AO ENTRAREM EM SAMARIA, ELISEU OROU: YAHWEH, ABRE OS OLHOS DESSA GENTE, PARA QUE VEJAM! E O SENHOR ABRIU-LHES OS OLHOS, E ELES OBSERVARAM QUE ESTAVAM DENTRO DA CODADE DE SAMARIA. ASSIM QUE O REI DE ISRAEL OS VIU, CONSULTOU A ELISEU: DEVO MATÁ -LOS, MEU ABA? DEVO LIQUIDÁ-LOS, MEU MESTRE? AO QUE LHE RESPONDEU O PROFETA: NÃO! PORVENTURA COSTUMAS TIRAR A VIDA DAQUELES QUE TUA ESPADA E O TEU ARCO FIZERAM PRISIONEIROS? DÁ-LHES PÃO E ÁGUA, PARA QUE SE ALIMENTEM, SACIEM-SE E DEPOIS VOLTEM PARA O SEU SENHOR. O REI MANDOU QUE LHES FOSSE SERVIDO UM GRANDE BANQUETE; DEPOIS DE TEREM COMIDO E BEBIDO ATÉ SE FARTAREM, DESPEDIU-OS E ELES RETIRARAM PARA O SEU SENHOR. E POR CAUSA DISSO, AS TROPAS DA SÍRIA DESISTIRAM POR ALGUM TEMPO DE TENTAR INVADIR O TERRITÓRIO DE ISRAEL
🙏🙏O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE
DEUS PARA ALGUÉM
AO ENTRAREM EM SAMARIA, ELISEU OROU: YAHWEH, ABRE OS OLHOS DESSA GENTE, PARA QUE VEJAM! E O SENHOR ABRIU-LHES OS OLHOS, E ELES OBSERVARAM QUE ESTAVAM DENTRO DA CODADE DE SAMARIA.
ASSIM QUE O REI DE ISRAEL OS VIU, CONSULTOU A ELISEU: DEVO MATÁ -LOS, MEU ABA? DEVO LIQUIDÁ-LOS, MEU MESTRE? AO QUE LHE RESPONDEU O PROFETA: NÃO! PORVENTURA COSTUMAS TIRAR A VIDA DAQUELES QUE TUA ESPADA E O TEU ARCO FIZERAM PRISIONEIROS? DÁ-LHES PÃO E ÁGUA, PARA QUE SE ALIMENTEM, SACIEM-SE E DEPOIS
VOLTEM PARA O SEU SENHOR. O REI MANDOU QUE LHES FOSSE SERVIDO UM
GRANDE BANQUETE; DEPOIS DE TEREM COMIDO E BEBIDO ATÉ SE FARTAREM, DESPEDIU-OS E ELES RETIRARAM PARA O SEU SENHOR. E POR CAUSA DISSO, AS TROPAS DA SÍRIA DESISTIRAM POR ALGUM TEMPO DE TENTAR INVADIR O TERRITÓRIO DE ISRAEL
“Em outra ocasião, os discípulos dos profetas sugeriram a Eliseu: “Como vês, o lugar em que moramos, perto de ti, tornou-se pequeno demais para nós. Vamos até o Jordão e ali cada um de nós cortará um tronco a fim de podermos construir ali mesmo um local para reuniões”. E Eliseu aquiesceu dizendo: “Ide!” Então um deles o convidou: “Queiras vir com teus servos!” E ele respondeu: “Irei!” Assim foi com eles. Chegando ao Jordão, puseram-se a derrubar árvores. Entretanto, quando um deles estava cortando um tronco, o ferro do machado caiu nas águas do rio. E ele imediatamente gritou: “Ah! Meu senhor! Este machado fora tomado de empréstimo”. Ao que o homem de Deus indagou: “Onde caiu o machado?” e, imediatamente, outro servo lhe apontou o lugar. Então Eliseu cortou um galho e o jogou na direção indicada, fazendo o ferro do machado subir a tona e flutuar sobre as águas. Então disse ao servo: “Pega-o!” Ele estendeu o braço e tomou o machado nas mãos Ora, o rei de Aram, da Síria, estava em guerra contra Israel. Depois de reunir-se com os seus conselheiros, decidiu: “Em tal lugar erguerei meu acampamento!” Mas o homem de Deus mandou comunicar ao rei de Israel: “Muito cuidado com esse tal lugar, pois os sírios estão se deslocando para lá!” Então o rei de Israel enviou suas tropas ao local que o homem de Deus lhe havia orientado; e assim se protegeu. Esses avisos não ocorreram uma só vez, nem duas. O coração do rei de Aram ficou muito perturbado com isso e mandou chamar seus servos e lhes interrogou: “Não me podereis descobrir quem, afinal, é que está nos traindo a favor do rei de Israel?” Um dos seus servos ponderou: “Ó rei, meu senhor, não é isso que se passa! O profeta Eliseu, que está em terras israelitas, conta ao rei de Israel tudo quanto dizes no secreto dos teus aposentos!” Diante do que o rei determinou: “Ide e vede onde ele se encontra; vou mandar trazê-lo. Então lhe informaram: “O profeta está em Dotan!” Ele mandou cavalos, carros e um grande exército para lá, os quais vieram de noite e sitiaram a cidade. No dia seguinte, Eliseu levantou-se ao romper da aurora e saiu. E eis que um batalhão cercava toda a cidade com cavalos e carros de guerra. Seu servo lhe indagou: “Ai, meu senhor, o que haveremos de fazer?” E o profeta acalmou-o dizendo: “Não tenhas medo! Porquanto são mais numerosos os que estão conosco que os que estão com eles”. Em seguida Eliseu orou suplicando: “Ó Yahweh, abre os olhos dele a fim de que consiga ver!” E o SENHOR fez com que o moço pudesse enxergar a montanha coberta de cavalos e carros de fogo em torno de Eliseu. E quando os sírios desciam contra ele, Eliseu orou assim a Yahweh: “Rogo-te que firas estes homens de cegueira!” E, naquele momento, o SENHOR fez com que todos os soldados arameus ficassem completamente cegos, conforme o pedido de Eliseu. Então Eliseu lhes deu uma palavra de orientação: “Não é este o caminho, nem é esta a cidade que procurais! Segui-me, que vos conduzirei ao homem que buscais”. Mas ele os conduziu a Samaria. Ao entrarem em Samaria, Eliseu orou: “Yahweh, abre os olhos dessa gente, para que vejam!” E o SENHOR abriu-lhes os olhos, e eles observaram que estavam dentro da cidade de Samaria. Assim que o rei de Israel os viu, consultou a Eliseu: “Devo matá-los, meu Aba? Devo liquidá-los, meu mestre?” Ao que lhe respondeu o profeta: “Não! Porventura costumas tirar a vida daqueles que tua espada e o teu arco fizeram prisioneiros?” Dá-lhes pão e água, para que se alimentem, saciem-se e depois voltem para o seu senhor”. O rei mandou que lhes fosse servido um grande banquete; depois de terem comido e bebido até se fartarem, despediu-os e eles retornaram para o seu senhor. E por causa disso, as tropas da Síria desistiram por algum tempo de tentar invadir o território de Israel. Depois disso, Bem-Hadade, rei de Aram, Síria, convocou todo o seu exército para atacar e sitiar Shomron, Samaria. Houve grande fome em Samaria, porque o cerco foi mantido até que grande fome se espalhou por toda a cidade, a ponto de uma cabeça de jumento custar o equivalente a oitenta peças de prata, e uma caneca de esterco de pomba, cinco peças de prata. Quando o rei de Israel ia passando pela muralha, uma mulher lhe gritou: “Socorre-me, senhor meu rei!” Diante do que respondeu ele: “Se o SENHOR não te socorrer, quem sou eu para te ajudar? Acaso há trigo na eira ou vinho no tanque de prensar uvas?” Mesmo assim, o rei lhe indagou: “Que te aconteceu?” E ela explicou: “Esta mulher me disse: ‘Entrega teu filho, para que o comamos hoje, que amanhã comeremos o meu filho!’ Então cozinhamos o meu filho e o comemos; no dia seguinte eu lhe disse: ‘Agora, pois, dá o teu filho para que o comamos’, mas ela escondeu o seu filho!” Assim que o rei ouviu o que aquela mulher disse, rasgou as vestes enquanto caminhava pelo muro; e o povo viu que o rei vestia pano de saco por baixo, sobre a pele. Então disse o rei: “Que Deus me castigue com todo o rigor se a cabeça de Elishá ben Shafat, Eliseu filho de Safate, lhe ficar sobre os ombros até o final deste dia!” Eliseu estava sentado em sua casa e os anciãos sentados com ele; o rei fez-se preceder por um mensageiro. Mas antes que este chegasse até ele, Eliseu declarou àquelas autoridades: “Vistes como esse filho de assassino mandou-me cortar a cabeça! Ficai, pois, atentos! Assim que o mensageiro chegar, fechai a porta e empurrai-o, deixando-o para fora e a porta trancada. Porventura ele não será imediatamente seguido pelos passos do seu senhor? Quando Eliseu ainda estava falando com eles, o mensageiro chegou e declarou: “Isto é um castigo que vem de Yahweh; que razão teria ainda para ter esperança no SENHOR?” 2 Reis 6. Amém!🙏🙏
Ivonete Chasson
Tudo para a glória de Deus!🙏
🇧🇷🇺🇸Todos os artigos são automaticamente traduzidos do português para o Inglês.🇧🇷🇺🇸
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🙏UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha. Escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus Altíssimo, revelo a vós este mistério. Não se deixem enganar. Muitos sofrem por causa das guerras, e por causa da ganância de alguns, para adquirir poder e riqueza. Nos tempos passados, o inimigo das vossas almas usou, está usando, e irá usar, a estratégia de guerra. O inferno irá jogar nações contra nações para trazer dor e sofrimento para muitos. E grande será o sofrimento durante as guerras. Porque as guerras, elas trazem fome, ela trás escassez, e o diabo usa a fome, usa a escassez para tirar a vida de muitos, e para fazer os que sobreviverem se tornarem canibais. Agora, existe uma grande diferença entre a fome da provação que vem de Deus e da fome que vem do inferno, através de guerras e confrontos. Sabe porque? Porque, Deus veio para dar vida e vida em abundância. Mas, o Diabo, ele veio para matar, roubar e destruir tudo que tem vida. Quando Deus decidiu mandar a fome por toda a terra, Ele preparou, e capacitou José para governar a terra do Egito, para manter uma multidão viva e bem alimentada. Porque tudo que Deus faz é bom e é perfeito. E Ele cuida dos mínimos detalhes para que ninguém venha sofrer mais do que o necessário, para passar o tempo da provação. Vejam: Então, José explicou ao rei: “Em verdade o Faraó teve um único sonho, pois ambos têm o mesmo sentido: Deus anunciou ao Faraó o que Ele vai realizar proximamente. As sete vacas belas e gordas significam sete anos, assim como as sete espigas saudáveis e cheias representam sete anos; é um só e mesmo sonho, portanto. As sete vacas feias e magras que sobem em seguida simbolizam sete anos e também as sete espigas mirradas e queimadas pelo sol e o vento oriental: é que haverá sete anos de fome. É exatamente como eu anunciei ao senhor: aprouve a Deus mostrar ao Faraó aquilo que Ele vai fazer proximamente. Sete anos vindouros de muita fartura chegarão e abençoarão toda a terra do Egito. Entretanto, em seguida virão sete anos de fome. Então, todo o tempo de abastança será esquecido, porquanto a fome arruinará a terra. A fome que se abaterá depois dos bons anos será tão severa que o tempo de abundância não será mais lembrado sobre a terra. O sonho veio ao Faraó duas vezes para deixar claro que Deus já se decidiu por assim agir e se apressa em realizar o que determinou”. E concluiu José: “Agora, portanto, que o Faraó escolha um homem inteligente e sábio e o estabeleça sobre toda a terra do Egito. Que o Faraó aja e institua funcionários supervisores na terra para recolher um quinto da colheita do Egito durante os próximos sete anos de fartura. Eles deverão reunir todos os víveres que puderem desses bons anos que virão e acumular estoques de trigo que, sob o controle do Faraó, serão armazenados nas cidades. Esse estoque servirá de reserva especial para os sete anos de fome que se abaterão sobre o Egito, a fim de que a terra não seja aniquilada e o povo não morra de fome!” A palavra e o plano de José agradaram ao Faraó e a todos os seus sábios e conselheiros. E, portanto, o Faraó proclamou diante de sua corte e oficiais: “Encontraremos um homem como este, em quem esteja o Espírito de Deus?” Então o Faraó declarou a José: “Visto que Deus te fez saber tudo isso, não há ninguém tão perspicaz e sábio como tu em nossas terras! Tu serás o administrador do meu palácio e todo o meu povo se conformará às tuas ordens; só no trono te precederei!” O Faraó disse mais a José: “Vê: eu te estabeleço sobre toda a terra do Egito”. E o Faraó tirou do dedo seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou que o vestissem com linho fino e colocou uma corrente de ouro fino em volta de seu pescoço. Também o convidou a subir em sua segunda carruagem real, tendo à frente os arautos do império que iam bradando: “Abrek, Inclinai-vos!” Assim José foi empossado no comando de toda a terra do Egito. E acrescentou ainda o Faraó: “Eu sou o Faraó, mas sem tua permissão ninguém erguerá a mão ou pé para dar um passo em toda a terra do Egito!” E o Faraó impôs a José o nome de Zafenate-Paneia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, cidade do sol. Depois José saiu a inspecionar toda a terra do Egito. José tinha trinta anos quando se apresentou diante do Faraó, rei do Egito, e José deixou a presença do Faraó e percorreu toda a terra do Egito. Durante os sete anos de abundância, a terra produziu copiosamente, e ele reuniu todos os víveres e o trigo excedente dos sete anos em que houve grande fartura sobre a terra do Egito e depositou-os nos armazéns construídos em todas as cidades egípcias. Em cada cidade ele armazenava os cereais colhidos nas lavouras das redondezas. Foi dessa maneira que José estocou tanto mantimento, que desistiu de ficar pesando e contabilizando as cifras; as quantidades iam além de toda medida: parecia a areia das praias do mar. Antes de começarem os anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, esclarecendo: “Deus me fez esquecer meus dias difíceis e toda a família de meu pai”. Quanto ao segundo filho, ele o chamou de Efraim, justificando: “Deus me fez próspero na terra dos meus sofrimentos”. Então chegaram ao fim os sete anos de abundância que houve na terra do Egito. E, como José havia predito, começaram a vir os sete anos de fome. Havia carestia e fome em todas as terras vizinhas, mas em todo o Egito havia o que comer. Contudo, quando os egípcios também começaram a passar fome, foram reclamar alimentos com o rei. Então lhes ordenou o Faraó: “Ide a José e fazei tudo quanto ele vos disser!” Nesse momento a fome já assolava todas as terras. Então José mandou que se abrissem todos os armazéns de trigo, e começou a vender mantimentos aos egípcios. Agravou-se ainda mais a fome na terra do Egito. De todos os povos e regiões chegavam pessoas ao Egito para adquirir cereais de José, pois sobre o mundo inteiro abatera-se a mais severa falta de alimentos. Entendam, Deus não se agrada no sofrimento de ninguém. Mas o inferno, ele se levanta para trazer dor e sofrimento. E sem nenhuma dó e sem nenhuma piedade, o Diabo faz guerras e causa fome. E a falta de alimentos, a escassez se torna tão severa que o próprio inimigo coloca na mente das pessoas sugerindo que elas matam, e se alimentam dos próprios filhos. E muitos são os que aceitam esses tipos de sugestão do inferno. Vejam: No dia seguinte, Eliseu levantou-se ao romper da aurora e saiu. E eis que um batalhão cercava toda a cidade com cavalos e carros de guerra. Seu servo lhe indagou: “Ai, meu senhor, o que haveremos de fazer?” E o profeta acalmou-o dizendo: “Não tenhas medo! Porquanto são mais numerosos os que estão conosco que os que estão com eles”. Em seguida Eliseu orou suplicando: “Ó Yahweh, abre os olhos dele a fim de que consiga ver!” E o SENHOR fez com que o moço pudesse enxergar a montanha coberta de cavalos e carros de fogo em torno de Eliseu. E quando os sírios desciam contra ele, Eliseu orou assim a Yahweh: “Rogo-te que firas estes homens de cegueira!” E, naquele momento, o SENHOR fez com que todos os soldados arameus ficassem completamente cegos, conforme o pedido de Eliseu. Então Eliseu lhes deu uma palavra de orientação: “Não é este o caminho, nem é esta a cidade que procurais! Segui-me, que vos conduzirei ao homem que buscais”. Mas ele os conduziu a Samaria. Ao entrarem em Samaria, Eliseu orou: “Yahweh, abre os olhos dessa gente, para que vejam!” E o SENHOR abriu-lhes os olhos, e eles observaram que estavam dentro da cidade de Samaria. Assim que o rei de Israel os viu, consultou a Eliseu: “Devo matá-los, meu Aba? Devo liquidá-los, meu mestre?” Ao que lhe respondeu o profeta: “Não! Porventura costumas tirar a vida daqueles que tua espada e o teu arco fizeram prisioneiros?” Dá-lhes pão e água, para que se alimentem, saciem-se e depois voltem para o seu senhor”. O rei mandou que lhes fosse servido um grande banquete; depois de terem comido e bebido até se fartarem, despediu-os e eles retornaram para o seu senhor. E por causa disso, as tropas da Síria desistiram por algum tempo de tentar invadir o território de Israel. Depois disso, Bem-Hadade, rei de Aram, Síria, convocou todo o seu exército para atacar e sitiar Shomron, Samaria. Houve grande fome em Samaria, porque o cerco foi mantido até que grande fome se espalhou por toda a cidade, a ponto de uma cabeça de jumento custar o equivalente a oitenta peças de prata, e uma caneca de esterco de pomba, cinco peças de prata. Quando o rei de Israel ia passando pela muralha, uma mulher lhe gritou: “Socorre-me, senhor meu rei!” Diante do que respondeu ele: “Se o SENHOR não te socorrer, quem sou eu para te ajudar? Acaso há trigo na eira ou vinho no tanque de prensar uvas?” Mesmo assim, o rei lhe indagou: “Que te aconteceu?” E ela explicou: “Esta mulher me disse: ‘Entrega teu filho, para que o comamos hoje, que amanhã comeremos o meu filho!’ Então cozinhamos o meu filho e o comemos; no dia seguinte eu lhe disse: ‘Agora, pois, dá o teu filho para que o comamos’, mas ela escondeu o seu filho!” Assim que o rei ouviu o que aquela mulher disse, rasgou as vestes enquanto caminhava pelo muro; e o povo viu que o rei vestia pano de saco por baixo, sobre a pele. Então disse o rei: “Que Deus me castigue com todo o rigor se a cabeça de Elishá ben Shafat, Eliseu filho de Safate, lhe ficar sobre os ombros até o final deste dia!” Entendam, o Rei estava culpando o profeta Eliseu pela situação que o povo da cidade de Samaria estava passando, porque o profeta de Deus não deixou o rei matar, nem aniquilar o exército da Síria. E agora o mesmo exército estava cercando a cidade, causando terríveis falta de alimentos. Mas, essa é, e sempre foi a estratégia do inferno contra a humanidade. Mas, o Diabo só levanta para cair. Porque Deus não perde batalhas. E Eu vos digo mais; está vindo aí uma terrível escassez, uma terrível fome. Mas, assim como Deus levantou José para alimentar multidões, Ele está levantando alguém nestes tempos para alimentar multidões. E mais; Deus não irá deixar que os planos do inferno prevaleça contra o seu povo. E se for necessário, Deus fará alimentos cairem do céu, assim como Ele fez para alimentar o seu povo no deserto por quarenta anos. Mas, o inferno não prevalecerá contra o povo de Deus, porque a peleja não é vossa, a peleja é do próprio Deus.” Queridos, somente creiam neste Deus vencedor! “Dois anos se passaram. Certo dia, o rei do Egito sonhou que estava em pé na beira no rio Nilo. De repente, saíram do rio sete vacas vistosas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos que vicejam à beira do rio. Logo em seguida saíram do rio outras sete vacas, de aparência feia e mal alimentadas, e se alinharam ao lado das primeiras, na margem do Nilo. Então, aconteceu que as vacas feias e magras engoliram as bonitas e gordas. Foi quando o Faraó acordou assustado. Ele voltou a dormir e teve um segundo sonho: sete espigas subiam de uma mesma haste, granadas e lindas de se ver. Mas eis que sete espigas mirradas e queimadas pelo sol e vento orientais nasciam atrás delas. Então, aconteceu que as espigas mirradas devoraram as sete espigas graúdas e cheias. Então, o Faraó acordou preocupado: era um sonho! De manhã, com o espírito conturbado, o Faraó mandou chamar todos os magos e todos os sábios do Egito e lhes contou os sonhos que tivera durante aquela noite passada, mas ninguém conseguiu dar ao Faraó uma explicação convincente. Então o chefe dos copeiros dirigiu a palavra ao Faraó e lhe declarou: “Devo confessar hoje minhas faltas! Um dia o senhor ficou com muita raiva de mim e do chefe dos padeiros e mandou nos prender na casa do capitão da guarda. Numa daquelas noites, cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação particular. Pois bem, havia ali conosco um jovem hebreu, um escravo do capitão da guarda. Contamos a ele nossos sonhos, e ele nos revelou os seus significados, proporcionando a cada um de nós a interpretação exata do seu próprio sonho. E tudo aconteceu de acordo com o que ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição de confiança e o padeiro foi empalado!” Assim que ouviu isso, o Faraó mandou chamar José, que foi trazido às pressas da prisão onde estava. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se perante o Faraó. Então o Faraó dirigiu a palavra a José e declarou: “Eu tive sonhos que ninguém consegue interpretar. Entretanto, ouvi dizer de ti que quando ouves qualquer sonho podes decifrá-lo”. Contudo, José disse ao Faraó: “Quem sou eu! É Deus quem dará ao Faraó uma resposta favorável!”Então o Faraó contou a José o que sonhara: “Em meu sonho, parecia-me estar em pé na margem do Nilo. Eis que subiam do Nilo sete vacas bem alimentadas e de bela aparência, que começavam a pastar entre os juncos. No entanto, eis que outras sete vacas emergiram logo depois delas, exaustas, de aparência feia e mal alimentadas: jamais vi animais tão debilitados em toda a terra do Egito. As vacas magras e feias devoraram as sete primeiras, as vacas gordas. Mesmo depois que as devoraram, não demonstravam qualquer benefício em tê-las devorado, porquanto sua aparência continuava tão extenuada e feia quanto no início. Então acordei. Mais tarde voltei a sonhar e vi sete espigas de cereal, cheias e saudáveis, que cresciam num mesmo pé. Depois delas, brotaram outras setes espigas, murchas e mirradas, ressequidas pelo sol extenuante e o vento leste. As espigas magras engoliram as sete espigas boas. Contei isso a todos os magos e adivinhos do Egito, mas ninguém foi capaz de esclarecer-me! Então, José explicou ao rei: “Em verdade o Faraó teve um único sonho, pois ambos têm o mesmo sentido: Deus anunciou ao Faraó o que Ele vai realizar proximamente. As sete vacas belas e gordas significam sete anos, assim como as sete espigas saudáveis e cheias representam sete anos; é um só e mesmo sonho, portanto. As sete vacas feias e magras que sobem em seguida simbolizam sete anos e também as sete espigas mirradas e queimadas pelo sol e o vento oriental: é que haverá sete anos de fome. É exatamente como eu anunciei ao senhor: aprouve a Deus mostrar ao Faraó aquilo que Ele vai fazer proximamente. Sete anos vindouros de muita fartura chegarão e abençoarão toda a terra do Egito. Entretanto, em seguida virão sete anos de fome. Então, todo o tempo de abastança será esquecido, porquanto a fome arruinará a terra. A fome que se abaterá depois dos bons anos será tão severa que o tempo de abundância não será mais lembrado sobre a terra. O sonho veio ao Faraó duas vezes para deixar claro que Deus já se decidiu por assim agir e se apressa em realizar o que determinou”. E concluiu José: “Agora, portanto, que o Faraó escolha um homem inteligente e sábio e o estabeleça sobre toda a terra do Egito. Que o Faraó aja e institua funcionários supervisores na terra para recolher um quinto da colheita do Egito durante os próximos sete anos de fartura. Eles deverão reunir todos os víveres que puderem desses bons anos que virão e acumular estoques de trigo que, sob o controle do Faraó, serão armazenados nas cidades. Esse estoque servirá de reserva especial para os sete anos de fome que se abaterão sobre o Egito, a fim de que a terra não seja aniquilada e o povo não morra de fome!” A palavra e o plano de José agradaram ao Faraó e a todos os seus sábios e conselheiros. E, portanto, o Faraó proclamou diante de sua corte e oficiais: “Encontraremos um homem como este, em quem esteja o Espírito de Deus?” Então o Faraó declarou a José: “Visto que Deus te fez saber tudo isso, não há ninguém tão perspicaz e sábio como tu em nossas terras! Tu serás o administrador do meu palácio e todo o meu povo se conformará às tuas ordens; só no trono te precederei!” O Faraó disse mais a José: “Vê: eu te estabeleço sobre toda a terra do Egito”.E o Faraó tirou do dedo seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou que o vestissem com linho fino e colocou uma corrente de ouro fino em volta de seu pescoço. Também o convidou a subir em sua segunda carruagem real, tendo à frente os arautos do império que iam bradando: “Abrek, Inclinai-vos!” Assim José foi empossado no comando de toda a terra do Egito. E acrescentou ainda o Faraó: “Eu sou o Faraó, mas sem tua permissão ninguém erguerá a mão ou pé para dar um passo em toda a terra do Egito!” E o Faraó impôs a José o nome de Zafenate-Paneia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, cidade do sol. Depois José saiu a inspecionar toda a terra do Egito. José tinha trinta anos quando se apresentou diante do Faraó, rei do Egito, e José deixou a presença do Faraó e percorreu toda a terra do Egito. Durante os sete anos de abundância, a terra produziu copiosamente, e ele reuniu todos os víveres e o trigo excedente dos sete anos em que houve grande fartura sobre a terra do Egito e depositou-os nos armazéns construídos em todas as cidades egípcias. Em cada cidade ele armazenava os cereais colhidos nas lavouras das redondezas. Foi dessa maneira que José estocou tanto mantimento, que desistiu de ficar pesando e contabilizando as cifras; as quantidades iam além de toda medida: parecia a areia das praias do mar. Antes de começarem os anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, esclarecendo: “Deus me fez esquecer meus dias difíceis e toda a família de meu pai”. Quanto ao segundo filho, ele o chamou de Efraim, justificando: “Deus me fez próspero na terra dos meus sofrimentos” Então chegaram ao fim os sete anos de abundância que houve na terra do Egito.E, como José havia predito, começaram a vir os sete anos de fome. Havia carestia e fome em todas as terras vizinhas, mas em todo o Egito havia o que comer. Contudo, quando os egípcios também começaram a passar fome, foram reclamar alimentos com o rei. Então lhes ordenou o Faraó: “Ide a José e fazei tudo quanto ele vos disser!” Nesse momento a fome já assolava todas as terras. Então José mandou que se abrissem todos os armazéns de trigo, e começou a vender mantimentos aos egípcios. Agravou-se ainda mais a fome na terra do Egito. De todos os povos e regiões chegavam pessoas ao Egito para adquirir cereais de José, pois sobre o mundo inteiro abatera-se a mais severa falta de alimentos.” Gênesis 41:1-57🙏
Ivonete Chasson
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🙏📖UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA ALGUÉM. O Senhor Jesus me deu este Salmo para eu postar hoje. ASSIM DIZ O SENHOR JESUS PARA ALGUÉM: “Cantai de júbilo a Deus, nossa força; celebrai o Deus de Jacó.
Salmodiai e fazei soar os pandeiros, tocai a lira e a harpa melodiosa. Fazei ressoar a trompa, na lua nova, na lua cheia, no dia de nossa festa! Porque é uma lei para Israel, um preceito do Deus de Jacó, uma regra que Ele impôs a José, quando saiu contra a terra do Egito. Ali ouvimos uma língua que não compreendíamos.
Ele declara: “Tirei o fardo dos teus ombros, e tuas mãos ficaram livres dos cestos de cargas.
Quando clamaste na aflição, Eu te libertei; Eu te respondi, oculto no trovão; provei-te junto às águas de Meribá. Escuta, povo meu! Quero admoestar-te. Tomara que tu, Israel, me escutes! Não haja no meio de ti deus estranho, não adorarás qualquer entidade diferente de mim! Eu Sou o Eterno, teu Deus, que te fez subir da terra do Egito; abre bem a tua boca, e Eu te satisfarei! Contudo, meu povo preferiu não me dar ouvidos; Israel não quis obedecer-me. Por isso os entreguei a seu próprio coração teimoso, a fim de que seguissem seus intentos e desejos! Ah! Se meu povo me escutasse! Se Israel andasse pelos meus caminhos, prontamente, Eu mesmo venceria seus inimigos, voltaria a minha mão contra todos os seus adversários; os que odeiam o SENHOR se renderiam diante dele, e receberiam uma punição perpétua. Então, Eu sustentaria Israel com o melhor trigo e, com mel retirado da rocha, Eu, pessoalmente, o satisfaria”. Salmos 81:1-16📖🙏
Ele declara: “Tirei o fardo dos teus ombros, e tuas mãos ficaram livres dos cestos de cargas.
Quando clamaste na aflição, Eu te libertei; Eu te respondi, oculto no trovão; provei-te junto às águas de Meribá. Escuta, povo meu! Quero admoestar-te. Tomara que tu, Israel, me escutes! Não haja no meio de ti deus estranho, não adorarás qualquer entidade diferente de mim! Eu Sou o Eterno, teu Deus, que te fez subir da terra do Egito; abre bem a tua boca, e Eu te satisfarei! Contudo, meu povo preferiu não me dar ouvidos; Israel não quis obedecer-me. Por isso os entreguei a seu próprio coração teimoso, a fim de que seguissem seus intentos e desejos! Ah! Se meu povo me escutasse! Se Israel andasse pelos meus caminhos, prontamente, Eu mesmo venceria seus inimigos, voltaria a minha mão contra todos os seus adversários; os que odeiam o SENHOR se renderiam diante dele, e receberiam uma punição perpétua. Então, Eu sustentaria Israel com o melhor trigo e, com mel retirado da rocha, Eu, pessoalmente, o satisfaria”. Salmos 81:1-16📖🙏
Ivonete Chasson
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