MAS, ASSIM QUE OS SEUS COLEGAS DE LIDERANÇA E TODOS OS SÁTRAPAS TOMARAM CONHECIMENTO DESSAS INTERAÇÕES DO REI, MUITOS PASSARAM A PROCURAR MOTIVOS PARA ACUSAR DANIEL EM SUA ADMINISTRAÇÃO E GOVERNO, MAS NADA DE MAL CONSEGUIAM ENCONTRAR. NÃO PUDERAM ACHAR FALTA ALGUMA EM DANIEL E EM SEU PROCEDER, PORQUANTO ELE ERA LEAL; NELE NÃO HAVIA QUALQUER DESONESTIDADE, DESLEIXO OU ERRO ALGUM. ENTÃO ELES CONCLUÍRAM E MURMURARAM ENTRE SI: NUNCA ENCONTRAREMOS ALGUM MOTIVO FORTE O SUFICIENTE PARA DENUNCIARMOS ESSE FANIEL, A MENOS QUE SEJA ALGO RELACIONADO A LEI DO SEU ELAH, DEUS!
O ESCLARECIMENTO SA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
MAS, ASSIM QUE OS SEUS COLEGAS DE LIDERANÇA E TODOS OS SÁTRAPAS
TOMARAM CONHECIMENTO DESSAS INTERAÇÕES DO REI, MUITOS PASSARAM A PROCURAR MOTIVOS PARA ACUSAR DANIEL EM SUA ADMINISTRAÇÃO E GOVERNO, MAS NADA DE MAL CONSEGUIAM ENCONTRAR. NÃO PUDERAM ACHAR FALTA ALGUMA EM DANIEL E EM SEU PROCEDER, PORQUANTO ELE ERA LEAL; NELE NÃO HAVIA QUALQUER DESONESTIDADE, DESLEIXO OU ERRO ALGUM. ENTÃO ELES CONCLUÍRAM E MURMURARAM ENTRE SI: NUNCA ENCONTRAREMOS ALGUM MOTIVO FORTE O SUFICIENTE PARA DENUNCIARMOS ESSE FANIEL, A MENOS QUE SEJA ALGO RELACIONADO A LEI DO SEU ELAH, DEUS!
“Então, pareceu bem a Dario nomear cento e vinte sátrapas, vice-reis, para governar todo o seu reino. E, acima deles, três grandes líderes, um dos quais era Daniel. Os sátrapas tinham que prestar contas a esses supervisores a fim de que o rei não sofresse qualquer dano ou prejuízo. E aconteceu que, o mesmo Daniel foi tão notável entre seus colegas de liderança, e entre todo o colegiado dos sátrapas por suas qualidades extraordinárias, que o imperador planejava nomeá-lo para a função de governador geral do seu reino.
Mas, assim que os seus colegas de liderança e todos os sátrapas tomaram conhecimento dessas intenções do rei, muitos passaram a procurar motivos para acusar Daniel em sua administração e governo, mas nada de mal conseguiam encontrar. Não puderam achar falta alguma em Daniel e em seu proceder, porquanto ele era leal; nele não havia qualquer desonestidade, desleixo ou erro algum. Então eles concluíram e murmuraram entre si: “Nunca encontraremos algum motivo forte o suficiente para denunciarmos esse Daniel, a menos que seja algo relacionado a lei do seu Elah, Deus!” Assim, aqueles supervisores e os sátrapas, de comum acordo, foram conversar com o rei, dizendo: “Ó rei Dario, vive para sempre! Eis que todos nós: supervisores reais, prefeitos, sátrapas, conselheiros e governadores estamos concordes em rogar que o rei deva baixar um edito ordenando que todo aquele que orar ou fizer petição a qualquer deus ou a qualquer ser humano nos próximos trinta dias, excetuando à tua pessoa, ó majestade, seja atirado sumariamente à cova dos leões. Agora, pois, ó rei, se estás de acordo, emite o decreto e assina o edital, a fim de que o mesmo nunca mais seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que uma vez sancionada, não se pode revogar jamais!
Então, diante do parecer daqueles conselheiros, o rei Dario deferiu e assinou o decreto. Assim que Daniel soube que esse decreto do rei havia sido proclamado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali orou como costumava fazer cotidianamente, três vezes ao dia; ajoelhou-se, rogou e deu graças diante do seu Elah, Deus. Então aqueles homens se juntaram para investigar e descobriram Daniel orando, suplicando ajuda a Deus. E, mais que depressa, foram falar com o rei acerca do cumprimento do decreto real e argumentaram: “Tu não publicaste uma resolução real ordenando que nestes trinta dias toda pessoa que manifestasse um pedido a qualquer deus ou a qualquer ser humano, exceto a ti, ó rei, fosse atirado sumariamente à cova dos leões?” Ao que o rei replicou: “Sim, este decreto está em pleno vigor, de acordo com a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada!” Então eles aproveitaram para fazer a seguinte comunicação ao rei: “Ora, pois Daniel, um daqueles exilados de Judá, não tem feito caso de ti nem das tuas ordens e do decreto que assinaste ; muito ao contrário, faz as suas orações todos os dias, e três vezes ao dia. Ao ouvir tal notícia, o rei ficou profundamente consternado e resolveu salvar Daniel; esforçando-se até o pôr-do-sol a fim de encontrar uma maneira legal para livrá-lo.
Contudo os homens foram unanimes em insistir: “Ó rei, lembra-te bem, que conforme a lei dos medos e dos persas, nenhuma determinação real ou edito assinado do rei poder ser alterado ou descumprido!” Então o rei deu ordens, e eles prenderam Daniel e o jogaram na cova dos leões. O rei, contudo, encorajou a Daniel, dizendo: “Que Elah, o teu Deus, a quem serves todos os dias, haverá de te livrar!” Em seguida, taparam a cova com uma pedra, e o rei a selou com o seu anel-selo e também com os anéis dos seus nobres, para que a decisão sobre Daniel não pudesse ser modificada. Depois o rei dirigiu-se para o seu palácio e passou a noite em jejum, e não permitiu que fossem trazidos à sua presença qualquer instrumento de música; e o rei não conseguiu conciliar o sono durante toda aquela noite. Logo ao raiar do dia, o rei se levantou e correu em direção à cova dos leões. Quando ia se aproximando da entrada da cova, chamou o nome de Daniel com grande sofreguidão e tristeza: “Daniel! Servo de Elah, o Deus Vivo! Será que o teu Deus, a quem tu serves diariamente, pôde livrá-lo dos leões?” E então ouviu-se a voz de Daniel que respondeu: “Ó caro rei! Vive para sempre! Eis que o meu Deus enviou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Elah, Deus, considerou-me inocente aos seus olhos. E, de igual modo, porque jamais cometi qualquer fraude ou delito contra o senhor, ó majestade!” E diante do que acontecera, o coração do rei muito se alegrou. Em seguida, o rei ordenou que tirassem Daniel da cova, e testemunharam que não havia nenhum arranhão ou qualquer outro ferimento em todo o corpo de Daniel, pois ele havia confiado, continuamente, em seu Deus. Entrementes, por ordem expressa do rei, todos os homens que tinham acusado Daniel foram lançados na mesma cova dos leões, junto com as suas esposas e filhos. E, antes mesmo que pudessem chegar ao fundo da cova, os leões os atacaram e despedaçaram todos os seus ossos. Mais tarde, o rei Dario escreveu aos homens de todos os povos, nações, línguas e culturas em toda a terra nos seguintes termos: “Shelâm! Paz e Prosperidade! Eis que edito um decreto para que em todos os domínios do império, todas as pessoas temam e reverenciem o Deus de Daniel. Porquanto ele é Elah, o Deus Vivo, e permanece para sempre; o seu Reino não será jamais destruído, e o seu domínio nunca terá fim! Elah, Deus, livra e salva; só ele realiza sinais miraculosos e maravilhas nos céus e em toda a terra. Foi Elah, Deus, quem livrou Daniel do poder dos leões selvagens! E assim, Daniel prosperou grandemente durante o império de Dario, e mais tarde, também no reinado de Ciro, o Persa.“ Daniel 6. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para os meus filhos. Eu o Espírito Santo do Deus Altíssimo vos revelo este mistério. Muitos são os que se levantaram contra os ungidos de Deus. A palavra verdadeira e registrada vos revela levante após levante contra os filhos ungidos de Deus. E nos tempos de hoje, não é diferente: Aqueles que são usados pelo inimigo se levantam com tramas, se levantam com reuniões; eles nem gostam uns dos outros mas se juntaram para tentar derrubar os ungidos de Deus. Assim como se juntaram e tramaram para derrubar Daniel eles estão nos tempos de hoje fazendo a mesma coisa. Eles procuraram falhas; não encontraram. Mas não sabem eles que o Deus que ungi os seus filhos é o mesmo Deus que os protege. E assim como Deus livrou os seus filhos ungidos das garras de satanás e ao mesmo tempo destruiu aqueles que se levantaram contra eles, Deus fará também nos tempos de hoje mostrando para toda a humanidade que Ele continua o mesmo Deus. Os inimigos que se levantam contra os filhos ungidos de Deus não permanecem de pé. Porque Deus não deixa que fiquem de pé. Deus é o mesmo, Ele permanece o mesmo, Ele não muda e nunca mudará. Deus poderia ter livrado Daniel de ser jogado dentro da cova dos leões, Deus poderia ter lotado os três jovens de serem jogados dentro da fornalha de fogo. Mas Deus não os livrou. Deus decidiu livrar os seus filhos dentro da cova dos leões e dentro da fornalha de fogo. Para mostra para todos que os animais selvagens o obedece e que o fogo também o obedece. Vejam os na palavra verdadeira: Então o rei deu ordens, e eles prenderam Daniel e o jogaram na cova dos leões. O rei, contudo, encorajou a Daniel, dizendo: “Que Elah, o teu Deus, a quem serves todos os dias, haverá de te livrar!” Em seguida, taparam a cova com uma pedra, e o rei a selou com o seu anel-selo e também com os anéis dos seus nobres, para que a decisão sobre Daniel não pudesse ser modificada. Logo ao raiar do dia, o rei se levantou e correu em direção à cova dos leões. Quando ia se aproximando da entrada da cova, chamou o nome de Daniel com grande sofreguidão e tristeza: “Daniel! Servo de Elah, o Deus Vivo! Será que o teu Deus, a quem tu serves diariamente, pôde livrá-lo dos leões?” E então ouviu-se a voz de Daniel que respondeu: “Ó caro rei! Vive para sempre! Eis que o meu Deus enviou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Em seguida, o rei ordenou que tirassem Daniel da cova, e testemunharam que não havia nenhum arranhão ou qualquer outro ferimento em todo o corpo de Daniel, pois ele havia confiado, continuamente, em seu Deus. Entrementes, por ordem expressa do rei, todos os homens que tinham acusado Daniel foram lançados na mesma cova dos leões, junto com as suas esposas e filhos. E, antes mesmo que pudessem chegar ao fundo da cova, os leões os atacaram e despedaçaram todos os seus ossos. Filhinhos, esse é o Deus de ontem, é o Deus de hoje e é o Deus de sempre. Ele não muda, Ele permanece o memo. Vejamos também o livramento de Deus para os três jovens na fornalha de fogo ardente: Se não prestares o vosso culto à imagem de ouro, sereis atirados sumariamente numa fornalha em chamas. E vos indago: Que deus poderá livrá-los das minhas mãos?” Então Sadraque, Mesaque e Adebe-Nego responderam ao rei: “Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos condenados por isso e lançados na fornalha de fogo ardente, o nosso Deus, Elah, a quem cultuamos pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos, ó majestade. Contudo, se ele não nos livrar, fica sabendo, ó rei, que não cultuaremos aos teus deuses, tampouco adoraremos a estátua que ergueste!” Diante disso Nabucodonosor ficou tão enfurecido que seu rosto transfigurou-se em ódio; e deu ordens expressas para que a fornalha fosse aquecida sete vezes mais que de costume; e ordenou a alguns guerreiros do seu exército que amarrassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os atirassem na fornalha de fogo ardente. Em seguida os três homens, trajando seus mantos, calções, turbantes e outras roupas, foram amarrados e atirados na fornalha, agora, ainda mais ardente. A ordem do rei era tão urgente e a fornalha estava tão quente que as chamas mataram os soldados quando empurraram Sadraque, Mesaque e Abede-Nego para dentro do incinerador. Eles caíram amarrados dentro da fornalha ardendo em chamas. Mas logo depois, o rei Nabucodonosor, assustado, levantou-se depressa e indagou aos seus conselheiros: “Não lançamos três homens amarrados dentro da fornalha em chamas?” E todos responderam: “Sim, ó rei, assim fizemos!”Então o rei exclamou: “Pois então vede isto! Há quatro homens desamarrados lá dentro, e nada sofrem, estão ilesos! E o quarto homem é parecido com um filho dos deuses!” Apressadamente Nabucodonosor aproximou-se da entrada da fornalha em chamas e gritou: “Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos de Elah, o Deus Altíssimo, saí e vinde até nós! Logo Sadraque, Mesaque e Abede-Nego deixaram a fornalha ardente e saíram do meio do fogo. E os sátrapas, os prefeitos, os governadores, e os conselheiros do rei, estando reunidos, observaram e comprovaram que as chamas não tiveram o poder de ferir qualquer parte do corpo deles. Nem mesmo um fio de cabelo tinha sido chamuscado, os seus mantos não estavam queimados, e não havia cheiro algum de fogo neles. Filhinhos, entendam que Deus muitas das vezes deixa que para livrar os seus filhos ungidos dentro do cenário, dentro da situação para mostrar para todos que Ele é Deus e que não há outro Deus além do vosso Deus. E Deus além de dar livramento aos seus filhos Ele também os honram com grandes exaltações. E os inimigos quando não são consumidos, eles nunca mais se levantam contra os ungidos de Deus. E da mesma forma Deus fará com os seus filhos ungidos nos tempos de hoje. E muitos ficarão de boca abertas sem entender nada. Porque Deus não dá explicação, Deus faz. “ Queridos, somente creiam neste Deus glorioso. “Mais tarde, o rei Nabucodonosor mandou construir um imagem de ouro de sessenta côvados de altura e seis côvados de largura, isto é, vinte e sete metros de altura e dois metros e setenta centímetros de largura. Ele a ergueu na planície de Durá, na província da Babilônia. Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os sátrapas, vice-reis; os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados, e todos os oficiais das províncias, para que viessem participar da dedicação da estátua que ele havia determinado que fosse levantada. E assim se ajuntaram: sátrapas, prefeitos, governadores, conselheiros, tesoureiros, juízes, magistrados e todas as autoridades das províncias. Todos eles vieram e cooperaram na consagração da imagem que o rei Nabucodonosor mandara erguer, e reverentemente ficaram em pé diante dela. Em seguida, o arauto do rei proclamou em alta voz: “Ordena-se, pois, a todos vós, ó povos, nações e gentes de todas as línguas: Assim que ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de outros instrumentos musicais, todos tocando juntos, vos ajoelhareis com o rosto rente à terra, e assim, prostrados, devereis adorar a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor vos edificou. No entanto, qualquer pessoa que não se prostrar com o rosto em terra, e não adorar a estátua será imediatamente atirado numa fornalha em chamas!” Sendo assim, logo que ouviram o som da corneta, do pífaro, da citara, da harpa, do saltério e de todos os demais instrumentos musicais, todo individuo, povo, nação e mesmo pessoas estrangeiras, de outras línguas e culturas, prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor fizera. Nesse momento alguns conselheiros e astrólogos se aproximaram do rei Nabucodonosor, e denunciaram os judeus, alegando: “Ó rei, vive eternamente!” Tu decretaste que todo homem que ouvisse o aviso emitido pelo som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de várias músicas executadas por muitos instrumentos, todos tocando juntos, deveria imediatamente prostrar-se em terra e adorar a grande estátua de ouro; e qualquer pessoa que não se prostrasse e adorasse seria lançada numa fornalha de fogo ardente. Contudo, há alguns homens judeus que tu nomeaste para zelar pelos negócios da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque, Abede-Nego, que não fizeram caso de ti nem de tuas ordens, ó rei; não cultuam aos teus deuses, tampouco adoram a imagem de ouro que tu ergueste!” Assim que ouviu essa declaração Nabucodonosor encolerizou-se terrivelmente e mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. E, rapidamente, estes homens foram trazidos à presença do rei. E Nabucodonosor lhes questionou: “Ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego! É mesmo verdade que não cultuais a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que edifiquei? Pois de agora em diante, ficai atentos, quando ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de todos os demais instrumentos entoando suas músicas, melhor será, imediatamente, que vos prostres e adores a estátua que fiz; dai, pois, ouvidos a esta advertência, pois será bem melhor. Se não prestares o vosso culto à imagem de ouro, sereis atirados sumariamente numa fornalha em chamas. E vos indago: Que deus poderá livrá-los das minhas mãos?” Então Sadraque, Mesaque e Adebe-Nego responderam ao rei: “Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos condenados por isso e lançados na fornalha de fogo ardente, o nosso Deus, Elah, a quem cultuamos pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos, ó majestade. Contudo, se ele não nos livrar, fica sabendo, ó rei, que não cultuaremos aos teus deuses, tampouco adoraremos a estátua que ergueste!” Diante disso Nabucodonosor ficou tão enfurecido que seu rosto transfigurou-se em ódio; e deu ordens expressas para que a fornalha fosse aquecida sete vezes mais que de costume; e ordenou a alguns guerreiros do seu exército que amarrassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os atirassem na fornalha de fogo ardente. Em seguida os três homens, trajando seus mantos, calções, turbantes e outras roupas, foram amarrados e atirados na fornalha, agora, ainda mais ardente. A ordem do rei era tão urgente e a fornalha estava tão quente que as chamas mataram os soldados quando empurraram Sadraque, Mesaque e Abede-Nego para dentro do incinerador. Eles caíram amarrados dentro da fornalha ardendo em chamas. Mas logo depois, o rei Nabucodonosor, assustado, levantou-se depressa e indagou aos seus conselheiros: “Não lançamos três homens amarrados dentro da fornalha em chamas?” E todos responderam: “Sim, ó rei, assim fizemos!”Então o rei exclamou: “Pois então vede isto! Há quatro homens desamarrados lá dentro, e nada sofrem, estão ilesos! E o quarto homem é parecido com um filho dos deuses!” Apressadamente Nabucodonosor aproximou-se da entrada da fornalha em chamas e gritou: “Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos de Elah, o Deus Altíssimo, saí e vinde até nós! Logo Sadraque, Mesaque e Abede-Nego deixaram a fornalha ardente e saíram do meio do fogo. E os sátrapas, os prefeitos, os governadores, e os conselheiros do rei, estando reunidos, observaram e comprovaram que as chamas não tiveram o poder de ferir qualquer parte do corpo deles. Nem mesmo um fio de cabelo tinha sido chamuscado, os seus mantos não estavam queimados, e não havia cheiro algum de fogo neles. Então Nabucodonosor exclamou: “Bendito seja Elah, o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu Malak, Anjo e livrou seus servos, que depositaram toda confiança nele; desafiando a ordem do rei, preferindo abrir mão de suas próprias vidas a prestar culto e adoração a outro deus que não fosse o seu Elah, Deus. Diante deste acontecimento, eu decreto que toda pessoa de qualquer povo, nação, cultura e língua que proferir alguma censura ou blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seja sumariamente esquartejado, e sua casa seja transformada em um monte de entulho queimado; porquanto, de fato, não existe nenhuma outra divindade que possa livrar seus servos dessa maneira!” E assim, o rei promoveu Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os fez prosperar na província da Babilônia.” Daniel 3:1-30
🇳🇱UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA OS HABITANTES DO PAÍS DA HOLANDA
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para os habitantes do país da Holanda. O vosso país abandonaram à Deus, e fizeram a si mesmo o vosso conselheiro e senhor. E hoje, depois de tantas decisões erradas, vós continuam acreditando que é melhor viver sem Deus do que com Deus. Mas Eu vos digo; o vosso sofrimento será grande porque Deus irá permitir um tempo de aflição para que vós venham a entender que os vossos senhores não os podem salvar e nem os livrarem das mãos de Deus. Mas aqueles que pertecem a Deus Ele os guardarão.” Queridos, somente creiam neste Deus justo e fiel! “E estais esquecidos da Palavra de encorajamento que Ele vos dirige como a filhos: “Meu filho, não desprezeis a disciplina do Senhor, nem desanimeis quando por Ele sois repreendido, pois o Senhor disciplina a quem ama, e educa todo aquele a quem recebe como filho”. Suportai as dificuldades, aceitando-as como disciplina; Deus vos trata como filhos. Ora, qual o filho que não passa pela correção do seu pai? Mas, se estais sem orientação, da qual todos se têm tornado participantes, então não sois filhos legítimos, mas bastardos. Além do mais, tínhamos nossos pais humanos que nos educavam, e nós os respeitávamos. Quanto mais devemos toda obediência ao Pai dos espíritos, para então vivermos! Porquanto, nossos pais nos disciplinavam por um espaço curto de tempo, da forma que melhor lhes parecia. Deus, entretanto, nos corrige para o nosso bem maior, a fim de que possamos participar plenamente da sua santidade. Toda correção, de fato, no momento em que ocorre não nos parece ser motivo de contentamento, mas de frustração; mais tarde, no entanto, produz fruto de justiça e paz para todos aqueles que por ela foram disciplinados.” Hebreus 12:5-11🇳🇱