AO FINAL, ALGUNS FORAM CONVENCIDOS PELOS FATOS QUE DEMONSTRARA, TODAVIA, OUTROS PREFERIRAM NÃO CRER. ENTÃO, COMEÇARAM A DISCORDAR ENTRE SI MESMOS E FORAM EMBORA, LOGO APÓS PAULO TER FEITO ESTÁ DECLARAÇÃO FINAL: BEM QUE O ESPÍRITO SANTO COMUNICOU AOS VOSSOS PAIS POR INTERMÉDIO DO PROFETA ISAÍAS: VAI A ESTE POVO E DIZE-LHE: OUVINDO, OUVIREIS, E DE MANEIRA NENHUMA ENTENDEREIS; E VENDO, VEREIS, MAS DE MANEIRA NENHUMA PERCEBEREIS. PORQUE O CORAÇÃO DESTE POVO SE TORNOU INSENSÍVEL E COM OS OUVIDOS OUVIRAM, PORÉM SEM DAR ATENÇÃO, E FECHARAM, OS OLHOS, PARA QUE NÃO VEJAM COM OS OLHOS, NEM OUÇAM COM OS OUVIDOS, NEM SE CONCERTAM E EU OS CURE!

 O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA SE DEUS PARA ALGUÉM 


AO FINAL, ALGUNS FORAM CONVENCIDOS PELOS FATOS QUE DEMONSTRARA, TODAVIA, OUTROS PREFERIRAM NÃO CRER. ENTÃO, COMEÇARAM A DISCORDAR ENTRE SI MESMOS E FORAM EMBORA, LOGO APÓS PAULO TER FEITO ESTÁ DECLARAÇÃO FINAL: BEM QUE O ESPÍRITO SANTO COMUNICOU AOS VOSSOS PAIS POR INTERMÉDIO DO PROFETA ISAÍAS: VAI A ESTE POVO E DIZE-LHE: OUVINDO, OUVIREIS, E DE MANEIRA NENHUMA ENTENDEREIS; E VENDO, VEREIS, MAS DE MANEIRA NENHUMA PERCEBEREIS. PORQUE O CORAÇÃO DESTE POVO SE TORNOU INSENSÍVEL E COM OS OUVIDOS OUVIRAM, PORÉM SEM DAR ATENÇÃO, E FECHARAM, OS OLHOS, PARA QUE NÃO VEJAM COM OS OLHOS, NEM OUÇAM COM OS OUVIDOS, NEM SE CONCERTAM E EU OS CURE! 

Estando a salvos em terra, soubemos que a ilha se chamava Malta. Os habitantes da ilha demonstraram impressionante bondade para conosco. Prepararam uma fogueira e receberam bem a todos nós, pois estava chovendo e fazia bastante frio. Enquanto Paulo ajuntava um feixe de gravetos e os lançava ao fogo, uma víbora, espantada com o calor, agarrou-se à sua mão. Assim que os habitantes da ilha viram aquela cobra presa na mão de Paulo, comentaram uns com os outros: “Com toda certeza esse homem é um assassino, pois, tendo sido salvo do mar revolto, a Justiça não lhe permitiu continuar vivendo!” Contudo, Paulo sacudindo a cobra no fogo, não sofreu mal algum. Eles, porém, acreditavam que Paulo começasse a inchar ou que caísse morto de um momento para outro, mas, havendo esperado por muito tempo e observado que nada de anormal lhe acontecia, mudaram de opinião e passaram a exclamar que ele era um deus. Públio hospeda Paulo e os irmãos. Nos arredores daquele lugar havia uma grande propriedade que pertencia a Públio, o principal da ilha. Ele nos convidou a ficar em sua casa e, por três dias, generosamente nos recebeu e nos hospedou. Todavia, seu pai estava muito enfermo, acamado e sofrendo com febre e disenteria. Paulo, então, foi-lhe fazer uma visita e, logo depois de orar, impôs-lhe as mãos e o curou. Havendo ocorrido esse fato, os outros doentes da ilha vieram também e saíram curados. E eles nos prestaram muitas homenagens e honrarias e, quando estávamos prestes a embarcar, nos ofertaram todo o suprimento de que necessitávamos para a viagem. Paulo chega a Roma e é preso. Passados três meses, partimos em um navio de Alexandria que invernara na ilha, o qual tinha como marca a imagem dos deuses gêmeos Cástor e Pólux. E, chegando ao porto de Siracusa, permanecemos ali por três dias. De lá, costeando, chegamos a Régio. No dia seguinte, soprando o vento sul, prosseguimos e conseguimos chegar a Potéoli no segundo dia. Ali encontramos alguns irmãos, e fomos convidados a ficar com eles sete dias. Depois disso, partimos para Roma. Os irmãos daquela região haviam recebido notícias de que estávamos para chegar e vieram até a praça de Ápio e às Três Vendas para nos encontrar. Assim que os viu, Paulo deu graças a Deus e sentiu no seu interior grande encorajamento. Quando chegamos a Roma, Paulo recebeu permissão para morar por conta própria, porém, sob a vigilância e guarda de um soldado. Depois de três dias, Paulo convocou os principais dentre os líderes judeus. E, reunindo-se com eles, declarou-lhes: “Caros irmãos, muito embora eu nada tenha feito contra o nosso povo, nem tampouco contra as tradições e costumes de nossos pais, fui preso em Jerusalém e entregue aos líderes romanos. Eles, depois de me interrogarem, decidiram me libertar, porquanto eu não era culpado de crime algum que merecesse a pena de morte. Entretanto, havendo os líderes judeus levantado protesto, fui obrigado a apelar para César, certamente não por ter qualquer acusação contra minha própria nação. Por esse motivo vos convidei, para que os pudesse ver e conversar convosco. Porquanto, é pela esperança de Israel que estou preso a estas correntes!” Então, eles lhe replicaram: “Ora, não recebemos nenhuma carta da Judeia falando a teu respeito, nem ao menos veio até aqui irmão algum que relatasse ou se queixasse de qualquer mal contra ti. Ainda assim, gostaríamos de ouvir de ti mesmo o que pensas, pois sabemos que, por todo esse mundo, fala-se contra essa seita. E, tendo eles marcado um dia, um grupo ainda maior de interessados foi à reunião com Paulo, em sua casa. Então, desde o início da manhã até o final da tarde, Paulo lhes deu todas as explicações e lhes testemunhou vivamente sobre o Reino de Deus, buscando convencê-los a respeito de Jesus, embasando seus argumentos na Lei de Moisés e nos Profetas. Ao final, alguns foram convencidos pelos fatos que demonstrara, todavia, outros preferiram não crer. Então, começaram a discordar entre si mesmos e foram embora, logo após Paulo ter feito esta declaração final: “Bem que o Espírito Santo comunicou aos vossos pais por intermédio do profeta Isaías: ‘Vai a este povo e dize-lhe: Ouvindo, ouvireis, e de maneira nenhuma entendereis; e vendo, vereis, mas de maneira nenhuma percebereis. Porque o coração deste povo se tornou insensível e com os ouvidos ouviram, porém sem dar atenção, e fecharam os olhos; para que não vejam com os olhos, nem ouçam com os ouvidos, nem se convertam e Eu os cure!” Sendo assim, quero que estejais perfeitamente cientes, que esta Salvação de Deus está sendo enviada aos gentios, e eles a ouvirão!” Então, logo depois de lhes admoestar dessa forma, os judeus se retiraram, debatendo acaloradamente entre si sobre o que ouviram. Por dois anos completos, Paulo permaneceu na casa que havia alugado, e recebia a todos quantos o procuravam. Pregava incansavelmente o Reino de Deus e ensinava a respeito do Senhor Jesus Cristo, com toda a liberdade, sem o mínimo impedimento.” Atos 28. Amém!



UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para os meus filhos. Eu o Espírito Santo do Poderoso Deus, Eu Sou, revelo a vós este mistério. Muitas tem sido as orações e os clamores de muitos por estarem vivendo em situações e cenários contrários as promessas de Deus para as vossas vidas. Mas, entendam que Deus não precisa de cenários favoráveis para Ele fazer aquilo que Ele os prometeu. Paulo também estava vivendo em um cenário desfavorável; ele estava na prisão. Mas, Paulo, como vós, carregava uma palavra, carregava uma promessa de Deus. E mesmo com tudo envolta dizendo que Paulo não iria conseguir, dizendo que tudo já estava acabado para Paulo. Paulo sabia que havia mais uma obra a ser cumprida. E que Deus não iria leva-lo antes de ele terminar o seu chamado na terra. E, com vós, não é diferente. Vós irão cumprir tudo o que Deus falou sobre as vossas vidas; o inferno querendo ou não. As vossas promessas ainda estão de pé, mesmo se tudo ao vosso redor esteja gritando que não. Deus não é homem para que minta e nem filho do homem para que se arrependa, se Ele disse que faria Ele fará. As vossas vidas estão complicadas, Eu sei. Mas foi Deus quem deixou que tudo se complicasse para Ele descomplicar e colocar tudo no lugar. Porque, nos vossos chamados não pode ter brecha, e estava tendo breach. E por isso Deus permitiu que as vossas vidas saíssem fora do lugar, para que agora Ele possa colocar tudo no lugar, tudo em ordem, da maneira que Ele quer que fica nas vossas vidas. Mas, muitos de vós, como Paulo, foram colocados por outras pessoas dentro da situação a qual vós se encontram no momento. E tudo para vós parece caos, e aos vossos olhos não tem mais jeito. Mas, lembrem-se que Deus é mestre em mudar, em transformar cenários caóticos. Paulo também se encontrou em um cenário caótico onde ele para salvar a sua vida das mãos dos judeus, teve que apelar por César. Filhinhos, não temam, não deixam que os vossos corações se desfaleçam, porque Deus sempre tem um escape para as vossas vidas. E como Paulo tinha mais uma missão para cumprir em Roma. Ele é entregue ao capitão do navio que o levaria até César; esta seria a última viagem de Paulo na terra. Mas a missão de pregar para os judeus romanos Paulo iria fazer, porque Deus estava com Paulo. Entendam que Deus os tirarão dos vossos cenários desfavoráveis e os colocaram para fazer a sua obra; da mesma maneira a qual Ele os prometeu que faria. Eu vos digo, assim como o inferno se levantou contra Paulo para que ele não chegasse até Roma, o inimigo sempre irá se levantar para os impedirem de chegar a onde Deus disse que vós chegariam. Mas, o inimigo só levanta para caí. Paulo chega a Roma, e com ele chega todos aqueles que estavam no navio, todos aqueles que Deus have entregue à Paulo. Filhinhos, tudo que vós estão passando é passageiro. O permanente de Deus chegará nas vossas vidas quando Deus entrar nos vossos cenários e colocar um ponto final, colocar um basta no que vós estão vivendo. E vós viverão o cumprimento das promessas de Deus nas vossas vidas. Paulo foi para a eternidade, mas vós ainda tem muito o que fazer na terra. Então, continuem firmes, acreditando e buscando à Deus com todo o vosso coração; sem murmuração.” Queridos, somente creiam neste Deus de poder e glória! “Então, foi determinado que navegássemos para a Itália. Paulo e alguns outros presos foram entregues a um centurião chamado Júlio, que pertencia ao regimento imperial. Embarcamos num navio de Adrimítio, que estava prestes a navegar para alguns portos pela costa da província da Ásia, e saímos ao mar. Estava conosco Aristarco, um macedônio de Tessalônica. No dia seguinte, chegamos a Sidom, e Júlio, num gesto de bondade para com Paulo, consentiu-lhe que fosse visitar seus amigos e receber deles o suprimento de suas necessidades. Partindo dali, fomos navegando próximo à costa norte de Chipre, porquanto os ventos eram contrários. Havendo atravessado o mar aberto ao longo da Cilícia e Panfília, aportamos em Mirra, na Lícia. Ali, o centurião encontrou um navio alexandrino que estava pronto a rumar para Itália e ordenou que embarcássemos nele. Navegamos lentamente por muitos dias, e foi em meio a muita dificuldade que chegamos a Cnido; não nos permitindo os ventos prosseguir mais adiante, navegamos ao sul de Creta, defronte de Salmona. E, enfrentando o mar e os ventos, costeamos a ilha até alcançar um lugar chamado Bons Portos, perto do qual ficava a cidade de Laseia. Tendo perdido muito tempo, agora a navegação por aquelas águas tornara-se por demais perigosa. Eis que o Dia da Expiação já havia passado e, portanto, Paulo os advertiu: “Senhores, antevejo que essa viagem será desastrosa, com avarias e muito prejuízo, não apenas em relação à carga e ao navio, mas também para nossas próprias vidas!” Todavia, o centurião, em vez de dar ouvidos às palavras de Paulo, preferiu seguir as sugestões do piloto e do proprietário do navio. Levando em consideração que o porto não era apropriado para passar o inverno, a maioria decidiu que deveríamos seguir navegando, com a esperança de alcançar Fenice e ali passar o inverno. Este era um porto de Creta, e que dava saída para sudoeste e noroeste. O anjo fala a Paulo na tempestade. Soprando brandamente o vento sul, e acreditando eles haverem conseguido alcançar o que almejavam, levantaram âncoras e foram costeando Creta bem próximo da ilha. Todavia, pouco tempo depois, desencadeou-se contra a ilha uma espécie de furacão conhecido como vento Nordeste. E, sendo o navio lançado para fora de curso, e não podendo navegar contra o vento, nos rendemos à sua fúria; cessamos as tentativas de manobras e nos deixamos ser levados. Passando ao sul e bem próximos de uma ilhota chamada Clauda, foi com extremo esforço que içamos a bordo o bote salva-vidas. Conseguindo recolher o bote para dentro do navio, empregaram todos os recursos para reforçar a embarcação com cordas; e temendo que encalhasse nos bancos de areia de Sirte, baixaram as velas e largaram o navio à deriva. Contudo, no dia seguinte, sendo violentamente castigados pela tempestade, começamos a atirar ao mar a carga do navio. Ao terceiro dia, em meio à tempestade, com as próprias mãos, lançaram fora a armação do navio. Nem sol, nem estrelas foram avistados por muitos dias. Aqueles ventos devastadores e o mar revolto abateram-se com ímpeto sobre nós a ponto de perdermos toda a esperança de sermos salvos. E, após muito tempo sem comer, Paulo se pôs de pé no meio deles e admoestou-os: “Senhores, devíeis ter dado ouvidos aos meus conselhos e não ter saído de Creta naqueles dias, pois dessa forma teriam evitado este dano e prejuízo.
Entretanto, agora, exorto-vos a que tenhais bom ânimo, porquanto não se perderá vida alguma entre nós, mas somente o navio será destruído. Pois ontem, durante a noite, apareceu-me um anjo do Deus a quem pertenço e a quem sirvo, e comunicou-me: ‘Paulo, não temas! Eis que é imperativo que compareças diante de César, e, por isso, Deus, por sua graça, te concedeu a tua vida e a de todos os que estão navegando contigo’. Portanto, senhores, tende coragem! Pois confio em Deus que tudo se cumprirá conforme me foi anunciado. Certamente, seremos arrastados para alguma ilha”. A palavra do anjo se cumpre. Chegou a décima quarta noite de agonia e continuávamos sendo impelidos pela tempestade no mar Adriático, quando, por volta da meia-noite, os marinheiros pressentiram que estávamos nos aproximando da terra. Então, lançando a sonda, concluíram que a profundidade era de trinta e sete metros; pouco tempo mais tarde, lançaram a sonda uma vez mais e verificaram vinte e sete metros. Temendo que fôssemos arremessados contra os rochedos, jogaram da popa quatro âncoras e começaram a rogar para que o amanhecer chegasse logo. E aconteceu que alguns marinheiros, tentando escapar do navio, começaram a baixar o bote salva-vidas ao mar, a pretexto de lançar âncoras pela proa. Então, Paulo declarou ao centurião e aos soldados: “Caso estes homens não permaneçam conosco a bordo, vós não podereis ser salvos!” Diante disso, os soldados cortaram as cordas que prendiam o bote salva-vidas ao navio e o deixaram cair ao mar. Logo aos primeiros sinais do alvorecer, Paulo insistia que todos voltassem a se alimentar, encorajando-os: “Hoje já é o décimo quarto dia que estais em vigília contínua e em absoluto jejum. Eis que agora eu vos exorto a que comais algo, porquanto somente dessa maneira podereis sobreviver. Nenhum de vós perderá um só fio de cabelo!” E, havendo dito isso, tomou pão e deu graças a Deus diante de todos. Em seguida, partiu o pão e começou a comer. Num momento, todos se reanimaram e também se alimentaram. Estavam a bordo duzentas e setenta e seis pessoas. Depois de haverem comido até ficarem plenamente satisfeitos, aliviaram ainda mais o peso do navio, lançando todo o trigo no mar. Quando se fez dia claro não reconheceram a terra, mas puderam avistar uma enseada, onde havia praia, e decidiram que o melhor seria tentar encalhar o navio ali. Então, cortando as cordas que seguravam as âncoras, abandonaram-nas no mar, desatando ao mesmo tempo as amarras que prendiam os lemes. Em seguida, alçando ao vento a vela que restara na proa, foram conduzidos em direção à praia. Entretanto, dando num lugar onde duas fortes correntes marítimas se encontravam, o navio encalhou em um banco de areia. A proa encravou-se e ficou imóvel, e a popa foi despedaçada pela força constante das ondas. Então, os soldados resolveram matar os prisioneiros para impedir que alguns deles conseguissem fugir, atirando-se ao mar. Contudo, o centurião, desejando poupar a vida de Paulo, os impediu de executar a ação proposta. E ordenou aos que sabiam nadar que se lançassem em primeiro lugar ao mar e rumassem em direção à terra. Os demais deveriam seguir os primeiros e salvar-se com a ajuda de tábuas ou destroços flutuantes do navio. E, assim, ninguém se perdeu e todos chegaram a salvo em terra firme. Paulo ministra curas em Malta. Atos 27:1-44





🇲🇿UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA O POVO DO PAÍS DE MOÇAMBIQUE  
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do país de Moçambique. Deus está dando mais uma chance para o vosso país permanecer de pé. Deus, deu livramentos aos a africanos brancos levando-os para o vosso país. Porque depois que vós expulsaram os portugueses o vosso país ficou em ruínas. E dessa vez os africanos brancos estão levantando o vosso país. Sabe porque? Porque Deus ouviu as vossas orações e Deus levou missionários para andar o vosso país em ato profético para abençoar a vós e o vosso país. Mas, Eu vos digo; não expulsam do vosso país estes branco que Deus mandou. Porque se vós os expulsarem Deus irá descer com grande cobrança sobre vós e sobre o vosso país. Deus os contemplam e Deus observa as vossas ações dia-após-dia.” Queridos, somente creiam neste Deus que tudo pode e tudo faz! “O SENHOR é benevolente e justo, nosso Deus é misericordioso. O SENHOR cuida das pessoas simples; quando já não tinha mais forças, Ele me salvou. Volta, minha alma, ao teu repouso, porquanto o SENHOR tem sido generoso para contigo! Visto que me livraste da morte; das lágrimas, meus olhos, e meus pés, da queda, andarei na presença do SENHOR, na terra dos vivos. Conservei a confiança, mesmo quando dizia: “Estou sobremodo aflito”. Eu dizia em minha consternação: “Ninguém é digno de confiança!” Como poderei retribuir ao SENHOR todos os seus benefícios para comigo? Elevarei o cálice da salvação e invocarei o Nome do SENHOR. Cumprirei meus votos para com o SENHOR na presença de todo o seu povo. Custa muito ao SENHOR ver morrer seus fiéis. Ah! SENHOR, bem que sou teu servo. Sim, sou teu servo, filho de tua serva; livraste-me dos meus grilhões. Eu te oferecerei um sacrifício de ação de graças, invocando o Nome do SENHOR. Cumprirei meus votos para com o SENHOR, na presença de todo o seu povo, nos átrios da Casa do SENHOR, no seu interior, ó Jerusalém. Aleluia! Salmos 116:5-19🇲🇿