ESTAS SÃO AS VISÕES QUE ME OCORRERAM QUANDO ESTAVA DEITADO EM MINHA CAMA: EIS QUE OLHEI, E DIANTE DE MIM ESTAVA UMA ÁRVORE MUITO ALTA NO MEIO DA TERRA. A ÁRVORE CRESCEU TANTO QUE A SUA COPA ENCOSTOU-SE AO CÉU; E PODIA SER AVISTADA ATÉ OS CONFINS DA TERRA. TINHA BELAS E VIÇOSAS FOLHAS, COM TANTA FARTURA QUE TODAS AS PESSOAS DO MUNDO PODIAM SE ALIMENTAR DELA. DEBAIXO DELA OS ANIMAIS DO CAMPO ENCONTRAVAM UM ABRIGO ACONCHEGANTE E SEGURO, E AS AVES DO CÉU VIVIAM ALEGRES EM SEUS GALHOS E RAMOS; TODAS AS CRIATURAS SE SUSTENTAVAM DAQUELA ÁRVORE. ENTÃO, NAS VISÕES QUE TIVE DEITADO EM MINHA CAMA, OBSERVEI E VI CLARAMENTE DIANTE DE MIM UMA SENTINELA, UM KADDISH, SANTO ANJO, QUE DESCIA DO CÉU. E EIS QUE ELE BRADOU EM ALTA VOZ: DERRUBAI, POIS, A ÁRVORE! CORTAI-LHE OS RAMOS, SACUDI TODAS AS SUAS FOLHAS E ESPALHAI O SEU FRUTO; AFUGENTEM-SE TODAS AS CRIATURAS ABRIGADAS DEBAIXO DELA, E AS AVES DOS SEUS GALHOS. CONTUDO, DEUXAI NA TERRA O TRONCO COM AS RAÍZES, PRESOS COM UMA CINTA DE FERRO E DE BRONZE; FIQUE ELE NO CHÃO, EM MEIO À RELVA DO CAMPO. ELE SERÁ REGADO PELO ORVALHO DO CÉU E SE ALIMENTARÁ DA GRAMA DA TERRA, COMO OS ANIMAIS. A MENTE HUMANA LHE SERÁ EXTIRPADA, E ESSE TRONCO SERÁ COMO UM ANIMAL, ATE QUE PASSEM SETE IDDANS, TEMPOS OU ANOS. E ESTÁ SENTENÇA É, POIS, PROCLAMADA POR SENTINELAS; OS SERES ANGELICAIS DECLARAM O VEREDITO, AFIM DE QUE TODOS OS QUE VIVEM SAIBAM QUE ELAH, O ALTÍSSIMO DOMINA SOBRE TODOS OS REINOS DOS SERES HUMANOS E OS DÁ A QUEM QUER, E QUANDO DESEJA; E PODE DECIDIR COLOCAR NO PODER O MAIS SIMPLES DOS HOMENS!
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
ESTAS SÃO AS VISÕES QUE ME OCORRERAM QUANDO ESTAVA DEITADO EM MINHA CAMA: EIS QUE OLHEI, E DIANTE DE MIM ESTAVA UMA ÁRVORE MUITO ALTA NO MEIO DA TERRA. A ÁRVORE CRESCEU TANTO QUE A SUA COPA ENCOSTOU-SE AO CÉU; E PODIA SER AVISTADA ATÉ OS CONFINS DA TERRA. TINHA BELAS E VIÇOSAS FOLHAS, COM TANTA FARTURA QUE TODAS AS PESSOAS DO MUNDO PODIAM SE ALIMENTAR DELA. DEBAIXO DELA OS ANIMAIS DO CAMPO ENCONTRAVAM UM ABRIGO ACONCHEGANTE E SEGURO, E AS AVES DO CÉU VIVIAM ALEGRES EM SEUS GALHOS E RAMOS; TODAS AS CRIATURAS SE SUSTENTAVAM DAQUELA ÁRVORE. ENTÃO, NAS VISÕES QUE TIVE DEITADO EM MINHA CAMA, OBSERVEI E VI CLARAMENTE DIANTE DE MIM UMA SENTINELA, UM KADDISH, SANTO ANJO, QUE DESCIA DO CÉU. E EIS QUE ELE BRADOU EM ALTA VOZ: DERRUBAI, POIS, A ÁRVORE! CORTAI-LHE OS RAMOS, SACUDI TODAS AS SUAS FOLHAS E ESPALHAI O SEU FRUTO; AFUGENTEM-SE TODAS AS CRIATURAS ABRIGADAS DEBAIXO DELA, E AS AVES DOS SEUS GALHOS. CONTUDO, DEUXAI NA TERRA O TRONCO COM AS RAÍZES, PRESOS COM UMA CINTA DE FERRO E DE BRONZE; FIQUE ELE NO CHÃO, EM MEIO À RELVA DO CAMPO. ELE SERÁ REGADO PELO ORVALHO DO CÉU E SE ALIMENTARÁ DA GRAMA DA TERRA, COMO OS ANIMAIS. A MENTE HUMANA LHE SERÁ EXTIRPADA, E ESSE TRONCO SERÁ COMO UM ANIMAL, ATE QUE PASSEM SETE IDDANS, TEMPOS OU ANOS. E ESTÁ SENTENÇA É, POIS, PROCLAMADA POR SENTINELAS; OS SERES ANGELICAIS DECLARAM O VEREDITO, AFIM DE QUE TODOS OS QUE VIVEM SAIBAM QUE ELAH, O ALTÍSSIMO DOMINA SOBRE TODOS OS REINOS DOS SERES HUMANOS E OS DÁ A QUEM QUER, E QUANDO DESEJA; E PODE DECIDIR COLOCAR NO PODER O MAIS SIMPLES DOS HOMENS!
“Depoimento do rei Nabucodonosor, aos homens de todas as nações, povos, línguas e culturas, que vivem em todas as partes do mundo. Shêlam! Paz e Prosperidade! Pareceu-me bem e necessário divulgar os sinais e maravilhas que Elah, Deus, o Altíssimo, tem realizado em meu favor. Quão magníficos são os seus sinais, e quão poderosas as suas maravilhas! O seu reino é um reino soberano que dura para sempre, e o seu domínio permanece de geração em geração. Eu, Nabucodonosor, estava satisfeito e próspero em minha casa, no meu palácio. E eis que tive um sonho que me abalou profundamente e me deixou alarmado. Estando eu repousando em minha cama, os pensamentos e visões que passaram pela minha mente preocuparam-me sobremaneira e me apavoraram. Por este motivo determinei expressamente que todos os sábios fossem trazidos à minha presença para interpretarem o pesadelo que tivera. Assim que os magos e místicos chegaram, contei-lhes o sonho; no entanto, eles não conseguiram desvendá-lo para mim. Por fim veio Daniel à minha presença e eu narrei a ele o que havia visto. Ele é chamado Beltessazar, em homenagem ao nome do meu deus, Bel; e creio que o espírito dos santos deuses está nele. Então falei com ele: Beltessazar, chefe dos sábios e dos magos, sei que o espírito das santas divindades habita em ti, e que nenhum mistério é difícil demais para que o reveles. Sendo assim, vou contar-te o meu pesadelo; esclarece o seu sentido, pois, para mim. Estas são as visões que me ocorreram quando estava deitado em minha cama: Eis que olhei, e diante de mim estava uma árvore muito alta no meio da terra. A árvore cresceu tanto que a sua copa encostou-se ao céu; e podia ser avistada até os confins da terra. Tinha belas e viçosas folhas, muitos e saborosos frutos, e produzia com tanta fartura que todas as pessoas do mundo podiam se alimentar dela. Debaixo dela os animais do campo encontravam um abrigo aconchegante e seguro, e as aves do céu viviam alegres em seus galhos e ramos; todas as criaturas se sustentavam daquela árvore. Então, nas visões que tive deitado em minha cama, observei e vi claramente diante de mim uma sentinela, um kaddish, santo anjo, que descia do céu. E eis que ele bradou em alta voz: “Derrubai, pois, a árvore! Cortai-lhe os ramos, sacudi todas as suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se todas as criaturas abrigadas debaixo dela, e as aves dos seus galhos. Contudo, deixai na terra o tronco com as raízes, presos com uma cinta de ferro e de bronze; fique ele no chão, em meio à relva do campo. Ele será regado pelo orvalho do céu e se alimentará da grama da terra, como os animais. A mente humana lhe será extirpada, e esse tronco será como um animal, até que se passem sete iddâns, tempos ou anos. E esta sentença é, pois, proclamada por sentinelas; os seres angelicais declaram o veredito, a fim de que todos os que vivem saibam que Elah, o Altíssimo domina sobre todos os reinos dos seres humanos e os dá a quem quer, e quando deseja; e pode decidir colocar no poder o mais simples dos homens!” Este, portanto, é o sonho que eu, o rei Nabucodonosor, tive. Agora, Beltessazar, diz-me claramente a correta interpretação deste pesadelo, porquanto nenhum dos sábios do meu reino tem capacidade para interpretá-lo para mim, exceto tu, pois o espírito dos santos deuses vive em ti.
Daniel, cujo nome babilônico era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o deixaram aterrorizado. Então o rei procurou deixá-lo à vontade, dizendo: “Beltessazar, não te deixes abalar pelo que te foi revelado acerca do meu pesadelo. Não te assustes!” Ao que Beltessazar respondeu: “Ó meu senhor, quem me dera o teu sonho só se aplicasse aos teus inimigos e o seu significado fosse apenas contra os que te odeiam!” A árvore que viste, que desenvolveu e ficou imensa, cuja copa chegava até os céus, e podia ser vista em toda a terra; com folhagem exuberante e generosa em frutos, na qual havia alimento para todos, abrigo para os animais do campo, e morada segura para as aves do céu em seus galhos fortes; essa árvore, ó querido rei, és tu! Foste tu que cresceste e te tornaste grande e majestoso em todo mundo, porquanto o teu poder cresceu até alcançar o céu, e o teu domínio se estende até os confins da terra. E tu, ó majestade, viste também uma sentinela, o ser angelical que descia do céu e ordenava: ‘Derrubai a árvore e destruí-a; porém deixai na terra o resto do tronco com as raízes, presos mediante uma cinta de ferro e de bronze; deixai o tronco no chão, em meio à relva do campo. Ele será molhado com o orvalho que vem do céu, e viverá com os animais selvagens, até que se transcorram sete anos ou períodos de tempo!’ Sendo assim, eis a interpretação do teu sonho, ó rei, e este é o decreto que Elah, o Altíssimo, expediu contra vossa majestade, meu senhor: Tu serás expulso do convívio com os seres humanos e viverás com os animais silvestres; comerás capim como os bois e serás molhado pelo orvalho do céu. Passarão sete períodos de tempo até que admitas que o Altíssimo domina sobre os reinos de todos os homens e os dá a quem quer, e quando deseja. Todavia, a ordem para deixar o resto do tronco da árvore com as raízes significa que o teu reino te será restituído quando reconheceres que Shâmayin, os Céus, dominam. Portanto, ó querido rei, aceita o meu conselho: Reconhece os teus pecados, abandona a maldade e passa a praticar a justiça e a exercer compaixão pelos carentes e necessitados. Talvez, assim, de fato, continues a viver em paz e tranqüilidade!”
Afirmo, pois, que tudo isso aconteceu comigo, o rei Nabucodonosor. Doze meses mais tarde, quando o rei estava caminhando pelo terraço do palácio real da Babilônia, comecei a meditar: “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu mesmo edifiquei para ser minha residência e capital do meu reino, mediante a força do meu magnífico poder, e para a glória da minha majestade?” E o rei ainda estava balbuciando estes pensamentos consigo mesmo, quando veio do céu uma voz que declarou: “Eis que esta é a tua sentença, ó rei Nabucodonosor: Toda a tua autoridade real te foi tirada! Serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será entre os animais silvestres; te alimentarás de capim como os bois. E passarão sete tempos até que reconheças que Elah, o Altíssimo, tem todo o domínio sobre os reinos dos seres humanos e os concede a quem quer, e quando deseja!” E, naquela mesma hora, a palavra se cumpriu integralmente sobre Nabucodonosor: ele foi expulso do meio dos seus e de todos os homens, e começou a comer grama na companhia de bois. O seu corpo passou a ser molhado pelo orvalho do céu, até que seus cabelos e pêlos crescessem como as penas da águia, e as suas unhas como as garras das aves. Contudo, ao final daqueles dias, eu, Nabucodonosor, ergui os meus olhos aos céus, e percebi que o meu entendimento havia retornado, e então comecei a bendizer Elah, o Altíssimo; louvei e glorifiquei Aquele que vive para sempre! A sua soberania sim, é eterna. O seu reino sim, permanece inabalável de geração em geração! Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como bem lhe apraz com os exércitos dos anjos e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de se opor à sua vontade ou questioná-lo, dizendo: “Explica-te! Por que ages assim?” Sim, naquele momento, voltou-me o bom juízo, e eu recuperei a honra, a majestade e a glória do meu reino. Meus conselheiros e os nobres me procuraram, meu trono me foi restaurado, e minha grandeza veio a ser ainda maior que em tempos passados. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos e verdadeiros. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância!” Daniel 4. Amém!
Afirmo, pois, que tudo isso aconteceu comigo, o rei Nabucodonosor. Doze meses mais tarde, quando o rei estava caminhando pelo terraço do palácio real da Babilônia, comecei a meditar: “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu mesmo edifiquei para ser minha residência e capital do meu reino, mediante a força do meu magnífico poder, e para a glória da minha majestade?” E o rei ainda estava balbuciando estes pensamentos consigo mesmo, quando veio do céu uma voz que declarou: “Eis que esta é a tua sentença, ó rei Nabucodonosor: Toda a tua autoridade real te foi tirada! Serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será entre os animais silvestres; te alimentarás de capim como os bois. E passarão sete tempos até que reconheças que Elah, o Altíssimo, tem todo o domínio sobre os reinos dos seres humanos e os concede a quem quer, e quando deseja!” E, naquela mesma hora, a palavra se cumpriu integralmente sobre Nabucodonosor: ele foi expulso do meio dos seus e de todos os homens, e começou a comer grama na companhia de bois. O seu corpo passou a ser molhado pelo orvalho do céu, até que seus cabelos e pêlos crescessem como as penas da águia, e as suas unhas como as garras das aves. Contudo, ao final daqueles dias, eu, Nabucodonosor, ergui os meus olhos aos céus, e percebi que o meu entendimento havia retornado, e então comecei a bendizer Elah, o Altíssimo; louvei e glorifiquei Aquele que vive para sempre! A sua soberania sim, é eterna. O seu reino sim, permanece inabalável de geração em geração! Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como bem lhe apraz com os exércitos dos anjos e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de se opor à sua vontade ou questioná-lo, dizendo: “Explica-te! Por que ages assim?” Sim, naquele momento, voltou-me o bom juízo, e eu recuperei a honra, a majestade e a glória do meu reino. Meus conselheiros e os nobres me procuraram, meu trono me foi restaurado, e minha grandeza veio a ser ainda maior que em tempos passados. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos e verdadeiros. E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância!” Daniel 4. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus Altíssimo, revelo a vós este mistério. Deus se opõe aos arrogantes, mas concede graça aos humildes. Daniel, cujo nome babilônico era Beltessazar, ficou perplexo por algum tempo, e os seus pensamentos o deixaram aterrorizado, com o sonho do rei: Eis que olhei, e diante de mim estava uma árvore muito alta no meio da terra. A árvore cresceu tanto que a sua copa encostou-se ao céu; e podia ser avistada até os confins da terra. Tinha belas e viçosas folhas, muitos e saborosos frutos, e produzia com tanta fartura que todas as pessoas do mundo podiam se alimentar dela. Debaixo dela os animais do campo encontravam um abrigo aconchegante e seguro, e as aves do céu viviam alegres em seus galhos e ramos; todas as criaturas se sustentavam daquela árvore. Então, nas visões que tive deitado em minha cama, observei e vi claramente diante de mim uma sentinela, um kaddish, santo anjo, que descia do céu. E eis que ele bradou em alta voz: “Derrubai, pois, a árvore! Cortai-lhe os ramos, sacudi todas as suas folhas e espalhai o seu fruto; afugentem-se todas as criaturas abrigadas debaixo dela, e as aves dos seus galhos. Contudo, deixai na terra o tronco com as raízes, presos com uma cinta de ferro e de bronze; fique ele no chão, em meio à relva do campo. Ele será regado pelo orvalho do céu e se alimentará da grama da terra, como os animais. A mente humana lhe será extirpada, e esse tronco será como um animal, até que se passem sete iddâns, tempos ou anos. E esta sentença é, pois, proclamada por sentinelas; os seres angelicais declaram o veredito, a fim de que todos os que vivem saibam que Elah, o Altíssimo domina sobre todos os reinos dos seres humanos e os dá a quem quer, e quando deseja; e pode decidir colocar no poder o mais simples dos homens!” Por causa do estado de terror de Daniel o rei procurou deixá-lo à vontade, dizendo: “Beltessazar, não te deixes abalar pelo que te foi revelado acerca do meu pesadelo. Não te assustes!” Ao que Beltessazar respondeu: “Ó meu senhor, quem me dera o teu sonho só se aplicasse aos teus inimigos e o seu significado fosse apenas contra os que te odeiam!” E ainda aterrorizado Daniel interpreta o sonho do rei: A árvore que viste, que desenvolveu e ficou imensa, cuja copa chegava até os céus, e podia ser vista em toda a terra; com folhagem exuberante e generosa em frutos, na qual havia alimento para todos, abrigo para os animais do campo, e morada segura para as aves do céu em seus galhos fortes; essa árvore, ó querido rei, és tu! Foste tu que cresceste e te tornaste grande e majestoso em todo mundo, porquanto o teu poder cresceu até alcançar o céu, e o teu domínio se estende até os confins da terra. E tu, ó majestade, viste também uma sentinela, o ser angelical que descia do céu e ordenava: ‘Derrubai a árvore e destruí-a; porém deixai na terra o resto do tronco com as raízes, presos mediante uma cinta de ferro e de bronze; deixai o tronco no chão, em meio à relva do campo. Ele será molhado com o orvalho que vem do céu, e viverá com os animais selvagens, até que se transcorram sete anos ou períodos de tempo!’ Sendo assim, eis a interpretação do teu sonho, ó rei, e este é o decreto que Elah, o Altíssimo, expediu contra vossa majestade, meu senhor: Tu serás expulso do convívio com os seres humanos e viverás com os animais silvestres; comerás capim como os bois e serás molhado pelo orvalho do céu. Passarão sete períodos de tempo até que admitas que o Altíssimo domina sobre os reinos de todos os homens e os dá a quem quer, e quando deseja. Todavia, a ordem para deixar o resto do tronco da árvore com as raízes significa que o teu reino te será restituído quando reconheceres que Shâmayin, os Céus, dominam. Portanto, ó querido rei, aceita o meu conselho: Reconhece os teus pecados, abandona a maldade e passa a praticar a justiça e a exercer compaixão pelos carentes e necessitados. Talvez, assim, de fato, continues a viver em paz e tranqüilidade!”
Doze meses mais tarde, quando o rei estava caminhando pelo terraço do palácio real da Babilônia, comecei a meditar: “Acaso não é esta a grande Babilônia que eu mesmo edifiquei para ser minha residência e capital do meu reino, mediante a força do meu magnífico poder, e para a glória da minha majestade?” E o rei ainda estava balbuciando estes pensamentos consigo mesmo, quando veio do céu uma voz que declarou: “Eis que esta é a tua sentença, ó rei Nabucodonosor: Toda a tua autoridade real te foi tirada! Serás expulso do meio dos homens, e a tua morada será entre os animais silvestres; te alimentarás de capim como os bois. E passarão sete tempos até que reconheças que Elah, o Altíssimo, tem todo o domínio sobre os reinos dos seres humanos e os concede a quem quer, e quando deseja!” E, naquela mesma hora, a palavra se cumpriu integralmente sobre Nabucodonosor: ele foi expulso do meio dos seus e de todos os homens, e começou a comer grama na companhia de bois. O seu corpo passou a ser molhado pelo orvalho do céu, até que seus cabelos e pêlos crescessem como as penas da águia, e as suas unhas como as garras das aves. Contudo, ao final daqueles dias, eu, Nabucodonosor, ergui os meus olhos aos céus, e percebi que o meu entendimento havia retornado, e então comecei a bendizer Elah, o Altíssimo; louvei e glorifiquei Aquele que vive para sempre! A sua soberania sim, é eterna. O seu reino sim, permanece inabalável de geração em geração! Sim, naquele momento, voltou-me o bom juízo, e eu recuperei a honra, a majestade e a glória do meu reino. Meus conselheiros e os nobres me procuraram, meu trono me foi restaurado, e minha grandeza veio a ser ainda maior que em tempos passados. Agora, pois, eu, Nabucodonosor, louvo, exalto e glorifico o Rei dos céus, porque tudo o que ele faz é certo, e todos os seus caminhos são justos e verdadeiros. E em outra instância, Deus se irou com a desobediência do profeta: Sua partida provocou a ira de Yahweh e o Anjo do SENHOR colocou-se na estrada, para barrar-lhe a passagem. Ele montava sua jumenta, e seus dois servos o acompanhavam. A jumenta viu o Anjo do SENHOR parado na estrada, com sua espada desembainhada na mão; desviou-se, portanto, da estrada, em direção ao campo. Balaão, contudo, espancou a jumenta para fazê-la voltar a sua jornada na estrada. Então o Anjo do SENHOR se pôs em um caminho estreito, no meio das vinhas, com um muro à direita e outro à esquerda. A jumenta viu novamente o Anjo do SENHOR e encostou-se no muro, apertando neste o pé de Balaão. Ele, sem refletir, tornou a bater na jumenta. O Anjo do SENHOR mudou de lugar e indo adiante, colocou-se em uma passagem ainda mais estreita, onde não havia espaço para desviar-se, nem para a direita nem para a esquerda. Assim que a jumenta avistou o Anjo do SENHOR, prostrou-se ao chão com Balaão sobre seu dorso. Balaão ficou muito irado e começou a espancar violentamente a jumenta a golpes de cajado. Então Yahweh fez que a jumenta falasse, e ela disse a Balaão: “Que te fiz eu, para me teres espancado já por três vezes?” Diante disso, Balaão respondeu à jumenta: “Ora, é porque zombaste de mim!” Se eu tivesse uma espada na mão já te haveria matado!” Então ponderou a jumenta a Balaão: “Não sou eu a tua jumenta, que te serve de montaria toda a vida e até o dia de hoje? Tenho eu o costume de agir assim contigo? Ao que respondeu ele: “Não...” E, nesse momento, Yahweh abriu os olhos de Balaão. E ele pode contemplar o Anjo do SENHOR posicionado no caminho, empunhando sua espada. Então Balaão inclinou sua cabeça e prostrou-se com o rosto rente ao chão. E questionou-o o Anjo do SENHOR: “Por que espancaste assim tua jumenta, já por três vezes? Sou Eu que vim barrar-te a passagem; pois com minha presença não podes prosseguir tua jornada. A jumenta avistou-me e, por causa da minha presença, procurou mudar sua trajetória, por três vezes. De fato foi bom para ti que ela se desviasse, pois senão, Eu mesmo já o teria matado. A ela, todavia, Eu teria poupado a vida!” Balaão desagravou-se diante do Anjo do SENHOR: “Pequei. Não percebi que tu estavas posicionado no caminho para me impedires de prosseguir minha jornada. Agora, se o que estou empreendendo não te agrada, voltarei para meu lugar!” Então o Anjo do SENHOR instruiu Balaão: “Vai com esses homens. Somente não digas absolutamente nada além daquilo que Eu te mandar dizer!” Balaão seguiu com os príncipes emissários de Balaque. Que te falou Yahweh?”, indagou-lhe Balaque. E Balaão declarou sua palavra profética em forma de poema: Deus não é ser humano, para que minta,Portanto, recebi uma ordem para abençoar; Ele abençoou, e não posso mudar isso. O Eterno, o Deus de Israel, está com eles; o brado de aclamação do Rei ressoa no meio desse povo. É Deus quem os está trazendo do Egito; eles têm a força de um touro selvagem. Não há feitiçaria que tenha poder contra Jacó, nem magia alguma contra Israel. De agora em diante se proclamará de Jacó e de Israel: ‘Vê tudo quanto Deus tem realizado!’ Eis que este povo levanta-se como leoa; ergue-se como leão, que não descansa enquanto não devora sua presa, nem se deita até que tenha bebido o sangue de suas vítimas!” Filhinhos, Todos os povos da terra são como nada diante dele. Ele age como bem lhe apraz com os exércitos dos anjos e com os habitantes da terra. Ninguém é capaz de se opor à sua vontade ou questioná-lo, dizendo: “Explica-te! Por que ages assim?”E ele tem poder para humilhar aqueles que vivem com arrogância.” Queridos, somente creiam neste Deus justo e fiel! “Então os israelitas partiram e acamparam nas campinas de Moabe, a leste do rio Jordão, nas proximidades de Jericó, que se situava no outro lado do rio. Balaque, filho de Zipor, viu tudo o que Israel fizera contra os amorreus, e Moabe tomou-se de pânico diante desse povo, pois era muito numeroso. Moabe teve grande preocupação e receio dos filhos de Israel. Então os moabitas disseram aos líderes de Midiã: “Eis essa multidão, que devora tudo ao redor de nós, como o boi devora a erva do campo!” Em seguida Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe naquela época, mandou seus emissários para chamar Balaão, filho de Beor, que estava em Petor, que fica próximo do Eufrates, o grande Rio, em Amave, sua terra natal. E a mensagem de Balaque solicitava: “Eis que o povo que saiu do Egito cobriu toda a terra; estabeleceu-se diante de mim. Vem, portanto, eu te suplico, e amaldiçoa por mim esse povo, pois eles são mais poderosos do que eu. Assim poderemos derrotá-los e expulsá-los da terra. Porquanto eu o sei muito bem: aquele que tu abençoas é abençoado, mas aquele a quem tu amaldiçoas fica amaldiçoado!” Os anciãos de Moabe e os de Midiã partiram, levando consigo a quantia necessária para pagar os augúrios e maldições. Assim que chegaram, comunicaram a Balaão o que Balaque havia pedido. Instrui-os Balaão: “Ficai aqui esta noite e eu vos trarei a resposta que o Eterno me der!” E os príncipes de Moabe permaneceram com ele. Eis que veio Deus a Balaão e lhe indagou: “Quem são esses homens que estão contigo?” E Balaão respondeu a Deus: “Balaque, filho de Zipor, rei de Moabe, enviou-me esta mensagem: ‘Eis que o povo que saiu do Egito cobriu toda a terra; estabeleceu-se diante de mim. Vem, portanto, eu te suplico, e amaldiçoa por mim esse povo; assim poderei combatê-lo e expulsá-lo!” Então Deus ordenou a Balaão: “Não irás com eles. Não poderás amaldiçoar esse povo, pois é povo abençoado!” Ao raiar do dia Balaão levantou-se e disse aos líderes de Balaque: “Tornai à vossa terra, pois o Eterno recusa deixar-me ir convosco!” Levantaram-se os príncipes de Moabe e voltaram para Balaque e lhe deram a notícia: “Balaão recusou-se a vir conosco!” Balaque enviou de novo outros príncipes, em maior número e mais importantes do que os primeiros. Foram ter com Balaão e lhe comunicaram: “Assim falou Balaque, filho de Zipor: Eu te suplico, não recuses vir ter comigo! Pois te concederei grandes honrarias, e tudo o que me disseres eu farei. Portanto, vem depressa e amaldiçoa por mim este povo!”Balaão deu aos emissários de Balaque a seguinte resposta: “Ainda que Balaque me desse seu próprio palácio, repleto de prata e ouro, eu não poderia transgredir uma ordem expressa do SENHOR, meu Deus, de forma alguma, quer em relação a uma situação menos grave ou mais grave. Agora, pois, descansai aqui esta noite, vós também, a fim de que eu possa tentar descobrir se o SENHOR tem mais alguma orientação a dizer-me.” Então veio Deus a Balaão durante a noite e lhe ordenou: “Não vieram essas pessoas para te chamar? Levanta-te e vai com eles. Entretanto, não farás senão exatamente aquilo que Eu te orientar!” Bem cedo, levantou-se Balaão, selou sua jumenta e partiu com os príncipes de Moabe. Sua partida provocou a ira de Yahweh e o Anjo do SENHOR colocou-se na estrada, para barrar-lhe a passagem. Ele montava sua jumenta, e seus dois servos o acompanhavam. A jumenta viu o Anjo do SENHOR parado na estrada, com sua espada desembainhada na mão; desviou-se, portanto, da estrada, em direção ao campo. Balaão, contudo, espancou a jumenta para fazê-la voltar a sua jornada na estrada. Então o Anjo do SENHOR se pôs em um caminho estreito, no meio das vinhas, com um muro à direita e outro à esquerda. A jumenta viu novamente o Anjo do SENHOR e encostou-se no muro, apertando neste o pé de Balaão. Ele, sem refletir, tornou a bater na jumenta. O Anjo do SENHOR mudou de lugar e indo adiante, colocou-se em uma passagem ainda mais estreita, onde não havia espaço para desviar-se, nem para a direita nem para a esquerda. Assim que a jumenta avistou o Anjo do SENHOR, prostrou-se ao chão com Balaão sobre seu dorso. Balaão ficou muito irado e começou a espancar violentamente a jumenta a golpes de cajado. Então Yahweh fez que a jumenta falasse, e ela disse a Balaão: “Que te fiz eu, para me teres espancado já por três vezes?” Diante disso, Balaão respondeu à jumenta: “Ora, é porque zombaste de mim!” Se eu tivesse uma espada na mão já te haveria matado!” Então ponderou a jumenta a Balaão: “Não sou eu a tua jumenta, que te serve de montaria toda a vida e até o dia de hoje? Tenho eu o costume de agir assim contigo? Ao que respondeu ele: “Não...” E, nesse momento, Yahweh abriu os olhos de Balaão. E ele pode contemplar o Anjo do SENHOR posicionado no caminho, empunhando sua espada. Então Balaão inclinou sua cabeça e prostrou-se com o rosto rente ao chão. E questionou-o o Anjo do SENHOR: “Por que espancaste assim tua jumenta, já por três vezes? Sou Eu que vim barrar-te a passagem; pois com minha presença não podes prosseguir tua jornada. A jumenta avistou-me e, por causa da minha presença, procurou mudar sua trajetória, por três vezes. De fato foi bom para ti que ela se desviasse, pois senão, Eu mesmo já o teria matado. A ela, todavia, Eu teria poupado a vida!” Balaão desagravou-se diante do Anjo do SENHOR: “Pequei. Não percebi que tu estavas posicionado no caminho para me impedires de prosseguir minha jornada. Agora, se o que estou empreendendo não te agrada, voltarei para meu lugar. Então o Anjo do SENHOR instruiu Balaão: “Vai com esses homens. Somente não digas absolutamente nada além daquilo que Eu te mandar dizer!” Balaão seguiu com os príncipes emissários de Balaque. Assim que Balaque soube que Balaão estava chegando, foi a seu encontro em Ar, cidade nos limites do rio Amom, na fronteira de Moabe. E Balaque o questionou: “Porventura não enviei mensageiros para chamar-te? Por qual motivo não vieste a mim da primeira vez? Na verdade, não estou eu em plena condição de recompensar-te regiamente? Balaão explicou-se a Balaque: “Eis-me aqui, junto de ti! Contudo, quem sou eu para dar-te alguma palavra que o próprio Deus não coloque em minha boca?” Portanto, a palavra que Deus puser em minha boca, esta eu expressarei!” Balaão partiu com Balaque. E chegaram a Kiriat Hutsot, a cidade de Hozote, onde Balaque ofereceu em sacrifício touros e ovelhas e deu uma parte da carne a Balaão e aos príncipes que estavam com ele. Na manhã seguinte Balaque levou Balaão até o alto de Bamote Baal, de onde podiam avistar uma parte do povo de Israel.” Números 22:1-41
🇧🇹UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA O POVO DO PAÍS DO BHUTAN
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do pais do Bhutan.
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do pais do Bhutan.
Tempos difíceis e de grande dor e sofrimento estão vindo sobre vós e sobre o vosso país. E Deus irá permitir que sofram para que entendam o seu amor por vós. E para aqueles que pertencem à Deus, Ele os protegerá.” Queridos, somente creiam neste Deus fiel! “SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu Nome por toda a terra! Tu cuja glória é cantada acima dos céus! Pela boca das crianças e dos recém-nascidos instruíste os sábios e poderosos, silenciando os inimigos e maldosos, porque são adversários teus. Quando admiro os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali estabeleceste, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes? E o filho de Adão para que venhas visitá-lo? Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos e o coroaste de glória e de honra. Tu o fizeste dominar sobre as obras das tuas mãos; tudo sujeitaste debaixo dos seus pés: todos os rebanhos e manadas e os animais selvagens também, as aves do céu, os peixes do oceano e tudo o que percorre as correntes marítimas. SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu nome por toda a terra!” Salmos 8:1-6🇧🇹