ELES O VIRAM DE LONGE E, ANTES QUE PUDESSE CHEGAR MAIS PERTO, TRAMARAM SUA MORTE. E COMBINARAM ENTRE SI: EIS QUE VEM SE APROXIMANDO AQUELE SONHADOR! VINDE, MATEMO-LO, JOGUEMO-LO NUMA CISTERNA QUALQUER; DIREMOS QUE UM ANIMA FEROZ O DEVOROU. VEREMOS O QUE ACONTECERÁ COM SEUS SONHOS! TODAVIA, RÚBEN, OUVINDO ISSO, SALVOU-O DE SUAS MÃOS. E PROPÔS AOS IRMÃOS: NÃO LHE TIREMOS A VIDA! AFIRMOU RÚBEN: DERRAMEIS SANGUE HUMANO! LANÇAI-O NESTE POÇO, AQUI NO DESERTO, MAS NÃO PONHAIS A MÃO SOBRE ELE PARA FERIR! ELE SOMENTE DISSERA ASSIM PARA LIVRAR JOSÉ DAS MÃOS DELES E, ASSIM QUE POSSÍVEL, RESTITUÍ-LO A SEU PAI. ENTÃO, QUANDO JOSÉ CHEGOU JUNTO DELES, DESPOJARAM-NO DE SUA TÚNICA, A TÚNICA DE MANGAS LONGAS E ADORNADA, QUE ELE VESTIA. ARREMESSARAM-SE CONTRA ELE E O LANÇARAM NA CISTERNA; ERA UM POÇO VAZIO E SEM ÁGUA. DEPOIS SENTARAM-SE PARA COMER
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
ELES O VIRAM DE LONGE E, ANTES QUE PUDESSE CHEGAR MAIS PERTO, TRAMARAM SUA MORTE. E COMBINARAM ENTRE SI: EIS QUE VEM SE APROXIMANDO AQUELE SONHADOR! VINDE, MATEMO-LO, JOGUEMO-LO NUMA CISTERNA QUALQUER; DIREMOS QUE UM ANIMA FEROZ O DEVOROU. VEREMOS O QUE ACONTECERÁ COM SEUS SONHOS! TODAVIA, RÚBEN, OUVINDO ISSO, SALVOU-O DE SUAS MÃOS. E PROPÔS AOS IRMÃOS: NÃO LHE TIREMOS A VIDA! AFIRMOU RÚBEN: DERRAMEIS SANGUE HUMANO! LANÇAI-O NESTE POÇO, AQUI NO DESERTO, MAS NÃO PONHAIS A MÃO SOBRE ELE PARA FERIR! ELE SOMENTE DISSERA ASSIM PARA LIVRAR JOSÉ DAS MÃOS DELES E, ASSIM QUE POSSÍVEL, RESTITUÍ-LO A SEU PAI. ENTÃO, QUANDO JOSÉ CHEGOU JUNTO DELES, DESPOJARAM-NO DE SUA TÚNICA, A TÚNICA DE MANGAS LONGAS E ADORNADA, QUE ELE VESTIA. ARREMESSARAM-SE CONTRA ELE E O LANÇARAM NA CISTERNA; ERA UM POÇO VAZIO E SEM ÁGUA. DEPOIS SENTARAM-SE PARA COMER
“Jacó habitou na terra de Canaã, onde seu pai, Isaque, tinha vivido como estrangeiro. Esta, portanto, é a história da família de Jacó; quando José, seu filho, tinha dezessete anos, pastoreava os rebanhos de ovelhas e cabras com seus irmãos. Cooperava com os filhos de Bila e os filhos de Zilpa, mulheres de seu pai. Entretanto, José compartilhava com seu pai sobre a má fama de seus irmãos. Israel amava mais a José do que a todos os seus outros filhos, porque ele era o filho da sua velhice, e mandou fazer-lhe uma túnica adornada. Seus irmãos perceberam que seu pai o amava mais do que a todos os seus outros filhos e odiaram-no, tornaram-se tão invejosos que não conseguiam mais lhe falar de maneira amigável. Ora, José teve um sonho e o contou a seus irmãos, que passaram a nutrir ainda mais raiva dele. José lhes havia dito: “Ouvi o sonho que tive! Pareceu-me que estávamos atando feixes nos campos, e eis que meu feixe se levantou e ficou em pé, e vossos feixes o rodearam e se prostraram diante do meu feixe”. Seus irmãos lhe indagaram: “Queres acaso governar-nos como rei ou dominar-nos como senhor?” E eles o odiaram ainda mais, por causa de seus sonhos e de suas intenções. Depois José teve ainda um outro sonho, e o contou deste modo a seus irmãos: “Tive ainda outro sonho, desta vez o sol, a lua e onze estrelas se curvavam diante de mim!” Assim que narrou o sonho a seu pai e seus irmãos, o pai repreendeu-o com estas palavras: “Que sonho foi esse que tiveste? Iríamos todos então, eu, a mãe de teus irmãos e cada um deles, prostrar-nos, rosto em terra, diante da tua presença?” No mesmo instante, seus irmãos arderam em ciúmes dele; seu pai, contudo, passou a refletir sobre o que ouvira. Aconteceu que os irmãos de José haviam saído, levando as ovelhas e as cabras do seu pai até os pastos que ficavam próximos da cidade de Siquém. Então, Israel perguntou a José: “Não apascentam teus irmãos nossos rebanhos em Siquém? Vem, vou enviar-te a eles.” E ele prontamente respondeu: “Eis-me aqui!”E prosseguiu Jacó: “Vai, então, ver como estão teus irmãos e os rebanhos, e traze-me notícias!” Ele o enviou quando estava no vale de Hebrom. Mas José se perdeu quando estava próximo de Siquém; um homem o encontrou vagueando pelos campos e lhe indagou: “Que procuras?” Ele respondeu: “Procuro meus irmãos. Indica-me, por favor: Onde costumam apascentar os rebanhos?” Então, o homem informou-lhe: “Eles levantaram acampamento daqui. Eu os ouvi dizer: ‘Vamos para Dotã!’” Assim, José partiu à procura de seus irmãos e os encontrou em Dotã. Eles o viram de longe e, antes que pudesse chegar mais perto, tramaram sua morte. E combinaram entre si: “Eis que vem se aproximando aquele sonhador! Vinde, matemo-lo, joguemo-lo numa cisterna qualquer; diremos que um animal feroz o devorou. Veremos o que acontecerá com seus sonhos!” Todavia, Rúben, ouvindo isso, salvou-o de suas mãos. E propôs aos irmãos: “Não lhe tiremos a vida!” Afirmou Rúben: “Não derrameis sangue humano! Lançai-o neste poço, aqui no deserto, mas não ponhais a mão sobre ele para o ferir!” Ele somente dissera assim para livrar José das mãos deles e, assim que possível, restituí-lo a seu pai. Então, quando José chegou junto deles, despojaram-no de sua túnica, a túnica de mangas longas e adornada, que ele vestia. Arremessaram-se contra ele e o lançaram na cisterna; era um poço vazio e sem água. Depois sentaram-se para comer. Entretanto, ao erguerem os olhos, eis que viram uma caravana de ismaelitas que vinha de Gileade. Seus camelos vinham carregados de especiarias, bálsamo e mirra, que estavam transportando para o Egito. Então sugeriu Judá a seus irmãos: “De que nos aproveita matar nosso irmão e escondermos seu sangue? Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas, mas não ponhamos a mão sobre ele: é nosso irmão, da mesma carne que nós!” E seus irmãos o ouviram. Quando passaram os mercadores ismaelitas, eles retiraram José da cisterna. Venderam José aos ismaelitas por vinte peças de prata e estes o levaram para Egito. Entrementes, quando Rúben retornou à cisterna, eis que José não estava mais ali! Então, enfurecido, rasgou suas vestes e, saindo ao encontro de seus irmãos, desabafou: “O rapaz não está mais lá! E eu, aonde irei?” Então, eles degolaram um bode e ensoparam de sangue a túnica de José. Em seguida a mandaram entregar ao pai com este recado: “Eis o que encontramos! Vê se é ou não a túnica de teu filho”. Jacó a observou e afirmou: “Certamente é a túnica de meu filho! Um animal selvagem o esquartejou e o devorou! José foi trucidado!” Indignado Jacó rasgou suas vestes, vestiu-se de pano de saco, conforme a tradição, e pranteou durante muitos dias por seu amado filho. Todos os seus filhos e filhas se achegaram para oferecer-lhe consolo, contudo ele recusou toda e qualquer consolação, e declarou: “Não! É em luto que descerei ao Sheol para me encontrar com meu filho!” E continuou a chorar a perda de seu filho José. Enquanto isso, no Egito, os midianitas vendiam José a Potifar, oficial do Faraó e capitão da guarda imperial.” Gênesis 37. Amém!
UMA RESPOSTA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha escreve o que o meu Espírito Santo diz para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Grande e Poderoso Deus Altíssimo, vos digo; Como a chuva e a neve descem dos céus e não retornam para eles sem regarem a terra e fazerem-na brotar e florescer, a fim de que ela produza sementes para o semeador e pão para os que dele se alimentam, assim também acontece com a Palavra que sai da boca de Deus; Ela não voltará para Ele vazia, mas realizará toda a obra que Deus deseja, e atingirá o propósito para o qual Ele a enviou. Os sonhos de José vieram diretamente do trono de Deus; E foi Deus quem abriu a boca de José para que ele contasse os seus sonhos para que o caráter dos seus irmãos fossem revelados. Porque Deus iria tirar José do meio da sua parentela para o capacitar e depois o honrar. Mas, primeiro José teria que saber quem os seus irmãos verdadeiramente eram, para que Jose conhecesse o nível da maldade, o nível da inveja, e o nível do ódio que os seus irmãos carregavam no coração por ele. E Eu vos digo; Eles o viram de longe e, antes que pudesse chegar mais perto, tramaram sua morte. E combinaram entre si: “Eis que vem se aproximando aquele sonhador! Vinde, matemo-lo, joguemo-lo numa cisterna qualquer; diremos que um animal feroz o devorou. Então, quando José chegou junto deles, despojaram-no de sua túnica, a túnica de mangas longas e adornada, que ele vestia. Arremessaram-se contra ele e o lançaram na cisterna; era um poço vazio e sem água. Depois sentaram-se para comer. E Deus viu tudo que fizeram com José, e Deus iria usar aquela situação difícil para o beneficiar e para dar andamento aos seus planos e propósitos na vida dele. Porque Deus age em todas as coisas com o fim de beneficiar todos os que o amam, dos que foram chamados conforme seu plan. Afinal, os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, e os vossos caminhos não são os meus caminhos!” Afirma Yahweh, o SENHOR. “Assim como os céus são mais altos do que a terra, também os meus caminhos são mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos. Entretanto, ao erguerem os olhos, eis que viram uma caravana de ismaelitas que vinha de Gileade. Seus camelos vinham carregados de especiarias, bálsamo e mirra, que estavam transportando para o Egito. Então sugeriu Judá a seus irmãos: “De que nos aproveita matar nosso irmão e escondermos seu sangue? Vinde, vendamo-lo aos ismaelitas, mas não ponhamos a mão sobre ele: é nosso irmão, da mesma carne que nós!” E seus irmãos o ouviram. Quando passaram os mercadores ismaelitas, eles retiraram José da cisterna. Venderam José aos ismaelitas por vinte peças de prata e estes o levaram para Egito. Porque era na terra do Egito que Deus iria fazer concretizar os sonhos e as bençãos que Ele tinha para a vida de José. E Deus faria os irmãos de José contempla-lo na posição honrosa para que eles soubessem que nada é nem ninguém pode frustrar os seus planos. Eu vos digo; os irmãos não reconheceram José: Assim que José entrou na casa, ofereceram-lhe os presentes que tinham consigo e ajoelharam-se diante dele, encostando seus rostos no chão. José os saudou amigavelmente e desejou saber: “Como está vosso velho pai, de quem me falastes: ele ainda vive? Ao que lhe responderam: “Teu servo, nosso pai, está bem, ele ainda vive,” e ajoelharam-se novamente, curvando seus rostos até o chão, em sinal de reverência. E Eu vos digo mais; Vendo que seu pai estava morto comentaram entre si os irmãos de José: “E se José for nos tratar como inimigos e nos retribuir todo o mal que lhe fizemos no passado? Por isso, mandaram um recado a José nestes termos: “Antes de morrer, teu pai nos ordenou que lhe revelássemos este seu desejo: ‘Assim falareis a José: Perdoa a teus irmãos seu crime e seu pecado, todo o mal que te fizeram!’ Agora, pois, queiras tu perdoar os erros e os pecados dos servos do Deus de teu pai!” E José muito se comoveu e chorou diante das palavras que seus irmãos lhe enviaram. Logo em seguida chegaram seus próprios irmãos e, lançando-se a seus pés, suplicaram: “Eis-nos aqui como teus escravos!” No entanto, José lhes assegurou: “Não tenhais qualquer receio! Acaso estou eu no lugar de Deus? O mal que tínheis a intenção de fazer-me, o desígnio de Deus o mudou em bem, a fim de cumprir o que se realiza hoje diante de nossos olhos: salvar a vida de um povo numeroso! Agora, pois, não temais: eis que eu vos sustentarei, bem como a vossos filhos!” E assim ele os tranquilizou e encorajou com palavras carinhosas. José permaneceu no Egito, com toda a numerosa família de Israel. Viveu cento e dez anos, e viu a terceira geração dos filhos de Efraim. Além disso, nasceram, na presença de José, os filhos de Maquir, filho de Manassés. Antes de morrer, José profetizou a seus irmãos: “Eis que a hora de minha morte se aproxima, todavia Deus vos visitará com poder e vos fará subir destas terras para a terra que Ele prometeu, sob juramento, a Abraão, Isaque e Jacó!” E José fez os filhos de Israel prestarem um juramento: “Quando Deus intervier a vosso favor, levareis os meus ossos daqui!” José morreu com a idade de cento e dez anos. E, logo depois de embalsamado, seu corpo foi depositado num sarcófago, no Egito.” Queridos, somente creiam neste Deus glorioso, cumpridor de promessas! “Dois anos se passaram. Certo dia, o rei do Egito sonhou que estava em pé na beira no rio Nilo. De repente, saíram do rio sete vacas vistosas e gordas, que começaram a pastar entre os juncos que vicejam à beira do rio. Logo em seguida saíram do rio outras sete vacas, de aparência feia e mal alimentadas, e se alinharam ao lado das primeiras, na margem do Nilo. Então, aconteceu que as vacas feias e magras engoliram as bonitas e gordas. Foi quando o Faraó acordou assustado. Ele voltou a dormir e teve um segundo sonho: sete espigas subiam de uma mesma haste, granadas e lindas de se ver. Mas eis que sete espigas mirradas e queimadas pelo sol e vento orientais nasciam atrás delas. Então, aconteceu que as espigas mirradas devoraram as sete espigas graúdas e cheias. Então, o Faraó acordou preocupado: era um sonho! De manhã, com o espírito conturbado, o Faraó mandou chamar todos os magos e todos os sábios do Egito e lhes contou os sonhos que tivera durante aquela noite passada, mas ninguém conseguiu dar ao Faraó uma explicação convincente. Então o chefe dos copeiros dirigiu a palavra ao Faraó e lhe declarou: “Devo confessar hoje minhas faltas! Um dia o senhor ficou com muita raiva de mim e do chefe dos padeiros e mandou nos prender na casa do capitão da guarda. Numa daquelas noites, cada um de nós teve um sonho, e cada sonho tinha uma interpretação particular. Pois bem, havia ali conosco um jovem hebreu, um escravo do capitão da guarda. Contamos a ele nossos sonhos, e ele nos revelou os seus significados, proporcionando a cada um de nós a interpretação exata do seu próprio sonho. E tudo aconteceu de acordo com o que ele nos dissera: eu fui restaurado à minha posição de confiança e o padeiro foi empalado!” Assim que ouviu isso, o Faraó mandou chamar José, que foi trazido às pressas da prisão onde estava. Depois de se barbear e trocar de roupa, apresentou-se perante o Faraó. Então o Faraó dirigiu a palavra a José e declarou: “Eu tive sonhos que ninguém consegue interpretar. Entretanto, ouvi dizer de ti que quando ouves qualquer sonho podes decifrá-lo”. Contudo, José disse ao Faraó: “Quem sou eu! É Deus quem dará ao Faraó uma resposta favorável!” Então o Faraó contou a José o que sonhara: “Em meu sonho, parecia-me estar em pé na margem do Nilo. Eis que subiam do Nilo sete vacas bem alimentadas e de bela aparência, que começavam a pastar entre os juncos. No entanto, eis que outras sete vacas emergiram logo depois delas, exaustas, de aparência feia e mal alimentadas: jamais vi animais tão debilitados em toda a terra do Egito. As vacas magras e feias devoraram as sete primeiras, as vacas gordas. Mesmo depois que as devoraram, não demonstravam qualquer benefício em tê-las devorado, porquanto sua aparência continuava tão extenuada e feia quanto no início. Então acordei. Mais tarde voltei a sonhar e vi sete espigas de cereal, cheias e saudáveis, que cresciam num mesmo pé. Depois delas, brotaram outras setes espigas, murchas e mirradas, ressequidas pelo sol extenuante e o vento leste. As espigas magras engoliram as sete espigas boas. Contei isso a todos os magos e adivinhos do Egito, mas ninguém foi capaz de esclarecer-me!” Então, José explicou ao rei: “Em verdade o Faraó teve um único sonho, pois ambos têm o mesmo sentido: Deus anunciou ao Faraó o que Ele vai realizar proximamente. As sete vacas belas e gordas significam sete anos, assim como as sete espigas saudáveis e cheias representam sete anos; é um só e mesmo sonho, portanto. As sete vacas feias e magras que sobem em seguida simbolizam sete anos e também as sete espigas mirradas e queimadas pelo sol e o vento oriental: é que haverá sete anos de fome. É exatamente como eu anunciei ao senhor: aprouve a Deus mostrar ao Faraó aquilo que Ele vai fazer proximamente. Sete anos vindouros de muita fartura chegarão e abençoarão toda a terra do Egito. Entretanto, em seguida virão sete anos de fome. Então, todo o tempo de abastança será esquecido, porquanto a fome arruinará a terra. A fome que se abaterá depois dos bons anos será tão severa que o tempo de abundância não será mais lembrado sobre a terra. O sonho veio ao Faraó duas vezes para deixar claro que Deus já se decidiu por assim agir e se apressa em realizar o que determinou”. E concluiu José: “Agora, portanto, que o Faraó escolha um homem inteligente e sábio e o estabeleça sobre toda a terra do Egito. Que o Faraó aja e institua funcionários supervisores na terra para recolher um quinto da colheita do Egito durante os próximos sete anos de fartura. Eles deverão reunir todos os víveres que puderem desses bons anos que virão e acumular estoques de trigo que, sob o controle do Faraó, serão armazenados nas cidades. Esse estoque servirá de reserva especial para os sete anos de fome que se abaterão sobre o Egito, a fim de que a terra não seja aniquilada e o povo não morra de fome!” A palavra e o plano de José agradaram ao Faraó e a todos os seus sábios e conselheiros. E, portanto, o Faraó proclamou diante de sua corte e oficiais: “Encontraremos um homem como este, em quem esteja o Espírito de Deus?” Então o Faraó declarou a José: “Visto que Deus te fez saber tudo isso, não há ninguém tão perspicaz e sábio como tu em nossas terras! Tu serás o administrador do meu palácio e todo o meu povo se conformará às tuas ordens; só no trono te precederei!”O Faraó disse mais a José: “Vê: eu te estabeleço sobre toda a terra do Egito”. E o Faraó tirou do dedo seu anel-selo e o colocou no dedo de José. Mandou que o vestissem com linho fino e colocou uma corrente de ouro fino em volta de seu pescoço. Também o convidou a subir em sua segunda carruagem real, tendo à frente os arautos do império que iam bradando: “Abrek, Inclinai-vos!” Assim José foi empossado no comando de toda a terra do Egito. E acrescentou ainda o Faraó: “Eu sou o Faraó, mas sem tua permissão ninguém erguerá a mão ou pé para dar um passo em toda a terra do Egito!” E o Faraó impôs a José o nome de Zafenate-Paneia e lhe deu por mulher Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, cidade do sol. Depois José saiu a inspecionar toda a terra do Egito. José tinha trinta anos quando se apresentou diante do Faraó, rei do Egito, e José deixou a presença do Faraó e percorreu toda a terra do Egito. Durante os sete anos de abundância, a terra produziu copiosamente, e ele reuniu todos os víveres e o trigo excedente dos sete anos em que houve grande fartura sobre a terra do Egito e depositou-os nos armazéns construídos em todas as cidades egípcias. Em cada cidade ele armazenava os cereais colhidos nas lavouras das redondezas. Foi dessa maneira que José estocou tanto mantimento, que desistiu de ficar pesando e contabilizando as cifras; as quantidades iam além de toda medida: parecia a areia das praias do mar. Antes de começarem os anos de fome, Azenate, filha de Potífera, sacerdote de Om, deu a José dois filhos. Ao primeiro, José deu o nome de Manassés, esclarecendo: “Deus me fez esquecer meus dias difíceis e toda a família de meu pai”. Quanto ao segundo filho, ele o chamou de Efraim, justificando: “Deus me fez próspero na terra dos meus sofrimentos”. Então chegaram ao fim os sete anos de abundância que houve na terra do Egito. E, como José havia predito, começaram a vir os sete anos de fome. Havia carestia e fome em todas as terras vizinhas, mas em todo o Egito havia o que comer. Contudo, quando os egípcios também começaram a passar fome, foram reclamar alimentos com o rei. Então lhes ordenou o Faraó: “Ide a José e fazei tudo quanto ele vos disser!” Nesse momento a fome já assolava todas as terras. Então José mandou que se abrissem todos os armazéns de trigo, e começou a vender mantimentos aos egípcios. Agravou-se ainda mais a fome na terra do Egito. De todos os povos e regiões chegavam pessoas ao Egito para adquirir cereais de José, pois sobre o mundo inteiro abatera-se a mais severa falta de alimentos.” Gênesis 41
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para o povo do pais do Paquistão. Tempos difíceis e de grande dor e sofrimento estão vindo sobre vós e sobre o vosso país. E Deus irá permitir que sofram para que entendam o seu amor por vós. E para aqueles que pertencem à Deus, Ele os protegerá.” Queridos, somente creiam neste Deus fiel! “SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu Nome por toda a terra! Tu cuja glória é cantada acima dos céus! Pela boca das crianças e dos recém-nascidos instruíste os sábios e poderosos, silenciando os inimigos e maldosos, porque são adversários teus. Quando admiro os teus céus, obra dos teus dedos, a lua e as estrelas que ali estabeleceste, pergunto: Que é o homem para que com ele te importes? E o filho de Adão para que venhas visitá-lo? Tu o fizeste um pouco menor do que os anjos e o coroaste de glória e de honra. Tu o fizeste dominar sobre as obras das tuas mãos; tudo sujeitaste debaixo dos seus pés: todos os rebanhos e manadas e os animais selvagens também, as aves do céu, os peixes do oceano e tudo o que percorre as correntes marítimas. SENHOR, nosso soberano Deus, como é majestoso o teu nome por toda a terra!” Salmos 8:1-6🇵🇰