque mesmo sabendo quem elas verdadeiramente são vós não se afastam, vós ainda querem ficar perto, vós querem continuar confiando nas falsas amizades.  E por continuarem com amizades falsas, vós acabam sendo vendidos. Porque os vossos inimigos quando querem saber das vossas vidas, eles convidam o falso para um churrasco, para um almoço, para um café. E na mesa vem as perguntas sobre vós e sobre as vossas vidas. E o falso amigo conta tudo o que vós o contou, e ainda inventa algumas coisas para os vossos inimigos. o falso amigo os vendem por poucas coisas. Jesus também foi vendido por trinta moedas de prata: E aconteceu que um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ao encontro dos chefes dos sacerdotes e lhes propôs: O que me dareis caso eu vo-lo entregue? E lhe pagaram o preço: trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, procurava Judas uma ocasião apropriada para entregar Jesus. Povo santo, quando Deus os afastam de alguém é porque Ele viu o que vós não viu e Ele ouviu o que vós não ouviu. Então, não tente trazer de volta para o vosso convívio pessoas que Jesus afastou, que Jesus tirou das vossas vidas. Porque Deus sabe quem é Judas e quem não é Judas. E Eu vós digo; que as pessoas falsas elas morrem sendo pessoas falsas. Porque a falsidade como a inveja é o inimigo que entra no coração daqueles que deixam ele entrar. E porque, para o falso é normal falar, é normal caluniar e é normal fofocar. Nunca que uma pessoa falsa vai fazer uma oração a Deus pedindo para ser liberta do espírito da falsidade, porque se ela orar Deus liberta; assim como Ele liberta um drogado, Deus também pode libertar da falsidade. Ouçam o que Jesus diz sobre a identidade do traidor: É aquele a quem Eu der este pedaço de pão molhado no prato. E tendo molhado o pedaço de pão, deu-o a Judas Iscariotes, filho de Simão. Assim que Judas comeu o pão, Satanás entrou nele. Saibam que o caráter do falso, do traídos se mostra sempre; quando ele fala mal de seus filhos, quando ele fala mal de sua família, quando ele fala mal de seus vizinhos, quando ele fala mal de seus parentes. O falso fala mal  de tudo e de todos, mas nos seus olhos ele não tem defeito nenhum. Eu, o Espírito Santo revelei para Davi sobre Judas e deixei registrado na palavra;  o Espírito Santo predisse por meio da boca de Davi, acerca de Judas, que serviu de guia aos que prenderam Jesus. Ele foi contado como um dos nossos e teve parte neste ministério. Com o pagamento que recebeu pelo seu pecado, Judas comprou um campo. Ali caiu de cabeça, seu corpo partiu-se ao meio, e as suas vísceras todas se derramaram. Todos em Jerusalém ficaram sabendo desse fato; de maneira que, na própria língua deles, essas terras passaram a se chamar Aceldama, que significa: Campo de Sangue. Eu vós digo mais; deixem ir das vossas vidas aqueles que são judas; quando Deus tirar dos vossos convívios e das vossas vidas. Porque Deus sabe o que está fazendo. E Ele não os quer vê chorar mais tarde.” Queridos somente creiam neste Deus glorioso! “Assim que o dia amanheceu, todos os chefes dos sacerdotes, e os líderes religiosos, anciãos do povo, conspiraram para condenar Jesus à morte. Então, amarrando-o, levaram-no e o entregaram a Pilatos, o governador. Judas com remorso suicida-se! E sucedeu que Judas, seu traidor,
ao ver que Jesus havia sido condenado, sentiu terrível remorso e procurou devolver aos chefes dos sacerdotes e aos anciãos as trinta moedas de prata. E declarou: “Pequei, pois traí sangue inocente”. Mas eles alegaram: “O que temos a ver com isso? Esta é tua questão!” Judas atirou então as moedas de prata dentro do templo e, abandonando aquele lugar, foi e enforcou-se. Entretanto, os chefes dos sacerdotes ajuntaram as moedas e comentaram: “É contra a lei depositarmos este dinheiro no cofre das ofertas, pois foi obtido a preço de sangue”.Mas concordaram em usar aquelas moedas de prata para comprar o Campo do Oleiro, e formar um cemitério para estrangeiros. Por esse motivo ele se chama Campo de Sangue até estes dias. E assim se cumpriu o que fora anunciado pelo profeta Jeremias: “Então eles tomaram as trinta moedas de prata, o valor que lhe atribuíram os filhos de Israel. E as usaram para comprar o Campo do Oleiro, assim como o Senhor me havia indicado”. Jesus foi conduzido à presença do governador; e este o interrogou: “És tu o rei dos judeus?” Afirmou-lhe Jesus: “Tu o dizes”. Então, passou a ser acusado pelos chefes dos sacerdotes e pelos anciãos, mas Ele nada respondeu. Foi quando lhe questionou Pilatos: “Não ouves a acusação que todos levantam contra Ti?” Jesus, entretanto, mantinha-se em absoluto silêncio; e, por isso, ficou o governador fortemente impressionado. Contudo, por ocasião da festa, era costume do governador dar liberdade a um prisioneiro escolhido pelo povo. Detinham eles, naqueles dias, um criminoso muito conhecido de todos, chamado Barrabás. Então, Pilatos dirigiu-se à multidão que ali se havia reunido e lhes propôs: “A quem desejais que eu vos solte, a Barrabás ou a este Jesus, que é chamado de Messias?” Isso porque tinha conhecimento de que o haviam entregado por inveja. E aconteceu que estando Pilatos sentado no trono do tribunal, sua esposa lhe enviou a seguinte mensagem: “Não faças nada contra este homem inocente; pois hoje, em sonho, muitas coisas sofri por causa dele”. Todavia, os chefes dos sacerdotes e os anciãos influenciaram a multidão para exigir o livramento de Barrabás e a execução de Jesus. Então, o governador entregou à multidão o dilema: “Qual dos dois homens quereis que eu vos deixe livre?” Exclamaram eles: “Barrabás!” Pilatos ainda questionou-lhes: “Se assim é, que farei de Jesus, que é chamado de Messias?” Bradaram todos: “Crucifica-o!” Outra vez insta Pilatos: “Por quê? Que crime cometeu este homem?” Apesar de tudo, a multidão esbravejava ainda mais furiosa: “Crucifica-o!” Percebendo Pilatos que não conseguia demover o povo, mas, ao contrário, um princípio de tumulto já era visível, ordenou que lhe trouxessem água, lavou as mãos diante da multidão e exclamou: “Estou inocente do sangue deste homem justo. Esta é uma questão vossa!” E todo o povo respondeu: “Caia sobre nossas cabeças o seu sangue, e sobre nossos filhos!” Diante disso, Pilatos soltou-lhes Barrabás, mandou que Jesus fosse flagelado e o entregou para ser crucificado. Jesus é humilhado e agredido. E sucedeu que os soldados do governador conduziram Jesus ao Pretório e agruparam toda a tropa ao redor dele. Despojaram-no de suas vestes e o cobriram com um manto vermelho vivo.
Trançaram uma coroa de espinhos e a forçaram sobre sua cabeça. Puseram em sua mão direita um caniço e, ajoelhando-se diante dele, escarneciam exclamando: “Salve! Salve! Ó Rei dos Judeus!”
Cuspiram nele e, tirando o caniço de sua mão, espancavam-lhe com ele a cabeça.
Depois de haverem zombado dele, despiram-lhe o manto e o vestiram com suas próprias roupas. Em seguida, o levaram para ser crucificado. A crucificação do Rei. Assim que saíram, encontraram um homem da cidade de Cirene, chamado Simão, e o obrigaram a carregar a cruz. 
Chegaram a um lugar conhecido como Gólgota, que significa Lugar da Caveira.
Deram-lhe para beber uma mistura de vinho com absinto; mas ele, depois de prová-la, negou-se a beber. E aconteceu que após sua crucificação, dividiram entre si as roupas que lhe pertenciam, jogando sortes. E se acomodaram ali, para o vigiar.
Acima de sua cabeça fixaram por escrito a acusação forjada contra ele: “ESTE É JESUS, O REI DOS JUDEUS”. Dois ladrões foram crucificados com ele, um à sua direita e outro à sua esquerda. As pessoas que passavam lançavam-lhe impropérios, balançando a cabeça. E exclamavam: “Ó tu que destróis o templo e em três dias o reconstróis! Agora salva-te a ti mesmo. Desce desta cruz, se és o Filho de Deus!” Do mesmo modo, os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os anciãos zombavam dele, vociferando: “Salvou a muitos, mas a si mesmo não pode salvar-se. É o Rei de Israel! Desça agora da cruz, e passaremos a crer nele. Pregou sua confiança em Deus. Então que Deus o salve neste instante, se verdadeiramente por ele tem piedade, pois afirmou: “Sou Filho de Deus!’”. Igualmente o ultrajavam os ladrões que ao seu lado haviam sido também crucificados. A morte de Jesus na cruz. Então, profundas trevas caíram por sobre toda a terra, do meio-dia às três horas da tarde daquele dia. E, por volta das três horas da tarde, Jesus clamou com voz forte: “Eloí, Eloí, lamá sabactâni?”, que significa “Meu Deus, Meu Deus! Por que me abandonaste?” Mas alguns dos que ali estavam, ao ouvirem isso, comentaram: “Ele chama por Elias”. Sem demora, um deles correu em busca de uma esponja, embebeu-a em vinagre, colocou-a na ponta de um caniço, ergueu-a até Jesus e deu-lhe a beber. Entretanto, os outros o censuraram: “Deixa! Vejamos se Elias vem livrá-lo”. Então Jesus exclamou, uma vez mais, em alta voz e entregou o espírito. No mesmo instante, o véu do santuário rasgou-se em duas partes, de alto a baixo. A terra estremeceu, e fenderam-se as rochas. Os sepulcros se abriram, e os corpos de muitos santos que haviam morrido foram ressuscitados. E, deixando as sepulturas, logo após a ressurreição de Jesus, entraram na cidade santa e apareceram para muitas pessoas. E aconteceu que o centurião e os que com ele vigiavam a Jesus, vendo o terremoto e tudo o que se passava, foram tomados de grande pavor e gritaram: “É verdade! É verdade! Este era o Filho de Deus!”Estavam presentes várias mulheres, observando de longe; eram discípulas, que vinham seguindo Jesus desde a Galiléia, para o servirem. Entre as quais estavam Maria Madalena; Maria, mãe de Tiago e de José; e a mãe dos filhos de Zebedeu. O sepultamento do corpo de Jesus. Ao pôr-do-sol chegou um homem rico, de Arimatéia, por nome José, o qual havia se tornado discípulo de Jesus. Teve ele uma audiência com Pilatos para pedir-lhe o corpo de Jesus, e Pilatos ordenou que lhe fosse entregue. Então, José tomou o corpo e o envolveu com um lençol limpo de linho. E o colocou em um sepulcro novo, o qual ele próprio havia mandado cavar na rocha. E, fazendo rolar uma grande pedra sobre a entrada do sepulcro, retirou-se. Estavam ali, assentadas em frente ao sepulcro, Maria Madalena e a outra Maria. Pilatos manda vigiar o sepulcro. No dia seguinte, isto é, no sábado, reuniram-se os principais sacerdotes e os fariseus e foram até Pilatos e argumentaram: “Senhor, recordamo-nos de que aquele enganador, enquanto vivia, prometeu: ‘Passados três dias ressuscitarei’. Manda, portanto, que o sepulcro dele seja guardado até o terceiro dia, para que não venham seus discípulos e, raptando o corpo, proclamem ao povo que ele ressuscitou dentre os mortos. E esta derradeira fraude cause mais dano do que a primeira”. Ao que ordenou Pilatos: “Levai convosco um destacamento! Ide e guardai o sepulcro como melhor vos parecer”. Seguindo eles, organizaram um sistema de segurança ao redor do sepulcro. E além de manterem um destacamento em plena vigilância, lacraram a pedra.” Mateus 27:1-66



🇮🇷UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA O POVO DO PAÍS DO IRÃ

“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do país do Irã. Deus ouviu as vossas orações, Deus ouviu as vossas súplicas, e Deus ouviu as vossas petições. Deus está vendo as dificuldades que vós estão passando e Deus sabe dos vossos sofrimentos. E Deus tem comtemplado a opressão que os líderes do vosso país tem colocando sobre vós, mas, Deus fará a sua cobrança. Agora, não deixem que homens os apavorem porque quem os guardam é o vosso Deus. O vosso país viverá tempos difíceis, e por isso é necessário que vós continuam buscando a Deus, porque o nos tempos difíceis vós serão luzes dissipando a escuridão, levando a palavra de Deus a todos aqueles que Deus os direcionarem. O vosso país tem afrontado Israel, o povo de Deus, e Deus não esta gostando. Mas, Deus irá fazer o vosso país entrar em uma grande guerra junto com muitas nações que levantaram contra Israel. Mas, assim como Deus derrotou Faraó e o seu exército, Deus irá derrotar todas as nações que se levantarem contra Israel. Mas primeiro, acontecera guerras por toda a terra para depois Deus destruir os inimigos de Israel. Agora acalme os vossos corações e confiam no vosso Deus. Porque Ele é convosco. Queridos, somente confiam neste Deus forte e poderoso! “O Senhor é o meu pastor; nada me falta. Em verdes prados me faz descansar, e para águas tranquilas me guia em paz. Restaura-me o vigor e conduz-me nos caminhos da justiça por amor do seu Nome. Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal algum, pois tu estás comigo; a tua vara e o teu cajado me protegem. Tu prepararás um banquete para mim na presença dos meus inimigos; me honrarás, A felicidade e a misericórdia certamente me acompanharão todos os dias da minha vida; e habitarei na Casa do Senhor por dias sem fim.” Salmos 23:1-6🇮🇷

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