QUANDO JESUS E SEUS DISCÍPULOS CHEGARAM A CAFARNAUM, OS COBRADORES DO IMPOSTO DE DUAS DRACMAS ABORDARAM A PEDRO E QUESTIONARAM: O VOSSO MESTRE NÃO PAGA O IMPOSTO DAS DUAS DRACMAS, AO TEMPLO? SIM, PAGA, RESPONDEU PEDRO. MAS QUANDO ELE ENTROU EM CASA, JESUS SE ANTECIPOU E PERGUNTOU-LHE PRIMEIRO: SIMÃO, QUAL A TUA OPINIÃO? DE QUEM COBRAM OS REIS DA TERRA IMPOSTOS E TRIBUTOS? DOS SEUS FILHOS OU DOS ESTRANHOS? DOS ESTRANHOS, RESPONDEU PEDRO. AO QUE JESUS CONCLUIU: LOGO, ESTÃO, OS FILHOS LIVRES DESSA OBRIGAÇÃO. ENTRETANTO, PARA QUE NÃO OS ESCANDALIZEMOS, VAI AO MAR, LANÇA O ANZOL, E O PRIMEIRO PEIXE QUE FISGAR , TIRA-O, E, ABRINDO-LHE A BOCA, ACHARÁS UM ESTÁTER. RETIRA AQUELA MOEDA E ENTREGUE A ELES PARA PAGAR O MEU IMPOSTO E O TEU TAMBÉM
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
QUANDO JESUS E SEUS DISCÍPULOS CHEGARAM A CAFARNAUM, OS COBRADORES DO IMPOSTO DE DUAS DRACMAS ABORDARAM A PEDRO E QUESTIONARAM: O VOSSO MESTRE NÃO PAGA O IMPOSTO DAS DUAS DRACMAS, AO TEMPLO? SIM, PAGA, RESPONDEU PEDRO. MAS QUANDO ELE ENTROU EM CASA, JESUS SE ANTECIPOU E PERGUNTOU-LHE PRIMEIRO: SIMÃO, QUAL A TUA OPINIÃO? DE QUEM COBRAM OS REIS DA TERRA IMPOSTOS E TRIBUTOS? DOS SEUS FILHOS OU DOS ESTRANHOS? DOS ESTRANHOS, RESPONDEU PEDRO. AO QUE JESUS CONCLUIU: LOGO, ESTÃO, OS FILHOS LIVRES DESSA OBRIGAÇÃO. ENTRETANTO, PARA QUE NÃO OS ESCANDALIZEMOS, VAI AO MAR, LANÇA O ANZOL, E O PRIMEIRO PEIXE QUE FISGAR , TIRA-O, E, ABRINDO-LHE A BOCA, ACHARÁS UM ESTÁTER. RETIRA AQUELA MOEDA E ENTREGUE A ELES PARA PAGAR O MEU IMPOSTO E O TEU TAMBÉM. “Passados seis dias, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, irmão de Tiago, e os levou, em particular, a um alto monte. Ali Ele foi transfigurado na presença deles. Sua face resplandeceu como o sol, e suas vestes tornaram-se brancas como a luz. De repente, surgiram à sua frente Moisés e Elias, conversando com Jesus. Expressando-se Pedro, disse a Jesus: “Senhor, é bom estarmos aqui. Se desejares, farei aqui três tendas: uma para ti, uma para Moisés e outra para Elias”. Enquanto ele ainda estava falando, uma nuvem resplandecente os envolveu, e dela emanou uma voz dizendo: “Este é o meu Filho amado em quem me regozijo: a Ele atendei!” Ao ouvirem isso, os discípulos prostraram-se com o rosto em terra e ficaram atemorizados. Então Jesus, aproximando-se deles, tocou-os e disse: “Levantai-vos, e não temais!” Ao erguer os olhos, a ninguém mais viram, senão somente a Jesus. Enquanto desciam do monte, Jesus lhes ordenou: “A ninguém conteis a visão que tivestes, até que o Filho do homem ressuscite dentre os mortos”. E os discípulos lhe perguntaram: “Então, por que os escribas ensinam que é preciso que Elias venha primeiro?” Ao que Jesus lhes respondeu: “Elias, com certeza, vem e restaurará todas as coisas. Eu, todavia, vos afirmo: Elias já veio, mas eles não o reconheceram e fizeram com ele tudo quanto desejaram. Da mesma forma, o Filho do homem irá sofrer nas mãos deles”. Os discípulos entenderam, então, que era a respeito de João Batista que Ele havia falado. A cura do menino possesso. Ao chegarem onde se reunia a multidão, um homem aproximou-se de Jesus, ajoelhou-se diante dele e clamou: “Senhor, compadece-te do meu filho, pois tem sofrido horrivelmente com ataques epiléticos. Muitas vezes cai no fogo, e outras tantas, na água. Apresentei-o aos teus discípulos, mas eles não conseguiram curá-lo”. Então Jesus exclamou: “Ó geração sem fé e perversa! Até quando estarei convosco? Até quando vos terei de suportar? Trazei-me aqui o menino”. E Jesus repreendeu o demônio; este saiu do menino, que daquele momento em diante ficou são. Então os discípulos chegaram-se a Jesus e, em particular, lhe perguntaram: “Por qual motivo não nos foi possível expulsá-lo?” E Ele respondeu: “Por causa da pequenez da vossa fé. Pois com toda a certeza vos afirmo que, se tiverdes fé do tamanho de um grão de mostarda, direis a este monte: ‘Passa daqui para acolá’, e ele passará. E nada vos será impossível! Contudo, essa espécie só se expele por meio de oração e jejum”. Jesus prediz novamente seu martírio. Ao se reunirem na Galiléia, compartilhou com eles, dizendo: “O Filho do homem está prestes a ser entregue nas mãos dos homens. Eles o matarão, mas no terceiro dia Ele será ressuscitado”. Então, profunda tristeza abalou os discípulos. Jesus paga o imposto secular. Quando Jesus e seus discípulos chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto de duas dracmas abordaram a Pedro e questionaram: “O vosso mestre não paga o imposto das duas dracmas, ao templo?” “Sim, paga”, respondeu Pedro. Mas quando ele entrou em casa, Jesus se antecipou e perguntou-lhe primeiro: “Simão, qual a tua opinião? De quem cobram os reis da terra impostos e tributos? Dos seus filhos ou dos estranhos?” “Dos estranhos”, respondeu Pedro. Ao que Jesus concluiu: “Logo, estão, os filhos, livres dessa obrigação”. Entretanto, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o, e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Retira aquela moeda e entregue a eles para pagar o meu imposto e o teu também.” Mateus 17. Amém!
UMA RESPOSTA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Glorioso Deus, vos revelo este mistério. Jesus pagou impostos sim, mas não foi à César, Ele pagou impostos à Deus: Quando Jesus e seus discípulos chegaram a Cafarnaum, os cobradores do imposto de duas dracmas abordaram a Pedro e questionaram: “O vosso mestre não paga o imposto das duas dracmas, ao templo?” “Sim, paga”, respondeu Pedro. Entendam; o valor de duas dracmas na época de Jesus era aproximadamente sete gramas e dois décimos de prata. Continuamos: Mas quando ele, (Pedro), entrou em casa, Jesus se antecipou e perguntou-lhe primeiro: “Simão, qual a tua opinião? De quem cobram os reis da terra impostos e tributos? Dos seus filhos ou dos estranhos?” “Dos estranhos”, respondeu Pedro. Lembrando que na quela época os reis cobravam impostos e taxas somente dos estranhos. Mas, nos dias de hoje impostos e taxas são cobrados de todos; filhos e estranhos. Ao que Jesus concluiu: “Logo, estão, os filhos, livres dessa obrigação”. E porque Jesus perguntaria à Pedro sobre o pagamento de impostos dos reis, da terra, sendo que o imposto que Eles estavam prestes a pagar era o imposto do templo? Porque Jesus sabia que o valor que Deus havia dito a Moisés era de seis gramas de prata. Mas os cobradores de impostos estavam cobrando sete gramas e dois décimos de prata; Não é assim que os reis da terra fazem? Continuamos: Entretanto, para que não os escandalizemos, vai ao mar, lança o anzol, e o primeiro peixe que fisgar, tira-o, e, abrindo-lhe a boca, acharás um estáter. Retira aquela moeda e entregue a eles para pagar o meu imposto e o teu também.” Ouçam: Então Yahweh falou mais a Moisés e lhe ordenou: “Quando fizeres o recenseamento dos filhos de Israel, cada um pagará a Yahweh um resgate por sua pessoa, para que não haja entre eles nenhuma praga, quando os recenseares. Todo o que estiver submetido ao recenseamento contribuirá com meio shékel, seis gramas de prata, com base no peso padrão do santuário, que tem doze gramas. Esses seis gramas são um tributo ao SENHOR. Todos os alistados, da idade de vinte anos para cima, darão ao SENHOR essa oferta. Os ricos não contribuirão com mais, nem os pobres darão menos que seis gramas de prata, ao pagar o tributo estabelecido a Yahweh, em resgate por vossas vidas. Receberás dos israelitas o dinheiro da propiciação e tu o usarás para os serviços da Tenda do Encontro. Será esse um memorial diante de Yahweh, em benefício de todos os filhos de Israel, a fim de realizarem expiação por suas próprias pessoas!” E saibam: Jesus só pagou os impostos do templo. Mas, Jesus comentou no pagamento de impostos de César: E, assim, se afastaram os fariseus, tramando entre si como fariam para enredar a Jesus em suas próprias afirmações. Então, mandaram-lhe seus seguidores juntamente com alguns herodianos, que lhe questionaram: “Mestre, sabemos que és íntegro e que ensinas o caminho de Deus, de acordo com a verdade, sem te deixares induzir por quem quer que seja, pois não te seduzes pela aparência das pessoas. Sendo assim, dize-nos: que te pareces? É correto pagar impostos a César ou não?” Contudo, Jesus percebeu a má intenção deles e replicou-lhes: “Por que me tentais, hipócritas? Deixai-me ver a moeda com a qual se pagais os tributos”. E eles lhe mostraram um denário. Então lhes indagou: “De quem é esta figura e esta inscrição?” Responderam-lhe: “De César!” Então, lhes afirmou: “Portanto, dai a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus!” Ao ouvirem tal resposta, ficaram perplexos e, afastando-se dele, se retiraram. Agora, havia um apóstolo de Jesus que era cobrador de impostos: Mateus que também chamava Levi, era cobrador de impostos o qual foi transformado em apóstolo de Jesus: Passados estes eventos, saindo Jesus, encontrou-se com um publicano, chamado Levi, sentado à mesa da coletoria, e o convocou: “Segue-me!” Levi levantou-se, abandonou tudo e seguiu a Jesus. Então Levi ofereceu a Jesus uma grande festa em sua casa; e uma multidão de publicanos e de outras pessoas estava à mesa comendo com eles. Os fariseus e seus escribas reclamaram dos discípulos de Jesus: “Por que comeis e bebeis com os publicanos e pecadores?” Ao que Jesus lhes ponderou: “Os que têm saúde não precisam de médico, mas sim os enfermos. Eu não vim para convocar os justos, mas sim, para chamar os pecadores ao arrependimento!” E mais: Jesus se hospedou na casa de um cobrador de impostos um publicano e isto causou muitas murmurações: Chegando a Jericó, atravessava Jesus a cidade. Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, chefe dos publicanos, buscava ver quem era Jesus; todavia, sendo ele de pequena estatura, não o conseguia, devido à afluência do povo. Por esse motivo, correu adiante da multidão e subiu em uma figueira brava para observá-lo, pois Jesus ia passar por ali. Quando Jesus chegou àquele local, olhou para cima e o chamou: “Zaqueu! Desce depressa, pois preciso ficar hoje em tua casa”. No mesmo momento desceu Zaqueu apressado e o recebeu com enorme alegria. Todos, em meio à multidão, que presenciaram o que se passou começaram a murmurar: “Ele entrou na casa daquele pecador e vai hospedar-se lá!” Então, Zaqueu tomou a palavra e comunicou a Jesus: “Eis a metade dos meus bens Senhor, que estou doando aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais!” Diante disso, Jesus declarou: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois este homem também é filho de Abraão. Porquanto o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. Queridos, somente creiam neste Deus de poderoso! “Chegando a Jericó, atravessava Jesus a cidade. Eis que um homem rico, chamado Zaqueu, chefe dos publicanos, buscava ver quem era Jesus; todavia, sendo ele de pequena estatura, não o conseguia, devido à afluência do povo. Por esse motivo, correu adiante da multidão e subiu em uma figueira brava para observá-lo, pois Jesus ia passar por ali. Quando Jesus chegou àquele local, olhou para cima e o chamou: “Zaqueu! Desce depressa, pois preciso ficar hoje em tua casa”. No mesmo momento desceu Zaqueu apressado e o recebeu com enorme alegria. Todos, em meio à multidão, que presenciaram o que se passou começaram a murmurar: “Ele entrou na casa daquele pecador e vai hospedar-se lá!” Então, Zaqueu tomou a palavra e comunicou a Jesus: “Eis a metade dos meus bens Senhor, que estou doando aos pobres; e se de alguém extorqui alguma coisa, devolverei quatro vezes mais!” Diante disso, Jesus declarou: “Hoje, houve salvação nesta casa, pois este homem também é filho de Abraão. Porquanto o Filho do homem veio buscar e salvar o que estava perdido”. A parábola das moedas de ouro. Estando eles a ouvi-lo, Jesus passou a expôr-lhes uma parábola, visto estar próximo de Jerusalém e o povo imaginar que o Reino de Deus ia se estabelecer ali a qualquer momento. E assim, contou-lhes Jesus: “Certo homem de nobre nascimento, partiu para uma terra longínqua, com o objetivo de ser coroado rei de um determinado reino e regressar. Convocou dez dos seus servos, a cada um confiou uma moeda de ouro e orientando a todos lhes disse: ‘Fazei com que esse dinheiro produza lucro até que eu volte’. Entrementes, seus súditos o odiavam e por isso mandaram uma delegação atrás dele, protestando: “Não queremos que este venha a reinar sobre nós!” Contudo, ele tomou posse do reino e voltou. Então mandou chamar os servos a quem dera o dinheiro, a fim de verificar o quanto haviam lucrado. O primeiro chegou e relatou: ‘Senhor, a tua moeda de ouro rendeu dez vezes mais!’. Ao que o senhor o elogiou: ‘Muito bem, servo bom! E por teres sido leal no pouco, governarás sobre dez cidades’. Vindo o segundo servo, lhe declarou: ‘Senhor, a tua moeda de ouro produziu cinco vezes mais lucro!’. E a este determinou: ‘Terás autoridade sobre cinco cidades!’. Veio, então, o outro servo, explicando: ‘Eis aqui, Senhor, a tua moeda de ouro, que eu envolvi num lenço e conservei bem guardada! Tive receio de ti, porquanto és um homem muito severo. Tira o que não puseste e colhes o que não semeaste!’. Então o senhor o julgou: ‘Por tuas próprias palavras eu o condenarei, servo mau! Sabias que eu sou homem rigoroso, que tiro o que não depositei e ceifo o que não semeei. Sendo assim, por que não investiu o meu dinheiro no banco? E, então, no meu retorno, o receberia com juros’. Em seguida, dirigindo-se aos que estavam presentes, ordenou: ‘Tirai-lhe a moeda de ouro e entregai-a ao que tem dez!’. Eles argumentaram: ‘Mas, senhor, ele já possui dez vezes mais do que recebeu!’. Ao que ele proclamou: ‘Contudo, eu vos asseguro que a quem tem, mais será concedido, mas a quem não tem, até o que tiver lhe será tirado. E quanto àqueles, que se levantaram contra mim, como inimigos, rejeitando meu reinado sobre eles, trazei-os imediatamente aqui e executai-os diante de mim!’” Jesus é conduzido em triunfo. Após haver proferido essas palavras, Jesus seguiu adiante, subindo para Jerusalém. Quando iam chegando aos povoados de Betfagé e Betânia, que ficam próximos do conhecido monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos, com a seguinte instrução: “Ide ao povoado que está adiante e, ao entrardes, encontrareis um jumentinho amarrado, sobre o qual ninguém jamais montou. Desprendei-o e trazei-o aqui”. Se alguém vos interrogar: ‘Por qual motivo o soltais?’ respondereis desta maneira: ‘Porque o Senhor precisa dele”. E assim, os que haviam sido enviados foram e acharam tudo conforme Ele lhes tinha dito. Quando eles estavam desamarrando o jumentinho, os seus donos lhes indagaram: “Por que estais soltando o jumentinho?” Diante do que replicaram: “Porque o Senhor precisa dele!” Então puderam trazê-lo até Jesus, colocaram os mantos de montaria sobre o jumentinho e ajudaram Jesus a montá-lo. E assim, enquanto Ele seguia em procissão, o povo estendia os seus mantos pelo caminho. Ao chegar próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar a Deus com grande alegria e em alta voz, por todos os milagres que haviam visto. E exclamavam: “Bendito é o rei que vem em Nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!” Porém, alguns dos fariseus que estavam no meio da grande multidão sugeriram a Jesus: “Mestre! Repreende os teus discípulos!” Jesus, entretanto, lhes afirmou: “Eu vos asseguro, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão!” Jesus chora por Jerusalém. Quando ia chegando, assim que viu a cidade, Jesus começou a chorar sobre ela, e proclamou: “Ah! Se tu compreendesses neste dia, sim, tu também, o que traz a paz! No entanto agora isto está encoberto aos teus olhos. Virão dias em que teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te ameaçarão, apertando o grande cerco contra ti. Também lançarão por terra, tu e os teus filhos que estão dentro de ti. Não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a maravilhosa oportunidade que tiveste com a visitação de Deus!” Os profanadores da Casa de Deus. Mais tarde, entrando no templo, começou a expulsar os que ali estavam negociando, Repreendendo-os: “Está escrito! A minha Casa será Casa de oração. Porém vós a transformastes num covil de estelionatários!” O povo ia ao templo ouvir Jesus. Todos os dias, Jesus ensinava no templo. Entretanto, os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes do povo tramavam algo para destruí-lo. Contudo, não conseguiam encontrar um meio para executar seus planos, pois todo o povo estava absolutamente sob o domínio das suas palavras. Estando eles a ouvi-lo, Jesus passou a expôr-lhes uma parábola, visto estar próximo de Jerusalém e o povo imaginar que o Reino de Deus ia se estabelecer ali a qualquer momento. E assim, contou-lhes Jesus: “Certo homem de nobre nascimento, partiu para uma terra longínqua, com o objetivo de ser coroado rei de um determinado reino e regressar. Convocou dez dos seus servos, a cada um confiou uma moeda de ouro e orientando a todos lhes disse: ‘Fazei com que esse dinheiro produza lucro até que eu volte’. Entrementes, seus súditos o odiavam e por isso mandaram uma delegação atrás dele, protestando: “Não queremos que este venha a reinar sobre nós!” Contudo, ele tomou posse do reino e voltou. Então mandou chamar os servos a quem dera o dinheiro, a fim de verificar o quanto haviam lucrado. O primeiro chegou e relatou: ‘Senhor, a tua moeda de ouro rendeu dez vezes mais!’. Ao que o senhor o elogiou: ‘Muito bem, servo bom! E por teres sido leal no pouco, governarás sobre dez cidades’. Vindo o segundo servo, lhe declarou: ‘Senhor, a tua moeda de ouro produziu cinco vezes mais lucro!’. E a este determinou: ‘Terás autoridade sobre cinco cidades!’. Veio, então, o outro servo, explicando: ‘Eis aqui, Senhor, a tua moeda de ouro, que eu envolvi num lenço e conservei bem guardada! Tive receio de ti, porquanto és um homem muito severo. Tira o que não puseste e colhes o que não semeaste!’. Então o senhor o julgou: ‘Por tuas próprias palavras eu o condenarei, servo mau! Sabias que eu sou homem rigoroso, que tiro o que não depositei e ceifo o que não semeei. Sendo assim, por que não investiu o meu dinheiro no banco? E, então, no meu retorno, o receberia com juros’. Em seguida, dirigindo-se aos que estavam presentes, ordenou: ‘Tirai-lhe a moeda de ouro e entregai-a ao que tem dez!’. Eles argumentaram: ‘Mas, senhor, ele já possui dez vezes mais do que recebeu!’. Ao que ele proclamou: ‘Contudo, eu vos asseguro que a quem tem, mais será concedido, mas a quem não tem, até o que tiver lhe será tirado. E quanto àqueles, que se levantaram contra mim, como inimigos, rejeitando meu reinado sobre eles, trazei-os imediatamente aqui e executai-os diante de mim!’” Jesus é conduzido em triunfo. Após haver proferido essas palavras, Jesus seguiu adiante, subindo para Jerusalém. Quando iam chegando aos povoados de Betfagé e Betânia, que ficam próximos do conhecido monte das Oliveiras, enviou dois dos seus discípulos, com a seguinte instrução: “Ide ao povoado que está adiante e, ao entrardes, encontrareis um jumentinho amarrado, sobre o qual ninguém jamais montou. Desprendei-o e trazei-o aqui”.Se alguém vos interrogar: ‘Por qual motivo o soltais?’ respondereis desta maneira: ‘Porque o Senhor precisa dele”. E assim, os que haviam sido enviados foram e acharam tudo conforme Ele lhes tinha dito. Quando eles estavam desamarrando o jumentinho, os seus donos lhes indagaram: “Por que estais soltando o jumentinho?” Diante do que replicaram: “Porque o Senhor precisa dele!” Então puderam trazê-lo até Jesus, colocaram os mantos de montaria sobre o jumentinho e ajudaram Jesus a monta-lo. E assim, enquanto Ele seguia em procissão, o povo estendia os seus mantos pelo caminho. Ao chegar próximo da descida do monte das Oliveiras, toda a multidão dos discípulos começou a louvar a Deus com grande alegria e em alta voz, por todos os milagres que haviam visto. E exclamavam: “Bendito é o rei que vem em Nome do Senhor! Paz no céu e glória nas maiores alturas!” Porém, alguns dos fariseus que estavam no meio da grande multidão sugeriram a Jesus: “Mestre! Repreende os teus discípulos!” Jesus, entretanto, lhes afirmou: “Eu vos asseguro, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão!” Jesus chora por Jerusalém. Quando ia chegando, assim que viu a cidade, Jesus começou a chorar sobre ela, e proclamou: “Ah! Se tu compreendesses neste dia, sim, tu também, o que traz a paz! No entanto agora isto está encoberto aos teus olhos. Virão dias em que teus inimigos te cercarão de trincheiras e, por todos os lados, te ameaçarão, apertando o grande cerco contra ti. Também lançarão por terra, tu e os teus filhos que estão dentro de ti. Não deixarão em ti pedra sobre pedra, porque não reconheceste a maravilhosa oportunidade que tiveste com a visitação de Deus!” Os profanadores da Casa de Deus. Mais tarde, entrando no templo, começou a expulsar os que ali estavam negociando, Repreendendo-os: “Está escrito! A minha Casa será Casa de oração. Porém vós a transformastes num covil de estelionatários!” O povo ia ao templo ouvir Jesus. Todos os dias, Jesus ensinava no templo. Entretanto, os chefes dos sacerdotes, os mestres da lei e os líderes do povo tramavam algo para destruí-lo. Contudo, não conseguiam encontrar um meio para executar seus planos, pois todo o povo estava absolutamente sob o domínio das suas palavras.” Lucas 19:1-48
🇰🇬UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA O POVO DO PAÍS DO KYRGYZSTAN
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do pais do Kyrgyzstan.
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do pais do Kyrgyzstan.
Tempos difíceis e de grande dor e sofrimento estão vindo sobre vós e sobre o vosso país. E Deus irá permitir que sofram para que entendam o seu amor por vós. E para aqueles que pertencem à Deus, Ele os protegerá.” Queridos, somente creiam neste Deus fiel! “SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu Nome por toda a terra! Tu cuja glória é cantada acima dos céus! Pela boca das crianças e dos recém-nascidos instruíste os sábios e poderosos, silenciando os inimigos e maldosos, porque são adversários teus. Quando admiro os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali estabeleceste, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes? E o filho de Adão para que venhas visitá-lo? Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos e o coroaste de glória e de honra. Tu o fizeste dominar sobre as obras das tuas mãos; tudo sujeitaste debaixo dos seus pés: todos os rebanhos e manadas e os animais selvagens também, as aves do céu, os peixes do oceano e tudo o que percorre as correntes marítimas. SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu nome por toda a terra!” Salmos 8:1-6🇰🇬