IRMÃOS, CONTEMPLAI A VOSSA VOCAÇÃO! POIS NÃO FORAM CONVOCADOS MUITOS SÁBIOS, DE ACORDO COM CRITÉRIOS HUMANOS, NEM MUITOS PODEROSOS, NEM TAMPOUCO NOBRES. PELO CONTRÁRIO, DEUS ESCOLHEU JUSTAMENTE O QUE PARA O MUNDO É INSENSATEZ PARA ENVERGONHAR OS SÁBIOS, E ESCOLHEU PRECISAMENTE O QUE O MUNDO JULGA FRACO PARA RIDICULARIZAR O QUE É FORTE. ELE ESCOLHEU O QUE DO PONTO DE VISTA DO MUNDO É INSIGNIFICANTE, DESPREZADO, E O QUE NADA É, PARA REDUZIR A NADA O QUE É, COM O OBJETIVO DE QUE NENHUMA PESSOAS SE VANGLORIE PERANTE ELE
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
IRMÃOS, CONTEMPLAI A VOSSA VOCAÇÃO! POIS NÃO FORAM CONVOCADOS MUITOS SÁBIOS, DE ACORDO COM CRITÉRIOS HUMANOS, NEM MUITOS PODEROSOS, NEM TAMPOUCO NOBRES. PELO CONTRÁRIO, DEUS ESCOLHEU JUSTAMENTE O QUE PARA O MUNDO É INSENSATEZ PARA ENVERGONHAR OS SÁBIOS, E ESCOLHEU PRECISAMENTE O QUE O MUNDO JULGA FRACO PARA RIDICULARIZAR O QUE É FORTE. ELE ESCOLHEU O QUE DO PONTO DE VISTA DO MUNDO É INSIGNIFICANTE, DESPREZADO, E O QUE NADA É, PARA REDUZIR A NADA O QUE É, COM O OBJETIVO DE QUE NENHUMA PESSOAS SE VANGLORIE PERANTE ELE
“Paulo, convocado para ser apóstolo de Jesus Cristo pela vontade de Deus, e o irmão Sóstenes, à Igreja de Deus que está em Corinto, aos santificados em Cristo Jesus e convocados para serem santos, juntamente com todos os que, em toda parte, invocam o Nome de nosso Senhor Jesus Cristo, Senhor deles e nosso: Graça e paz a vós outros, da parte de Deus nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo! Graças a Deus pelos irmãos Sempre dou graças a Deus por vós, pela graça de Deus que vos foi concedida por Ele em Cristo Jesus. Pois em tudo fostes enriquecidos nele, em toda a palavra e em todo conhecimento, porquanto o testemunho de Cristo foi confirmado em vós, de maneira que não lhes falta nenhum dom espiritual, enquanto aguardais a revelação de nosso Senhor Jesus Cristo. Ele os conservará firmes até o fim, de modo que sereis irrepreensíveis no Dia de nosso Senhor Jesus Cristo. Deus é fiel, por meio do qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo, nosso Senhor. Exortações à concórdia na igreja Suplico-vos, queridos irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que concordeis uns com os outros no que falam, a fim de que não haja entre vós divisões; antes, sejais totalmente unidos, sob uma mesma disposição mental e no mesmo parecer. Caros irmãos, fui informado a vosso respeito, pelos da família de Cloé, que existem discórdias entre vós. Refiro-me ao fato de um de vós afirmar: “Eu sou de Paulo”; enquanto o outro declara: “Eu sou de Apolo”; e outro: “Eu sou de Pedro”; e outro ainda: “Eu sou de Cristo!” Ora, acaso Cristo está dividido? Foi Paulo crucificado em vosso favor? Fostes batizados em nome de Paulo? Dou graças a Deus por não ter batizado a nenhum de vós, com exceção de Crispo e de Gaio, a fim de que ninguém venha a alegar que foi batizado em meu nome. É certo que batizei também os da casa de Estéfanas; além destes, não me recordo se batizei algum outro irmão. Porquanto Cristo não me enviou para batizar, mas para proclamar o Evangelho; não por meio de palavras de sabedoria humana, para que a cruz de Cristo não seja esvaziada. Palavra da cruz, poder de Deus Pois a mensagem da cruz é loucura para os que estão sendo destruídos, porém para nós, que estamos sendo salvos, é o poder de Deus. Porquanto está escrito: “Destruirei a sabedoria dos sábios e rejeitarei a inteligência dos homens cultos”. Onde está o sábio? Onde está o homem culto? Onde está o questionador desta era? Acaso não tornou Deus completamente insensata a sabedoria deste mundo? Considerando que, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por meio da sabedoria humana, foi do agrado de Deus salvar os que crêem por intermédio da loucura da proclamação da sua mensagem. Porque tanto os judeus pedem sinais, como os gregos procuram sabedoria; nós, entretanto, proclamamos a Cristo crucificado, que é motivo de escândalo para os judeus e loucura para os gentios. Todavia, para os que foram convocados, tanto judeus como gregos, Cristo é o poder de Deus e sabedoria de Deus. O chamado e vocação dos santos Porquanto a insensatez de Deus é mais sábia que a sabedoria dos seres humanos, e a fraqueza de Deus é mais forte que todo o poder dos homens. Irmãos, contemplai a vossa vocação! Pois não foram convocados muitos sábios, de acordo com critérios humanos, nem muitos poderosos, nem tampouco nobres. Pelo contrário, Deus escolheu justamente o que para o mundo é insensatez para envergonhar os sábios, e escolheu precisamente o que o mundo julga fraco para ridicularizar o que é forte. Ele escolheu o que do ponto de vista do mundo é insignificante, desprezado, e o que nada é, para reduzir a nada o que é, com o objetivo de que nenhuma pessoa se vanglorie perante Ele. Somos de Deus em Cristo Portanto, vós sois dele, em Cristo Jesus, o qual se tornou para nós sabedoria da parte de Deus, justiça, santificação e redenção, a fim de que, como está escrito: “Aquele que se gloria, glorie-se no Senhor”. Pregação no poder do Espírito.” 1 Coríntios 1. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus Eterno, revelo a vós este mistério. Um dos maiores milagres de Deus ocorrido na terra foi ocultado dos sábios, dos fortes, dos poderosos, dos nobres, para que ninguém pudesse se vangloriar, porque toda honra e toda a glória é dEle. E Deus anunciai o nascimento do menino Jesus usando os seus anjos, eles anunciaram aos pastores que estavam no campo cuidando de suas ovelhas, pessoas que para o mundo não tem muito valor, pessoas que para o mundo não tem muito conhecimento e nem sabedoria. Mas foram para os pastores que Deus escolheu anunciar a chegada do seu Filho amado na terra. Ouçam: Nas proximidades havia pastores que estavam nos campos e que durante a noite cuidavam dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu a eles e a glória do Senhor reluzindo os envolveu; e todos ficaram apavorados. Todavia o anjo lhes revelou: “Não temais; eis que vos trago boas notícias de grande alegria, e que são para todas as pessoas: Hoje, na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é o Messias, o Senhor! Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido envolto em panos e deitado sobre uma manjedoura”. E no mesmo instante, surgiu uma grande multidão do exército celestial que se juntou ao anjo e louvavam a Deus entoando: “Glória a Deus nos mais altos céus, e paz na terra às pessoas que recebem a sua graça!” Quando os anjos partiram e foram para os céus, os pastores combinaram entre si: “Vamos até Belém, e vejamos este acontecimento que o Senhor nos deu a saber”. Então correram até o local e chegando, encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado numa manjedoura. E depois de o contemplarem, comunicaram a todos o que lhes fora revelado a respeito daquele menino, Ao ouvirem o que os pastores relatavam ficaram sobremodo assustadoMaria, contudo, observava silenciosa todos os acontecimentos, e refletia sobre eles em seu coração. Os pastores retornaram glorificando e louvando a Deus por tudo quanto tinham visto e ouvido, assim como lhes fora predito. Entendam este mistério; Deus tinha um propósito em anunciar aos pastores o nascimento do seu Filho amado, Ele estava revelando a identidade e a razão pela qual o seu Filho amado havia deixado o céu e vindo para a terra; Ele seria o Pastor de toda a humanidade que o aceitaria como o seu Senhor e Salvador. E o menino como pastor lutaria, sofreria e daria a suba vida pelas suas ovelhas. Assim como, os pastores lutam com feras arriscando a suas vidas para proteger as suas ovelhas. Vejam: Eu Sou o bom pastor. O bom pastor dá a sua vida pelas ovelhas. O mercenário, que não é o pastor a quem as ovelhas pertencem, vê a aproximação do lobo, abandona as ovelhas e foge. Então, o lobo as apanha e dispersa o rebanho. O mercenário foge, porque é um mercenário e não tem zelo pelas ovelhas. Eu Sou o bom pastor. Conheço as minhas ovelhas e sou conhecido por elas; assim como o Pai me conhece e Eu conheço o Pai; e entrego minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco, as quais devo da mesma maneira trazer; elas ouvirão minha voz, e haverá um só rebanho e um só pastor. Por esse motivo o Pai me ama; porque Eu entrego a minha vida para retomá-la. Ninguém a tira de mim; antes Eu a entrego de espontânea vontade. Tenho poder para entregá-la, e poder para retomá-la. Esse é o mandamento que recebi de meu Pai.” Povo santo, Jesus escolheu pescadores para ser os seus discípulos, porque eles sabiam quão árduo, quão difícil era passar noites e dias em alto mar pescando. Estes homens eram simples pescadores que para o mundo não tinham muito valor: Irmãos, contemplai a vossa vocação! Pois não foram convocados muitos sábios, de acordo com critérios humanos, nem muitos poderosos, nem tampouco nobres. Pelo contrário, Deus escolheu justamente o que para o mundo é insensatez para envergonhar os sábios, e escolheu precisamente o que o mundo julga fraco para ridicularizar o que é forte. Ele escolheu o que do ponto de vista do mundo é insignificante, desprezado, e o que nada é, para reduzir a nada o que é, com o objetivo de que nenhuma pessoa se vanglorie perante Ele. Mas, Jesus iria usar estes pescadores para pescarem seres humanos para o Reino de Deus Pai. Ouçam: E, caminhando junto ao mar da Galiléia, viu Jesus dois irmãos: Simão, chamado Pedro e André que lançavam a rede ao mar, pois eram pescadores. Então, disse-lhes Jesus: “Vinde após mim, e Eu vos farei pescadores de homens”. Eles, imediatamente deixaram suas redes e seguiram Jesus. Seguindo adiante, viu Jesus outros dois irmãos: Tiago, filho de Zebedeu e João, seu irmão, que estavam no barco com Zebedeu, seu pai, consertando as redes; e chamou-os. Eles imediatamente deixaram o barco e seu pai para seguirem a Jesus. E os pastores foram e viram o menino, o Salvador, o Messias, o Senhor, o Cristo de Deus. E o sinal de Deus para os pastores foi; encontrareis um recém-nascido envolto em panos e deitado sobre uma manjedoura.” Sabe porque? Porque, o Filho amado de Deus veio ao mundo sem nenhuma fortuna, sem nenhuma riqueza, e por isso os pastores entenderiam e se relacionariam com o Salvador, porque, pastores vivem nos campos e não em lugares luxuosos: Então correram até o local e chegando, encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado numa manjedoura. E depois de o contemplarem, comunicaram a todos o que lhes fora revelado a respeito daquele menino, Ao ouvirem o que os pastores relatavam ficaram sobremodo assustados. Maria, contudo, observava silenciosa todos os acontecimentos, e refletia sobre eles em seu coração. Os pastores retornaram glorificando e louvando a Deus por tudo quanto tinham visto e ouvido, assim como lhes fora predito. Entendam, o menino seria a porta entre a humanidade e Deus, e seria através do menino, da porta que a humanidade teria acesso a Deus e entrariam no seu Reino. Vejam: Em verdade, em verdade vos asseguro: aquele que não entra no aprisco das ovelhas pela porta, mas sobe o muro à procura de outra passagem, esse é ladrão e assaltante. Aquele que entra pela porta é o pastor das ovelhas. Para esse, o porteiro abre a porta do aprisco, e as ovelhas ouvem a sua voz. Ele chama cada uma das suas ovelhas pelo nome, e as guia para fora. E depois de conduzir para fora todas as que lhe pertencem, vai adiante delas, e elas o seguem, porque reconhecem a sua voz. Todavia, de modo algum seguirão a um estranho; ao contrário, fugirão dele, porque não conhecem a voz de estranhos.” Jesus falou de forma proverbial, mas eles não compreenderam o significado do que lhes havia falado. Sendo assim, Jesus lhes disse de novo: “Em verdade, em verdade vos asseguro: Eu Sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim são ladrões e assaltantes; porém as ovelhas não os ouviram. Eu Sou a porta. Qualquer pessoa que entrar por mim, será salva. Entrará e sairá; e encontrará pastagem. O ladrão não vem, senão para roubar, matar e destruir. Eu vim para que as ovelhas tenham vida, e vida em plenitude. As minhas ovelhas ouvem a minha voz; Eu as conheço, e elas me seguem. Eu lhes dou a vida eterna, e elas nunca perecerão; tampouco ninguém as poderá arrancar da minha mão. Meu Pai, que as deu a mim, é maior do que todos, ninguém é capaz de arrancá-las da mão de meu Pai. Povo santo, por causa dos relatórios dos pastores, José e Maria agora sabiam que o menino era o Messias, era o Salvador, era o Senhor. Deus, Ele não deixa nada escondido, nada oculto dos seus filhos. E mais, Deus sabia que José e Maria, iriam precisar de recursos para cuidar do menino. E quando os de perto não ajuda, Deus sempre usa os de longe para ajudar. Sabe porque? Porque, Deus conhece os corações e Ele sabe que os de perto jogariam no rosto de Jesus o que eles um dia fizeram por ele. E Deus nunca iria deixar que isso acontecesse com o seu Filho. Então, Deus prepara os magos no Oriente, e através de uma estrela Ele os guia até o menino, o seu Cristo. Ouçam: Após o nascimento de Jesus, Belém da Judéia, nos dias do rei Herodes, eis que alguns sábios vindos do Oriente chegaram a Jerusalém. E, indagavam: “Onde está aquele que é nascido rei dos judeus? Pois do Oriente vimos a sua estrela e viemos adorá-lo”. Quando o rei Herodes ouviu isso, ficou perturbado e toda a Jerusalém com ele. Tendo reunido todos os príncipes dos sacerdotes e os escribas do povo, perguntou-lhes onde havia de nascer o Cristo. E eles lhe responderam: “Em Belém da Judéia, pois assim escreveu o profeta: ‘Mas tu, Belém, da terra de Judá, de modo algum és a menor entre as principais cidades de Judá; pois de ti sairá o Guia, que como pastor, conduzirá Israel, o meu povo’”. E foi através dos magos que Deus abençoou José e Maria financeiramente para que eles pudessem fugir de Herodes e ir para o Egito. E só, depois da morte de Herodes é que Deus chama José e Maria de volta. Vejam: Então Herodes, chamando secretamente os magos, interrogou-os exatamente acerca do tempo em que a estrela lhes aparecera. Mandou-os a Belém e disse: “Ide, e perguntai diligentemente pelo menino, e quando o achardes, comunicai-me, para que também eu vá e o adore”. Após terem ouvido o rei, seguiram o seu caminho, e a estrela que tinham visto no Oriente foi adiante deles, até que finalmente parou sobre o lugar onde estava o menino. E vendo eles a estrela, alegraram-se com grande e intenso júbilo. Ao entrarem na casa, encontraram o menino com Maria, sua mãe, e prostrando-se o adoraram. Então abriram seus tesouros e lhe ofertaram presentes: ouro, incenso e mirra. E, sendo por divina revelação avisados em sonhos para que não voltassem para junto de Herodes, retornaram para a sua terra, por outro caminho.
Depois que partiram, eis que um anjo do SENHOR apareceu a José em sonho e lhe disse: “Levanta-te, toma o menino e sua mãe, e foge para o Egito. Permanece lá até que eu te diga, pois Herodes há de procurar o menino para o matar”. José se levantou, tomou o menino e sua mãe, durante a noite, e partiu para o Egito. E esteve lá até a morte de Herodes. E assim se cumpriu o que o SENHOR tinha dito através do profeta: “Do Egito chamei o meu filho”. E Eu vós digo mais; o Filho amado de Deus veio ao mundo por amor a humanidade, e vós sendo filhos de Deus, criados em sua imagem e semelhança entendem e reconhecem que é necessário que deem frutos, para quando chegar a hora de entrar pela porta que é Cristo Jesus, vós assim como os magos, levarão os vossos tesouros para serem entregues a Cristo. E mais; Lembrem-se do que Jesus disse: Eu Sou a videira verdadeira, e meu Pai é o agricultor. Todo ramo que, estando em mim, não dá fruto, Ele retira; e todo que dá fruto, Ele limpa, para que dê mais fruto ainda. Vós já estais limpos, pela Palavra que Eu vos tenho transmitido. Permanecei em mim, e Eu permanecerei em vós. Nenhum ramo pode produzir fruto por si mesmo, se não estiver ligado à videira. Vós igualmente não podeis dar fruto por vós mesmos, se não permanecerdes unidos a mim. Eu Sou a videira, vós os ramos. Aquele que permanece em mim, e Eu nele, esse dará muito fruto; pois sem mim não podeis realizar obra alguma. Se alguém não permanecer em mim, será como o ramo que é jogado fora e seca. Então, esses ramos são juntados, lançados ao fogo e queimados. Se permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedireis o que desejardes, e vos será concedido. O que glorifica meu Pai é que deis fruto em abundância; e assim sereis verdadeiramente meus discípulos.” Queridos, somente creiam neste Deus maravilhoso! “Naquela época, César Augusto publicou um decreto, convocando para um recenseamento, todos os moradores das terras dominadas por seu império. Este foi o primeiro cadastramento da população de todo o império romano, quando Quirino era governador da Síria. E todos seguiam para as cidades onde haviam nascido, a fim de serem arrolados. Por isso, José também viajou da cidade de Nazaré da Galiléia para a Judéia, até Belém, cidade de Davi, porque pertencia à casa e à descendência de Davi. E partiu com o propósito de alistar-se, juntamente com Maria, sua esposa prometida, que estava grávida. Enquanto estavam em Belém, chegou o momento de nascer o bebê, e ela deu à luz o seu primogênito. Envolveu-o com tiras de pano e o colocou sobre uma manjedoura, pois não havia lugar para eles na hospedaria. “Gloria in Exelsis Deo!” Nas proximidades havia pastores que estavam nos campos e que durante a noite cuidavam dos seus rebanhos. E aconteceu que um anjo do Senhor apareceu a eles e a glória do Senhor reluzindo os envolveu; e todos ficaram apavorados. Todavia o anjo lhes revelou: “Não temais; eis que vos trago boas notícias de grande alegria, e que são para todas as pessoas: Hoje, na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é o Messias, o Senhor! Isto vos servirá de sinal: encontrareis um recém-nascido envolto em panos e deitado sobre uma manjedoura”. E no mesmo instante, surgiu uma grande multidão do exército celestial que se juntou ao anjo e louvavam a Deus entoando:
“Glória a Deus nos mais altos céus, e paz na terra às pessoas que recebem a sua graça!”
Quando os anjos partiram e foram para os céus, os pastores combinaram entre si: “Vamos até Belém, e vejamos este acontecimento que o Senhor nos deu a saber”. Então correram até o local e chegando, encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado numa manjedoura. E depois de o contemplarem, comunicaram a todos o que lhes fora revelado a respeito daquele menino, Ao ouvirem o que os pastores relatavam ficaram sobremodo assustados. Maria, contudo, observava silenciosa todos os acontecimentos, e refletia sobre eles em seu coração. Os pastores retornaram glorificando e louvando a Deus por tudo quanto tinham visto e ouvido, assim como lhes fora predito. Jesus é apresentado no templo Completando-se os oito dias para o ritual de circuncisão do menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, o qual já havia sido outorgado pelo anjo antes de Ele nascer. De igual modo, ao completar-se o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria levaram o bebê Jesus até Jerusalém para apresentá-lo a Deus no templo. Assim como está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito nascido do sexo masculino deverá ser dedicado ao Senhor”. Também um sacrifício deveria ser oferecido, como proclama a Lei do Senhor: “duas rolinhas ou dois pombinhos”. “Nunc Dimittis” Entrementes, havia um homem em Jerusalém chamado Simeão, homem justo e piedoso e que almejava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre Ele. O Espírito Santo lhe havia revelado que não morreria sem ter a oportunidade de ver o Cristo de Deus. Movido pelo Espírito Santo, ele dirigiu-se ao templo. Assim que os pais trouxeram o menino Jesus para realizarem com Ele o ritual de consagração exigido pela tradição da Lei, Simeão o tomou em seus braços e louvou a Deus, exclamando: “Ó Soberano! Como prometeste, podes agora despedir em paz o teu servo. Porquanto os meus olhos já contemplaram a tua Salvação,
a qual preparaste à vista de todos os povos:
uz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel”. O pai e a mãe do menino ficaram admirados com a proclamação feita a respeito dele. Então Simeão os abençoou e revelou a Maria, mãe de Jesus: “Eis que este menino está destinado a ser o responsável pela queda e pelo soerguimento de multidões em Israel, e a ser um sinal de contradição, de maneira que a intimidade dos pensamentos de muitos corações será revelada. Quanto a ti, todavia, uma espada traspassará a tua alma”. As profecias de Ana Estava também presente a profetiza Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era uma senhora de idade avançada; tinha vivido com seu marido durante sete anos depois de se casar, e desde então permanecera viúva até a idade de oitenta e quatro anos. Jamais deixava o templo: adorava a Deus, jejuando e orando dia e noite. Havendo chegado ali, naquele exato momento, deu graças a Deus e proclamava acerca do bebê Jesus para todos os que anelavam pela redenção de Jerusalém”. Depois de terem cumprido tudo quanto era requerido pela Lei do Senhor, retornaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galiléia. E o menino crescia e se fortalecia, tornando-se pleno em sabedoria; e a graça de Deus permanecia sobre Ele. O menino Jesus no templo Todos os anos seus pais viajavam até Jerusalém para celebrar a festa da Páscoa. Assim sendo, no ano em que Ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, de acordo com a tradição. Encerradas as comemorações, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles notassem. Imaginando que Ele estivesse entre os muitos companheiros de viagem, caminharam por um dia inteiro. Então começaram a buscá-lo entre os seus parentes e conhecidos. Como não conseguiam encontrá-lo, retornaram a Jerusalém para procurá-lo. Após três dias o acharam no templo, sentado na companhia dos mestres, ouvindo-os e propondo-lhes questões. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com a sua capacidade intelectual e com a maneira como comunicava suas conclusões. Assim que seus pais o avistaram, ficaram perplexos. Então sua mãe o inquiriu: “Filho, por que agiste assim conosco? Teu pai e eu nos angustiamos muito à tua procura!” Então Ele lhes perguntou: “Por que me procuráveis? Como não sabíeis que era meu dever tratar de assuntos concernentes ao meu Pai?” Mas eles não compreenderam bem o que lhes explicara. Contudo, Ele seguiu com eles para Nazaré, pois lhes era obediente. Sua mãe, entretanto, meditava silenciosamente em seu coração sobre todos estes acontecimentos. E Jesus se desenvolvia em sabedoria, estatura e graça na presença de Deus e de todas as pessoas. Lucas 2:1-52
Quando os anjos partiram e foram para os céus, os pastores combinaram entre si: “Vamos até Belém, e vejamos este acontecimento que o Senhor nos deu a saber”. Então correram até o local e chegando, encontraram Maria e José, e o recém-nascido deitado numa manjedoura. E depois de o contemplarem, comunicaram a todos o que lhes fora revelado a respeito daquele menino, Ao ouvirem o que os pastores relatavam ficaram sobremodo assustados. Maria, contudo, observava silenciosa todos os acontecimentos, e refletia sobre eles em seu coração. Os pastores retornaram glorificando e louvando a Deus por tudo quanto tinham visto e ouvido, assim como lhes fora predito. Jesus é apresentado no templo Completando-se os oito dias para o ritual de circuncisão do menino, foi-lhe dado o nome de Jesus, o qual já havia sido outorgado pelo anjo antes de Ele nascer. De igual modo, ao completar-se o tempo da purificação deles, de acordo com a Lei de Moisés, José e Maria levaram o bebê Jesus até Jerusalém para apresentá-lo a Deus no templo. Assim como está escrito na Lei do Senhor: “Todo primogênito nascido do sexo masculino deverá ser dedicado ao Senhor”. Também um sacrifício deveria ser oferecido, como proclama a Lei do Senhor: “duas rolinhas ou dois pombinhos”. “Nunc Dimittis” Entrementes, havia um homem em Jerusalém chamado Simeão, homem justo e piedoso e que almejava a consolação de Israel; e o Espírito Santo estava sobre Ele. O Espírito Santo lhe havia revelado que não morreria sem ter a oportunidade de ver o Cristo de Deus. Movido pelo Espírito Santo, ele dirigiu-se ao templo. Assim que os pais trouxeram o menino Jesus para realizarem com Ele o ritual de consagração exigido pela tradição da Lei, Simeão o tomou em seus braços e louvou a Deus, exclamando: “Ó Soberano! Como prometeste, podes agora despedir em paz o teu servo. Porquanto os meus olhos já contemplaram a tua Salvação,
a qual preparaste à vista de todos os povos:
uz para revelação aos gentios, e para glória do teu povo de Israel”. O pai e a mãe do menino ficaram admirados com a proclamação feita a respeito dele. Então Simeão os abençoou e revelou a Maria, mãe de Jesus: “Eis que este menino está destinado a ser o responsável pela queda e pelo soerguimento de multidões em Israel, e a ser um sinal de contradição, de maneira que a intimidade dos pensamentos de muitos corações será revelada. Quanto a ti, todavia, uma espada traspassará a tua alma”. As profecias de Ana Estava também presente a profetiza Ana, filha de Fanuel, da tribo de Aser. Era uma senhora de idade avançada; tinha vivido com seu marido durante sete anos depois de se casar, e desde então permanecera viúva até a idade de oitenta e quatro anos. Jamais deixava o templo: adorava a Deus, jejuando e orando dia e noite. Havendo chegado ali, naquele exato momento, deu graças a Deus e proclamava acerca do bebê Jesus para todos os que anelavam pela redenção de Jerusalém”. Depois de terem cumprido tudo quanto era requerido pela Lei do Senhor, retornaram para a sua própria cidade, Nazaré, na Galiléia. E o menino crescia e se fortalecia, tornando-se pleno em sabedoria; e a graça de Deus permanecia sobre Ele. O menino Jesus no templo Todos os anos seus pais viajavam até Jerusalém para celebrar a festa da Páscoa. Assim sendo, no ano em que Ele completou doze anos de idade, eles subiram à festa, de acordo com a tradição. Encerradas as comemorações, voltando seus pais para casa, o menino Jesus ficou em Jerusalém, sem que eles notassem. Imaginando que Ele estivesse entre os muitos companheiros de viagem, caminharam por um dia inteiro. Então começaram a buscá-lo entre os seus parentes e conhecidos. Como não conseguiam encontrá-lo, retornaram a Jerusalém para procurá-lo. Após três dias o acharam no templo, sentado na companhia dos mestres, ouvindo-os e propondo-lhes questões. Todos os que o ouviam ficavam maravilhados com a sua capacidade intelectual e com a maneira como comunicava suas conclusões. Assim que seus pais o avistaram, ficaram perplexos. Então sua mãe o inquiriu: “Filho, por que agiste assim conosco? Teu pai e eu nos angustiamos muito à tua procura!” Então Ele lhes perguntou: “Por que me procuráveis? Como não sabíeis que era meu dever tratar de assuntos concernentes ao meu Pai?” Mas eles não compreenderam bem o que lhes explicara. Contudo, Ele seguiu com eles para Nazaré, pois lhes era obediente. Sua mãe, entretanto, meditava silenciosamente em seu coração sobre todos estes acontecimentos. E Jesus se desenvolvia em sabedoria, estatura e graça na presença de Deus e de todas as pessoas. Lucas 2:1-52