AO HOMEN QUE O REI TEM PRAZER DE HONRAR, CABERIA BEM QUE SE LHE VESTISSEM O MANTO REAL QUE O PRÓPRIO REI TENHA USADO EM GRANDES MOMENTOS E INCLUSIVE O CAVALO QUE O REI COSTUMA MONTAR, E QUE SE LHE COLOQUE SOBRE A CABEÇA UMA RÉPLICA DA COROA REAL. E MAIS, QUE TAL ATO ENVOLVA ALGUNS DOS MAIS ILUSTRES PRÍNCIPES DO REI. ESTES NOBRES COBRIRÃO O HOMEM A QUEM O REI DESEJA HONRAR COM O MANTO REAL E O CONDUZIRÃO SOBRE SUA MONTARIA PELAS RUAS DA CIDADE, PROCLAMANDO DIANTE DELE EM ALTA VOZ: EIS COMO SE TRATA O HOMEM A QUEM O REI TEM SATISFAÇÃO DE HOMENAGEAR! AO OUVIR ESSA SUGESTÃO, ORDENOU PRONTAMENTE O REIA HAMÃ: MUITO BEM! TOMA, POIS DEPRESSA OS TRAJES E O CAVALO, EXATAMENTE COMO DISSESTE, E QUE SE FAÇA ASSIM PARA COM O JUDEU MARDOQUEU, QUE ESTÁ SENTADO À PORTA DO PALÁCIO REAL. E LEMBRA-TE: NÃO DEIXES DE REALIZAR ABSOLUTAMENTE NADA DO QUE DISSESTE! ENTÃO HAMÃ APANHOU O CAVALO, VESTIU MARDOQUEU COM O MANTO REAL E O CONDUZIU SOBRE O CAVALO PREDILETO DO REI PELAS RUAS DA CIDADE, GRITANDO À FRENTE DELE: EIS COMO SE TRATA O HOMEM A QUEM O REI TEM SATISFAÇÃO DE HOMENAGEAR!

 O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM 


AO HOMEN QUE O REI TEM PRAZER DE HONRAR, CABERIA BEM QUE SE LHE VESTISSEM O MANTO REAL QUE O PRÓPRIO REI TENHA USADO EM GRANDES MOMENTOS E INCLUSIVE O CAVALO QUE O REI COSTUMA MONTAR, E QUE SE LHE COLOQUE SOBRE A CABEÇA UMA RÉPLICA DA COROA REAL. E MAIS, QUE TAL ATO ENVOLVA ALGUNS DOS MAIS ILUSTRES PRÍNCIPES DO REI. ESTES NOBRES COBRIRÃO O HOMEM A QUEM O REI DESEJA HONRAR COM O MANTO REAL E O CONDUZIRÃO SOBRE SUA MONTARIA PELAS RUAS DA CIDADE, PROCLAMANDO DIANTE DELE EM ALTA VOZ: EIS COMO SE TRATA O HOMEM A QUEM O REI TEM SATISFAÇÃO DE HOMENAGEAR! AO OUVIR ESSA SUGESTÃO, ORDENOU PRONTAMENTE O REIA HAMÃ: MUITO BEM! TOMA, POIS DEPRESSA OS TRAJES E O CAVALO, EXATAMENTE COMO DISSESTE, E QUE SE FAÇA ASSIM PARA COM O JUDEU MARDOQUEU, QUE ESTÁ SENTADO À PORTA DO PALÁCIO REAL. E LEMBRA-TE: NÃO DEIXES DE REALIZAR ABSOLUTAMENTE NADA DO QUE DISSESTE!  ENTÃO HAMÃ APANHOU O CAVALO, VESTIU MARDOQUEU COM O MANTO REAL E O CONDUZIU SOBRE O CAVALO PREDILETO DO REI PELAS RUAS DA CIDADE, GRITANDO À FRENTE DELE: 
EIS COMO SE TRATA O HOMEM A QUEM O REI TEM SATISFAÇÃO DE HOMENAGEAR!

 “Ora, naquela mesma noite, como não conseguisse dormir, o rei pediu que trouxessem o livro dos Feitos Memoráveis ou Crônicas, e ordenou que as histórias fossem lidas para seu descanso. E achou-se nas escrituras que Mardoqueu tinha denunciado Bigtã e Teres, dois dos oficiais do rei, que guardavam a porta e tinham conspirado para tirar a vida de Xerxes. E o rei questionou: “Que honra e reconhecimento foram conferidos a Mardoqueu por esse feito?” Os oficiais do rei que o serviam responderam: “Não foi feito nada até hoje.” Então o rei indagou: “Quem está no pátio? Ora, esse era exatamente o momento em que Hamã chegava ao vestíbulo, isto é, no pátio exterior do palácio real, a fim de pedir ao rei que autorizasse a execução de Mardoqueu na forca que ele, Hamã, lhe havia preparado. E, rapidamente, os servos do rei lhe informaram: “É Hamã que está no vestíbulo!” Então o rei mandou que o fizessem entrar. Assim que Hamã entrou, o rei lhe perguntou: “Caro Hamã, o que se deve fazer a um homem a quem o rei tem alegria de honrar?” Diante dessa questão Hamã pensou consigo mesmo: “Ora, a quem o rei teria tanta satisfação de honrar senão a mim?” Por essa razão deu a seguinte resposta ao rei: “Ao homem que o rei tem prazer de honrar, caberia bem que se lhe vestissem o manto real que o próprio rei tenha usado em grandes momentos e, inclusive, o cavalo que o rei costuma montar, e que se lhe coloque sobre a cabeça uma réplica da coroa real. E mais, que tal ato envolva alguns dos mais ilustres príncipes do rei. Estes nobres cobrirão o homem a quem o rei deseja honrar com o manto real e o conduzirão sobre sua montaria pelas ruas da cidade, proclamando diante dele em alta voz: “Eis como se trata o homem a quem o rei tem a satisfação de homenagear!” Ao ouvir essa sugestão, ordenou prontamente o rei a Hamã: “Muito bem! Toma, pois, depressa os trajes e o cavalo, exatamente como disseste, e que se faça assim para com o judeu Mardoqueu, que está sentado à porta do palácio real. E lembra-te: não deixes de realizar absolutamente nada do que disseste!” Então Hamã apanhou o cavalo, vestiu Mardoqueu com o manto real e o conduziu sobre o cavalo predileto do rei pelas ruas da cidade, gritando à frente dele: “Eis como se trata o homem a quem o rei tem a satisfação de homenagear! Depois desse evento, Mardoqueu retornou para a porta do palácio real. Mas Hamã apressou-se em voltar para sua casa com a cabeça coberta e muito abatido. E Hamã contou tudo o que havia ocorrido a Zeres, sua esposa, e a todos os seus amigos. E tanto seus amigos mais chegados como Zeres, sua esposa, lhe preveniram: “Se este Mardoqueu, diante do qual já começaste a cair, é da linhagem dos judeus, não prevalecerás contra ele, mas com toda a certeza tua ruína está bem próxima!” Enquanto estes ainda conversavam, eis que chegaram os oficiais do rei e se apresaram em levar Hamã ao banquete que a rainha Ester havia organizado.” Ester 6. Amém!




UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espirito revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Grande e Poderoso Deus de Israel, vos revelo este mistério. É Deus quem permite os seus escolhidos serem perseguidos para que eles sejam forjados no fogo, transformando os em vasos de honra para serem usados por Ele. Davi foi perseguido por Saul: Então, Saul disse a Davi: “Apresento-te minha filha mais velha, Merabe, que desejo conceder-te por esposa; tão somente serve-me como um guerreiro e trava as batalhas do SENHOR!” Todavia, Saul tramava em seu íntimo: “Ora, não morra ele por minha mão, mas pelas mãos dos filisteus!” Mas foi Saul quem morreu: E aconteceu que, em combate com os filisteus, os soldados de Israel foram postos em fuga e muitos caíram mortos no monte Gilboa. Os filisteus pelejaram contra Saul e sua família; e mataram Jônatas, Abinadabe e Malquisua, filhos de Saul. A batalha agravou-se contra Saul, e os flecheiros o alcançaram e o feriram gravemente. Então Saul ordenou ao seu escudeiro: “Desembainha a tua espada e transpassa-me, para que não venham esses incircuncisos e antes de me matar me humilhem ainda mais!” Mas o seu escudeiro não conseguiu obedecê-lo. Então, imediatamente, Saul puxou sua própria espada e atirou-se sobre ela. Assim que o escudeiro constatou que Saul estava morto, lançou-se de igual modo sobre a sua espada e também suicidou-se ao lado de seu rei. E assim sucedeu que Saul, seus três filhos, seu escudeiro e todos os seus soldados morreram naquele dia. E Mardoqueu foi perseguido por Hamnã: Quando Hamã constatou que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, ficou muito indignado. Todavia, assim que soube a que povo Mardoqueu pertencia, achou que não bastaria tirar a vida apenas de um judeu. Por esse motivo, Hamã procurou uma maneira de matar todos os judeus, o povo de Mardoqueu, em todo o império de Xerxes. E Hamã argumentou diante do rei Xerxes: “Eis que há um povo espalhado e disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino cujas leis e modo de vida são muito diferentes das tradições e normas dos demais povos, e que não se sujeitam às leis do rei. Portanto, não é conveniente ao rei que tais pessoas sigam vivendo entre nós. Se for do agrado do rei, decrete-se que sejam imediatamente aniquilados, e eu depositarei trezentas e cinquenta toneladas de prata na tesouraria real para financiar aqueles que serão responsáveis pelo extermínio dessa gente!” Considerando as palavras e a proposta que ouvira, o rei tirou seu anel-selo do dedo, entregou-o a Hamã, o inimigo dos judeus, filho de Hamedata, descendente de Agague, e declarou:“Conserva teu dinheiro contigo e para teus fins. Quanto a este povo, é teu: faze o que quiseres!” Hamã ordenou que escrevessem cartas no idioma e no modo de escrever de cada povo aos sátrapas, nobres governadores persas do rei, aos representantes do império nas várias províncias e aos chefes de cada povo. Tudo escrito em nome do rei Xerxes e selado com o seu anel. As cartas foram enviadas por correios, mensageiros, a todas as províncias do rei, com a ordem expressa de executar, matar e eliminar todos os judeus, inclusive crianças, mulheres, jovens e idosos sem exceção, e de saquear todos os seus bens, tudo em uma ação rápida de apenas um dia, o décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de Adar, Uma cópia do decreto deveria ser publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que estivessem todos prontos para aquele dia. Por ordem do rei, os correios partiram às pressas, e o decreto foi anunciado em alta voz para toda a cidade de Susã. O rei e Hamã assentaram-se para beber, entretanto a cidade de Susã estava sob grande aflição e horror. Mas, quem morreu foi Hamã: O rei, num arroubo de ódio, levantou-se abruptamente do banquete, abandonou o vinho que bebia e caminhou apressadamente para o jardim do palácio. Hamã notou claramente que o rei já havia determinado a sua sumária execução e por isso ficou para implorar por sua vida à rainha Ester. Entretanto, ao voltar o rei do jardim do palácio ao salão onde se realizava o banquete, viu Hamã debruçado sobre o divã em que se achava Ester. E então exclamou: “Seria tu néscio a ponto de tentar violentar a rainha da Pérsia na minha presença e dentro da minha própria casa?” Assim que o rei acabou de pronunciar estas palavras, cobriram o rosto de Hamã. Neste mesmo momento, Harbona, um dos eunucos oficiais que serviam diante do rei, mencionou ao rei: “Há uma forca de mais de vinte metros de altura bem próximo à casa de Hamã, que ele próprio construiu para enforcar Mardoqueu, aquele que intercedeu pela vida do rei!” Então o rei ordenou: “Portanto, enforcai-o nela agora mesmo!” E eles enforcaram Hamã na forca que ele próprio havia preparado para Mardoqueu. Depois disso, o furor do rei se arrefeceu.” Agora, entendam este mistério; Deus sempre humilha o perseguidor primeiro, para depois o matar. Sabe porque? Porque o perseguidor sempre brinca com Deus, zomba de Deus. Porque quando se brinca, se zomba dos ungidos de Deus é como se estivessem brincando e zombando do próprio Deus. Não sejam engannados: Deus não se permite zombar. Portanto, tudo o que o ser humano semear, isso também colherá! E assim foi humilhação de Saul: E as mulheres dançavam e cantavam: “Saul matou milhares, e Davi, dezenas de milhares!” Então Saul se indignou e ficou muito irritado ao ouvir esse refrão, e exclamou: “Ora, a Davi atribuíram a morte de dezenas de milhares, mas a mim somente milhares. A continuar assim, só lhe faltará conquistar o meu reino!” E desse dia em diante, Saul começou a nutrir um forte sentimento de inveja de Davi. E a humilhação de Hamã: Ao homem que o rei tem prazer de honrar, caberia bem que se lhe vestissem o manto real que o próprio rei tenha usado em grandes momentos e, inclusive, o cavalo que o rei costuma montar, e que se lhe coloque sobre a cabeça uma réplica da coroa real. E mais, que tal ato envolva alguns dos mais ilustres príncipes do rei. Estes nobres cobrirão o homem a quem o rei deseja honrar com o manto real e o conduzirão sobre sua montaria pelas ruas da cidade, proclamando diante dele em alta voz: “Eis como se trata o homem a quem o rei tem a satisfação de homenagear!” Ao ouvir essa sugestão, ordenou prontamente o rei a Hamã: “Muito bem! Toma, pois, depressa os trajes e o cavalo, exatamente como disseste, e que se faça assim para com o judeu Mardoqueu, que está sentado à porta do palácio real. E lembra-te: não deixes de realizar absolutamente nada do que disseste!” Então Hamã apanhou o cavalo, vestiu Mardoqueu com o manto real e o conduziu sobre o cavalo predileto do rei pelas ruas da cidade, gritando à frente dele: “Eis como se trata o homem a quem o rei tem a satisfação de homenagear!” E Deus mata porque tocam, tramam contra os seus ungidos sem nenhuma piedade: Não toqueis em meus ungidos, não maltrateis meus profetas. E Eu vos digo mais; Deus não mudou Ele continua o mesmo ontem, hoje e sempre. E Ele continua abatendo os exaltados, e exaltando os humildes.” Queridos, somente creiam neste Deus altíssimo! “O rei e Hamã dirigiram-se ao banquete da rainha Ester, e neste segundo dia, durante o banquete, o rei novamente perguntou a Ester: “Pede-me o que quiseres, rainha Ester, e te será concedido. Ainda que me peças a metade do reino, tê-la-ás!” Então a rainha Ester respondeu: “Se realmente encontrei graça a teus olhos, ó rei, e se for de teu agrado, concede-me a vida, e a vida do meu povo, eis meu desejo e minha súplica. Falo deste modo porquanto meu povo e eu fomos sentenciados ao extermínio, à matança e ao aniquilamento. Se somente tivéssemos sido entregues como escravos e servas, eu ter-me-ia mantido em silêncio. No entanto, esta desgraça que se aproxima não irá compensar o prejuízo que dela resultará para o rei!” Diante dessas palavras, o rei Xerxes indagou à rainha Ester: “Quem é esse que ousa pensar em praticar ato de tamanha abominação? E onde se encontra esse coração perverso?” Respondeu Ester: “O adversário e inimigo é Hamã!” Então Hamã ficou aterrorizado diante do rei e da rainha. O rei, num arroubo de ódio, levantou-se abruptamente do banquete, abandonou o vinho que bebia e caminhou apressadamente para o jardim do palácio. Hamã notou claramente que o rei já havia determinado a sua sumária execução e por isso ficou para implorar por sua vida à rainha Ester. Entretanto, ao voltar o rei do jardim do palácio ao salão onde se realizava o banquete, viu Hamã debruçado sobre o divã em que se achava Ester. E então exclamou: “Seria tu néscio a ponto de tentar violentar a rainha da Pérsia na minha presença e dentro da minha própria casa?” Assim que o rei acabou de pronunciar estas palavras, cobriram o rosto de Hamã. Neste mesmo momento, Harbona, um dos eunucos oficiais que serviam diante do rei, mencionou ao rei: “Há uma forca de mais de vinte metros de altura bem próximo à casa de Hamã, que ele próprio construiu para enforcar Mardoqueu, aquele que intercedeu pela vida do rei!” Então o rei ordenou: “Portanto, enforcai-o nela agora mesmo!” E eles enforcaram Hamã na forca que ele próprio havia preparado para Mardoqueu. Depois disso, o furor do rei se arrefeceu.” Ester 7:1-10





🇸🇳UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA OS HABITANTES DO PAÍS DO SENEGAL 

“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para os habitantes do pais do Senegal. Virão tempos sobre vós de angústia e aflição. E os vossos deuses não os poderão ajudar. Mas, o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó os poderão ajudar. E Eu vos digo; arrependei-vos e voltam para o Deus criador de todas as coisas, porque Ele os amam e Ele não quer que vós pereçam, mais tenham vida eterna.” Queridos, somente creiam neste Deus justo e fiel! “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. Portanto, Deus enviou o seu Filho ao mundo não para condenar o mundo, mas para que o mundo fosse salvo por meio dele. Quem nele crê não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porque não acreditou no Nome do Filho unigênito de Deus. E o julgamento é este: que a luz veio ao mundo, mas os homens amaram mais as trevas do que a luz, porque as suas obras eram más. Pois todo aquele que pratica o mal odeia a luz e não se aproxima da luz, temendo que as suas obras sejam expostas. Mas quem pratica a verdade vem para a luz, para que se veja claramente que as suas obras são realizadas em Deus.” João 3:16-21🇸🇳


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