E ACONTECEU QUE, ESTANDO JESUS EM BETÂNIA, NA CASA DE SIMÃO, O LEPROSO, CHEGOU PRÓXIMO DELE UMA MULHER PORTANDO UM FRASCO DE ALABASTRO, REPLETO DE PERFUME CARÍSSIMO, E LHE DERRAMOU SOBRE A CABEÇA, ENQUANTO ELE ESTAVA RECLINADO À MESA. DIANTE DAQUELA CENA, OS DISCÍPULOS SE INDIGNARAM E COMENTARAM: POR QUE ESTE DESPERDÍCIO? PORQUANTO ESSE PERFUME PODERIA SER VENDIDO POR ALTO PREÇO E O DINHEIRO DADO AOS POBRES! PERCEBENDO ISSO, JESUS REPREENDEU-OS: POR QUE MOLESTAIS ESTÁ MULHER? ELA PRATICOU UMA BOA AÇÃO PARA COMIGO. POIS, QUANTO AOS POBRES, SEMPRE OS TENDES CONVOSCO, MAS A MIM NEM SEMPRE ME TEREIS. AO DERRAMAR SOBRE O MEU CORPO ESSE BÁLSAMO, ELA O FEZ COMO QUE PREPARANDO-ME PARA O SEPULTAMENTO. COM TODA A CERTEZA VOS AFIRMO: EM TODOS OS LUGARES DO MUNDO, ONDE ESTE EVANGELHO FOR PREGADO, IGUALMENTE SERÁ CONTADO O QUE ESSA MULHER REALIZOU, COMO UM MEMORIAL A ELA.
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
E ACONTECEU QUE, ESTANDO JESUS EM BETÂNIA, NA CASA DE SIMÃO, O LEPROSO, CHEGOU PRÓXIMO DELE UMA MULHER PORTANDO UM FRASCO DE ALABASTRO, REPLETO DE PERFUME CARÍSSIMO, E LHE DERRAMOU SOBRE A CABEÇA, ENQUANTO ELE ESTAVA RECLINADO À MESA. DIANTE DAQUELA CENA, OS DISCÍPULOS SE INDIGNARAM E COMENTARAM: POR QUE ESTE DESPERDÍCIO? PORQUANTO ESSE PERFUME PODERIA SER VENDIDO POR ALTO PREÇO E O DINHEIRO DADO AOS POBRES! PERCEBENDO ISSO, JESUS REPREENDEU-OS: POR QUE MOLESTAIS ESTÁ MULHER? ELA PRATICOU UMA BOA AÇÃO PARA COMIGO. POIS, QUANTO AOS POBRES, SEMPRE OS TENDES CONVOSCO, MAS A MIM NEM SEMPRE ME TEREIS. AO DERRAMAR SOBRE O MEU CORPO ESSE BÁLSAMO, ELA O FEZ COMO QUE PREPARANDO-ME PARA O SEPULTAMENTO. COM TODA A CERTEZA VOS AFIRMO: EM TODOS OS LUGARES DO MUNDO, ONDE ESTE EVANGELHO FOR PREGADO, IGUALMENTE SERÁ CONTADO O QUE ESSA MULHER REALIZOU, COMO UM MEMORIAL A ELA.
“Tendo Jesus concluído esses ensinamentos, declarou aos seus discípulos: “Como sabeis, daqui a dois dias, a Páscoa será celebrada; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado”. Enquanto isso, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás. E fizeram um acordo para prender Jesus por meio de traição e matá-lo. Porém recomendaram: “Que isso não seja feito durante a festa, para que não ocorra grande alvoroço entre o povo”. Jesus é ungido para o sacrifício. E aconteceu que, estando Jesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso, chegou próximo dele uma mulher portando um frasco de alabastro, repleto de perfume caríssimo, e lhe derramou sobre a cabeça, enquanto ele estava reclinado à mesa. Diante daquela cena, os discípulos se indignaram e comentaram: “Por que este desperdício? Porquanto esse perfume poderia ser vendido por alto preço e o dinheiro dado aos pobres!” Percebendo isso, Jesus repreendeu-os: “Por que molestais esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. Pois, quanto aos pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tereis. Ao derramar sobre o meu corpo esse bálsamo, ela o fez como que preparando-me para o sepultamento. Com toda a certeza vos afirmo: Em todos os lugares do mundo, onde este evangelho for pregado, igualmente será contado o que essa mulher realizou, como um memorial a ela”. O pacto da traição. E aconteceu que um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ao encontro dos chefes dos sacerdotes e lhes propôs: “O que me dareis caso eu vo-lo entregue?” E lhe pagaram o preço: trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, procurava Judas uma ocasião apropriada para entregar Jesus. A Ceia do Senhor. No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e o consultaram: “Onde desejas que preparemos a refeição da Páscoa?” Ao que Jesus os orientou: “Ide à cidade, procurai um certo homem e falai a ele: ‘O Mestre manda dizer-te: É chegada a minha hora. Desejo celebrar a Páscoa em tua casa, juntamente com meus discípulos.’” Os discípulos fizeram como Jesus lhes havia instruído e prepararam a Páscoa. Jesus revela o traidor. Ao pôr-do-sol, estava Jesus reclinado, próximo à mesa, com os Doze. E, durante a refeição, Jesus revelou: “Com toda a certeza vos afirmo que um dentre vós me trairá”. Essa declaração consternou a todos e começaram a indagar, um após outro: “Senhor! Porventura, serei eu?” Indicou-lhes Jesus: “Aquele que comeu juntamente comigo, do mesmo prato, este é o que vai me trair. O Filho do homem vai, como de fato está escrito a respeito dele. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria jamais haver nascido”. Então Judas, que haveria de consumar a traição, disse: “Acaso, seria eu, meu Mestre?” E Jesus afirmou-lhe: “Sim, tu o declaraste!” A Ceia do Senhor. Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, deu graças, quebrou-o, e o deu aos seus discípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meu corpo”. Em seguida tomou um cálice, deu graças e o entregou aos seus discípulos, proclamando: “Bebei dele todos vós. Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. E vos afirmo que, de agora em diante, não mais tomarei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o novo vinho, convosco, no Reino de meu Pai”. E assim, após terem cantado um hino de louvor, saíram para o monte das Oliveiras. Jesus prediz a traição de Pedro
Então Jesus lhes revelou: “Ainda esta noite, todos vós me abandonareis. Pois assim está escrito: ‘Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão afugentadas’. Todavia, depois de ressuscitar, seguirei adiante de vós rumo à Galiléia”. Respondeu-lhe Pedro: “Ainda que venhas a ser motivo de escândalo para todos, eu jamais te abandonarei!” Replicou-lhe Jesus: “Com certeza te asseguro que, ainda nesta noite, antes mesmo que o galo cante, três vezes tu me negarás”. Então Pedro lhe declarou: “Mesmo que seja necessário que eu morra junto a ti, de modo algum te negarei!” E todos os discípulos fizeram a mesma afirmação. Jesus ora no Getsêmani. Seguiu Jesus com seus discípulos e chegando a um lugar chamado Getsêmani disse-lhes: “Assentai-vos por aqui, enquanto vou ali para orar”. Levou consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, e começando a entristecer-se ficou profundamente angustiado. Então compartilhou com eles dizendo: “A minha alma está sofrendo dor extrema, uma tristeza mortal. Permanecei aqui e vigiai junto a mim”. Seguindo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Ó meu Pai, se possível for, passa de mim este cálice! Contudo, não seja como Eu desejo, mas sim como Tu queres”. Mas, ao retornar à presença dos seus discípulos os encontrou dormindo e questionou a Pedro: “E então? Não pudestes vigiar comigo durante uma só hora? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca”. E afastando-se uma vez mais, orou dizendo: “Ó meu Pai, se este cálice não puder passar de mim sem que eu o
beba, seja feita a tua vontade.” Quando voltou, entretanto, surpreendeu novamente seus discípulos dormindo, pois não suportaram os olhos pesados de sono. Então, reste novamente, e foi orar pela terceira vez, proferindo as mesmas palavras. Passado algum tempo, voltou aos discípulos e indagou: “Ainda dormis e descansais? Eis que a hora é chegada! Agora o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos e sigamos! Eis que meu traidor está se aproximando”. Jesus é traído e preso. E, estando Ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos Doze, e trazia consigo uma grande multidão armada de espadas e porretes, vinda da parte dos chefes dos sacerdotes e dos líderes religiosos do povo. Mas o traidor havia combinado um sinal com eles, informando-lhes: “Aquele a quem eu saudar com um beijo, esse é quem procurais, prendei-o!” Então, aproximando-se rapidamente de Jesus, disse-lhe Judas: “Eu te saúdo, ó Mestre!” E lhe deu um beijo. Jesus, contudo, lhe perguntou: “Amigo, para que vieste?” No mesmo instante os homens avançaram sobre Jesus e o prenderam. Eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou a espada e ferindo o servo do sumo sacerdote, decepou-lhe uma das orelhas. Mas Jesus lhe ordenou: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada pela espada morrerão! Ou imaginas tu que Eu, neste momento, não poderia orar ao meu Pai e Ele colocaria à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Entretanto, como então se cumpririam as Escrituras, que afirmam que tudo deve acontecer desta maneira?” E naquele mesmo instante Jesus se dirige às multidões indagando-lhes: “Lidero Eu algum tipo de rebelião, para que venham contra mim com espadas e porretes e me prendam? Pois todos os dias estive ensinando no templo e vós não me prendestes! Todavia, esses fatos todos ocorreram em cumprimento às Escrituras dos profetas”. E assim, todos os discípulos abandonaram a Jesus e fugiram. Jesus diante do tribunal. Então, os que prenderam Jesus o conduziram à presença de Caifás, o sumo sacerdote, em cuja residência estavam reunidos os mestres da lei e os anciãos. Contudo Pedro seguiu a Jesus de longe até o pátio do sumo sacerdote, entrou e sentou-se junto aos guardas, para sondar qual seria o fim daquela ocorrência. Mas os líderes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam tentando suscitar um falso testemunho contra Jesus, para que tivessem o direito de condená-lo à morte. Todavia, nada encontraram, apesar de se terem apresentado vários depoimentos inverídicos. Ao final, entretanto, compareceram duas testemunhas que alegaram: “Este homem afirmou: ‘Tenho poder para destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias’”. Então o sumo sacerdote levantou-se e interrogou a Jesus: “Não tens o que responder a estes que depõem contra ti?” Mas Jesus manteve-se em silêncio. Diante do que o sumo sacerdote lhe intimou: “Eu te coloco sob juramento diante do Deus vivo e exijo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” “Tu mesmo o declaraste”, afirmou-lhe Jesus. “Contudo, Eu revelo a todos vós: Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-Poderoso, vindo sobre as nuvens do céu!”
Diante disso, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes denunciando: “Ele blasfemou! Por que necessitamos de outras testemunhas? Eis que acabais de ouvir tal blasfêmia!” “Que vos parece?” Responderam eles: “Culpado e merecedor de morte é!” Neste momento, alguns cuspiram em seu rosto e o esmurravam, enquanto outros lhe desferiam tapas, vociferando: “Profetiza-nos, pois, ó Cristo, quem é que te bateu?” Quando Pedro negou a Jesus. Pedro encontrava-se assentado do lado de fora da casa, no pátio, quando uma criada, aproximando-se dele, afirmou: “Tu também estavas com Jesus, o galileu!” Ele, entretanto, negou a Jesus perante todos os presentes, declarando: “Não sei do que falas.” E, saindo em direção à entrada do pátio, foi ele reconhecido por outra criada, a qual o denunciou a todos que ali se achavam, exclamando: “Este homem estava com Jesus, o Nazareno!” Mas Pedro, sob juramento, o negou uma vez mais, afirmando: “Não conheço tal indivíduo”.. Algum tempo mais tarde, os que estavam ao redor aproximaram-se de Pedro e o
acusaram: “Com toda a certeza és igualmente um deles, porquanto o teu modo de falar o denuncia”. Então, ele começou a jurar e a pedir a Deus que o amaldiçoasse caso não estivesse dizendo a verdade, e exclamou: “Não conheço esse homem!” No mesmo instante um galo cantou. E naquele momento, Pedro se lembrou da palavra de Jesus que lhe advertira: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.” E, deixando aquele lugar, chorou amargamente.” Mateus 26. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Tremendo Deus de Israel, revelo a vós este mistério. Quando Jesus estava em Betânia na casa de Simão que antes era leproso, e Jesus o curou; Jesus estava reclinado à mesa quando chegou perto dele Maria a irmã de Lázaro com um vidro de alabastro e começou a derramar o perfume em Jesus: Esta Maria, cujo irmão Lázaro estava doente, era a mesma que ungiu com óleo perfumado o Senhor e lhe enxugou os pés com os próprios cabelos. E aconteceu que, estando Jesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso, chegou próximo dele uma mulher portando um frasco de alabastro, repleto de perfume caríssimo, e lhe derramou sobre a cabeça, enquanto ele estava reclinado à mesa. Ouçam, Maria toda a oportunidade que tinha se sentava aos pés de Jesus comendo do alimento do seus ensinamentos, e por isso ela passou a ter uma intimidade muito grande com Deus: Caminhando Jesus e os seus discípulos, chegaram a um povoado, onde certa mulher chamada Marta o recebeu em sua casa. Maria, sua irmã, ficou sentada aos pés do Senhor, ouvindo o que Ele ensinava. Marta estava inquieta, ocupada com os muitos afazeres. E, aproximando-se de Jesus inquiriu-lhe: “Senhor, não te importas de que minha irmã tenha me deixado só com todo o serviço? Peça-lhe, portanto, que venha ajudar-me!” Orientou-lhe o Senhor: “Marta! Marta! Andas ansiosa e te afliges por muitas razões. Todavia, uma só causa é necessária. Maria, pois, escolheu a melhor de todas, e esta não lhe será tirada”. Entendam, o derramamento do perfume por Maria em Jesus não foi uma ação pequeno, foi uma ação muito grande e importante, direcionado por Deus. E disse Jesus: Com toda a certeza vos afirmo: Em todos os lugares do mundo, onde este evangelho for pregado, igualmente será contado o que essa mulher realizou, como um memorial a ela”. E como Maria, aqueles que tem intimidade com Deus, são usados por Ele de maneira extraordinária. Maria foi usada por Deus para ungir o seu filho amado Jesus, como alabastro significado o seu sepultamento: Diante daquela cena, os discípulos se indignaram e comentaram: “Por que este desperdício? Porquanto esse perfume poderia ser vendido por alto preço e o dinheiro dado aos pobres!” Percebendo isso, Jesus repreendeu-os: “Por que molestais esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. Pois, quanto aos pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tereis. Ao derramar sobre o meu corpo esse bálsamo, ela o fez como que preparando-me para o sepultamento. Eis que Jesus aproveitou esta oportunidade para revelar para os seus discípulos que ele estava prestes a morrer. Mas, porque os discípulos estavam distraídos tentando justificar não só a ação de Maria, mas também com o preço do perfume, sugerindo que ela poderia ter vendido o perfume e dado o dinheiro para os pobres. Mas, se eles estivessem ouvindo o que Jesus estava falando eles não teriam sido pegos de surpresa quando a traição com o beijo aconteceu. E Eu vos digo; ao contrário de Maria que tinha grande intimidade com Deus, havia uma outra mulher em Israel, também filha de Abraão que estava doente com um fluxo de sangue por doze anos. Ela não possuía o conhecimento e nem a intimidade que Maria possuía, mas ela carregava dentro dela a fé necessária para crer que só de ela tocar nas roupas de Jesus ela seria curada. Vejam: E estava por ali certa mulher que, havia doze anos, vinha padecendo de hemorragia. Ela já tinha sofrido demasiado sob os cuidados de vários médicos e gastara tudo o que possuía; porém, em vez de melhorar, ia de mal a pior. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, passou pelo aglomerado de pessoas e conseguiu tocar em seu manto. Pois dizia consigo mesma: “Se eu puder ao menos tocar as suas vestes, ficarei curada”. E, naquele instante, se lhe estancou a hemorragia, e a mulher sentiu em seu corpo que estava liberta do seu sofrimento. No mesmo momento, ao sentir que do seu interior fora liberado poder, Jesus virando-se em meio à multidão, inquiriu: “Quem tocou em meu manto?” Ao que os discípulos alegaram-lhe: “Vês a multidão que te comprime de todos os lados e perguntas: ‘Quem me tocou?’”. No entanto, Jesus continuou olhando ao seu redor, esperando ver quem havia feito aquilo. Então, a mulher, assustada e trêmula, sabendo o que lhe tinha sucedido, aproximou-se e prostrando-se aos seus pés declarou-lhe toda a verdade. E Jesus afirmou-lhe: “Minha filha, a tua fé te salvou! Vai-te em paz e estejas liberta do teu sofrimento.” Filhinhos, é muito importante que vós não só tenham fé, ou só o conhecimento, ou só a intimidade com Deus. Mas, que vós tenham os três; a fé, o conhecimento da palavra e dos mandamentos e a intimidade com Deus. Porque é através dos três que os vossos pé são firmados na rocha que é Cristo Jesus: Por isso declara Yahweh, o Eterno: “Eis que coloco em Tsión, Sião uma pedra, uma rocha já experimentada, uma preciosa pedra angular para estabelecer um alicerce verdadeiro e seguro; nela está escrito: “Quem crer em mim jamais será abalado!” Filhinhos, quando se tem a fé; vós não são abalados quando vem as lutas, quando se tem o conhecimento; vós não são enganados por falso ensinamentos, e quando se tem intimidade com Deus; vós permanecem firmes, quando o inimigo tenta os contradizer do amor de Deus, porque vós conhece e sabe da vossa identidade em Cristo Jesus.” Queridos, somente creiam neste Deus glorioso! “E assim, atravessaram o mar e foram para a região dos gerasenos. Logo que Jesus desceu do barco, veio dos sepulcros, caminhando ao seu encontro, um homem possuído por um espírito imundo. Esse homem vivia em meio aos sepulcros e não havia quem conseguisse dominá-lo, nem mesmo com correntes. Muitas vezes já haviam acorrentado seus pés e mãos, mas ele arrebentava os grilhões e estraçalhava algemas e correntes. Ninguém tinha força para detê-lo. E, noite e dia, sem repouso, perambulava por entre os sepulcros e pelas colinas, gritando e cortando-se com lascas de rocha. Ao avistar Jesus, ainda de longe, correu e atirou-se aos seus pés. E clamou aos berros: “Que queres de mim, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Suplico-te por Deus que não me atormentes!” Pois Jesus já lhe havia ordenado: “Sai deste homem, espírito imundo!” Todavia, Jesus o interrogou: “Qual é o teu nome?” Respondeu ele: “Meu nome é Legião, porque somos muitos”. E implorava insistentemente para que Jesus não os mandasse para fora daquela região. Enquanto isso, perto dali, numa colina vizinha, uma grande manada de porcos estava pastando. Foi então que os demônios rogaram a Jesus: “Manda-nos para os porcos, para que entremos neles”. E Jesus lhes deu permissão, e os espíritos imundos deixaram o homem e entraram nos porcos. E a manada com cerca de dois mil porcos atirou-se precipício abaixo, em direção ao mar, e nele se afogaram. As pessoas que apascentavam os porcos fugiram e relataram esses fatos na cidade e nos campos, e todo o povo correu para ver o que se havia passado. Quando chegaram próximo de Jesus, observaram ali o homem que fora tomado por uma legião de demônios, assentado, vestido e em perfeito juízo. E ficaram assustados. Os que presenciaram os fatos narraram ao povo o que havia ocorrido com o endemoninhado, e contaram também sobre os porcos. Então o povo começou a implorar a Jesus que se afastasse daquela região que lhes pertencia. E, quando Jesus estava entrando no barco, o homem que fora possuído pelos espíritos imundos, rogava-lhe que o deixasse seguir com Ele. Jesus não consentiu; entretanto, orientou-o: “Vai para tua casa, para a tua família e anuncia a eles tudo quanto Deus tem realizado a teu favor, e como teve misericórdia de ti”. Então, partiu aquele homem, e começou a pregar por toda a Decápolis as coisas que Jesus havia feito por ele. E todos ficavam maravilhados. Jesus vence a doença e a morte. E retornando Jesus de barco para a outra margem, numerosa multidão, uma vez mais, se formou ao seu redor, enquanto estava na praia. Foi quando chegou ali um dos dirigentes da sinagoga local, chamado Jairo. Ao ver Jesus, prostrou-se aos seus pés. E lhe pediu aos prantos e com insistência: “Minha filha pequena está à beira da morte! Vem, impõe tuas mãos sobre ela, para que seja curada e viva”. Então Jesus foi com ele. E uma enorme multidão o acompanhava, apertando-o de todos os lados. E estava por ali certa mulher que, havia doze anos, vinha padecendo de hemorragia. Ela já tinha sofrido demasiado sob os cuidados de vários médicos e gastara tudo o que possuía; porém, em vez de melhorar, ia de mal a pior. Tendo ouvido falar a respeito de Jesus, passou pelo aglomerado de pessoas e conseguiu tocar em seu manto. Pois dizia consigo mesma: “Se eu puder ao menos tocar as suas vestes, ficarei curada”. E, naquele instante, se lhe estancou a hemorragia, e a mulher sentiu em seu corpo que estava liberta do seu sofrimento. No mesmo momento, ao sentir que do seu interior fora liberado poder, Jesus virando-se em meio à multidão, inquiriu: “Quem tocou em meu manto?” Ao que os discípulos alegaram-lhe: “Vês a multidão que te comprime de todos os lados e perguntas: ‘Quem me tocou?’”. No entanto, Jesus continuou olhando ao seu redor, esperando ver quem havia feito aquilo. Então, a mulher, assustada e trêmula, sabendo o que lhe tinha sucedido, aproximou-se e prostrando-se aos seus pés declarou-lhe toda a verdade. E Jesus afirmou-lhe: “Minha filha, a tua fé te salvou! Vai-te em paz e estejas liberta do teu sofrimento”. Enquanto Jesus ainda estava falando, chegaram algumas pessoas vindas da casa de Jairo, o dirigente da sinagoga, a quem informaram: “Tua filha já está morta! Não adianta mais incomodar o Mestre”. Mas Jesus não deu atenção àquelas notícias, e voltando-se para o dirigente da sinagoga o encorajou: “Não temas, tão somente continue crendo!” E ordenou que ninguém o acompanhasse a não ser Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago. Assim que chegaram à casa do dirigente da sinagoga, Jesus observou grande agitação, com muitas pessoas consternadas, chorando e se lamentando em alta voz. Ao entrar na casa lhes questionou: “Por que estais em alvoroço e pranteais? A criança não morreu, mas está dormindo!” E todos ali menosprezaram o juízo feito por Jesus. Ele, contudo, mandou que saíssem, chamou para perto de si o pai e a mãe da criança, bem como os discípulos que estavam em sua companhia, e adentrou o recinto onde jazia a criança. Então, pegando na mão da menina, ordenou em aramaico: “Talitha koum!”, que significa “Filhinha! Eu te ordeno, levanta-te!”. E no mesmo instante, a menina que tinha doze anos de idade, ergueu-se do leito e começou a andar. Diante disso, todos ficaram assombrados. Então Jesus lhes recomendou expressamente para que nenhuma outra pessoa viesse a saber do que haviam presenciado. E mandou que dessem algo de comer à menina.” Marcos 5:1-43
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para os habitantes do pais da Namíbia. Vós e o vosso país deixaram o verdadeiro Deus. Mas, Eu vós digo; se arrependam e voltam para Deus enquanto se pode achar. Porque Deus irá permitir que tempos difíceis e de aflições venham sobre vós e sobre o vosso país, e grande será a dor e o sofrimento de muitos. Mas aqueles que ama à Deus em espírito e em verdade, Ele os protegerá.” Queridos, somente creiam neste Deus justo! “Procurai a Yahweh enquanto é possível encontrá-lo; invocai-o enquanto está próximo. Abandone o ímpio o seu caminho, e o homem mau as suas maquinações, e volte para Yahweh, pois ele terá misericórdia dele; retornai ao nosso Deus, pois ele dá de bom grado o seu perdão. “Afinal, os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e os vossos caminhos não são os meus caminhos!” Afirma Yahweh, o SENHOR. “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos. Como a chuva e a neve descem dos céus e não retornam para eles sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer, a fim de que ela produza sementes para o semeador e pão para os que dele se alimentam, assim também acontece com a Palavra que sai da minha boca: Ela não voltará para mim vazia, mas realizará toda a obra que desejo e atingirá o propósito para o qual a enviei. Haveis de sair com grande alegria e em paz sereis reconduzidos, os montes e colinas irromperão em canto diante de vós, e todas as árvores do campo baterão palmas em uníssono. No lugar do espinheiro crescerá o pinheiro, o cipreste; em vez de urtigas e roseiras bravas, cheias de espinho, crescerá a murta e o zimbro. Isso servirá de testemunho e exaltará o Nome de Yahweh, para sinal eterno, que jamais será apagado!” Isaías 55:6-13🇳🇦