ASSIM QUE DANIEL SOUBE QUE ESSE DECRETO DO REI HAVIA SIDO PROCLAMADO, FOI PARA CASA, PARA O SEU QUARTO, NO ANDAR DE CIMA, ONDE AS JANELAS DAVAM PARA JERUSALÉM E ALI OROU COMO COSTUMAVA FAZER COTIDIANAMENTE, TRÊS VEZES AO DIA; AJOELHOU-SE, ROGOU E DEU GRAÇAS DIANTE DO SEU ELAH, DEUS. ENTÃO AQUELES HOMENS SE JUNTARAM PARA INVESTIGAR E DESCOBRIRAM DANIEL ORANDO, SUPLICANDO AJUDA A DEUS. E, MAIS QUE DEPRESSA, FORAM FALAR COM O REI ACERCA DO CUMPRIMENTO DO DECRETO REAL E ARGUMENTARAM: TU NÃO PUBLICASTE UMA RESOLUÇÃO REAL ORDENANDO QUE NESTE TRINTA DIAS TODA PESSOA QUE MANIFESTASSE UM PEDIDO A QUALQUER DEUS OU A QUALQUER SER HUMANO EXCETO A TI, Ó REI, FOSSE ATIRADO SUMARIAMENTE À COVA DOS LEÕES? AO QUE O REI REPLICOU: SIM, ESTE DECRETO ESTÁ EM PLENO VIGOR, DE ACORDO COM A LEI DOS MEDS E DOS PERSAS, QUE NÃO PODE SER REVOGADA! ENTÃO ELES APROVEITARAM PAR FAZER A SEGUINTE COMUNICAÇÃO AO REI: ORA, POIS DANIEL, UM DAQUELES EXILADOS DE JUDÁ, NÃO TEM FEITO CASO DE TI NEM DAS TUAS ORDENS E DO DECRETO QUE ASSINASTE: MUITO AO CONTRÁRIO, FAZ AS SUAS ORAÇÕES TODOS OS DIAS, TRÊS VEZES AO DIA
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
ASSIM QUE DANIEL SOUBE QUE ESSE DECRETO DO REI HAVIA SIDO PROCLAMADO, FOI PARA CASA, PARA O SEU QUARTO, NO ANDAR DE CIMA, ONDE AS JANELAS DAVAM PARA JERUSALÉM E ALI OROU COMO COSTUMAVA FAZER COTIDIANAMENTE, TRÊS VEZES AO DIA; AJOELHOU-SE, ROGOU E DEU GRAÇAS DIANTE DO SEU ELAH, DEUS. ENTÃO AQUELES HOMENS SE JUNTARAM PARA INVESTIGAR E DESCOBRIRAM DANIEL ORANDO, SUPLICANDO AJUDA A DEUS. E, MAIS QUE DEPRESSA, FORAM FALAR COM O REI ACERCA DO CUMPRIMENTO DO DECRETO REAL E ARGUMENTARAM: TU NÃO PUBLICASTE UMA RESOLUÇÃO REAL ORDENANDO QUE NESTE TRINTA DIAS TODA PESSOA QUE MANIFESTASSE UM PEDIDO A QUALQUER DEUS OU A QUALQUER SER HUMANO EXCETO A TI, Ó REI, FOSSE ATIRADO SUMARIAMENTE À COVA DOS LEÕES? AO QUE O REI REPLICOU: SIM, ESTE DECRETO ESTÁ EM PLENO VIGOR, DE ACORDO COM A LEI DOS MEDS E DOS PERSAS, QUE NÃO PODE SER REVOGADA! ENTÃO ELES APROVEITARAM PAR FAZER A SEGUINTE COMUNICAÇÃO AO REI: ORA, POIS DANIEL, UM DAQUELES EXILADOS DE JUDÁ, NÃO TEM FEITO CASO DE TI NEM DAS TUAS ORDENS E DO DECRETO QUE ASSINASTE: MUITO AO CONTRÁRIO, FAZ AS SUAS ORAÇÕES TODOS OS DIAS, TRÊS VEZES AO DIA.
“Então, pareceu bem a Dario nomear cento e vinte sátrapas, vice-reis, para governar todo o seu reino. E, acima deles, três grandes líderes, um dos quais era Daniel. Os sátrapas tinham que prestar contas a esses supervisores a fim de que o rei não sofresse qualquer dano ou prejuízo. E aconteceu que, o mesmo Daniel foi tão notável entre seus colegas de liderança, e entre todo o colegiado dos sátrapas por suas qualidades extraordinárias, que o imperador planejava nomeá-lo para a função de governador geral do seu reino. Mas, assim que os seus colegas de liderança e todos os sátrapas tomaram conhecimento dessas intenções do rei, muitos passaram a procurar motivos para acusar Daniel em sua administração e governo, mas nada de mal conseguiam encontrar. Não puderam achar falta alguma em Daniel e em seu proceder, porquanto ele era leal; nele não havia qualquer desonestidade, desleixo ou erro algum. Então eles concluíram e murmuraram entre si: “Nunca encontraremos algum motivo forte o suficiente para denunciarmos esse Daniel, a menos que seja algo relacionado a lei do seu Elah, Deus!” Assim, aqueles supervisores e os sátrapas, de comum acordo, foram conversar com o rei, dizendo: “Ó rei Dario, vive para sempre! Eis que todos nós: supervisores reais, prefeitos, sátrapas, conselheiros e governadores estamos concordes em rogar que o rei deva baixar um edito ordenando que todo aquele que orar ou fizer petição a qualquer deus ou a qualquer ser humano nos próximos trinta dias, excetuando à tua pessoa, ó majestade, seja atirado sumariamente à cova dos leões. Agora, pois, ó rei, se estás de acordo, emite o decreto e assina o edital, a fim de que o mesmo nunca mais seja mudado, conforme a lei dos medos e dos persas, que uma vez sancionada, não se pode revogar jamais!” Então, diante do parecer daqueles conselheiros, o rei Dario deferiu e assinou o decreto. Assim que Daniel soube que esse decreto do rei havia sido proclamado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali orou como costumava fazer cotidianamente, três vezes ao dia; ajoelhou-se, rogou e deu graças diante do seu Elah, Deus. Então aqueles homens se juntaram para investigar e descobriram Daniel orando, suplicando ajuda a Deus. E, mais que depressa, foram falar com o rei acerca do cumprimento do decreto real e argumentaram: “Tu não publicaste uma resolução real ordenando que nestes trinta dias toda pessoa que manifestasse um pedido a qualquer deus ou a qualquer ser humano, exceto a ti, ó rei, fosse atirado sumariamente à cova dos leões?” Ao que o rei replicou: “Sim, este decreto está em pleno vigor, de acordo com a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada!” Então eles aproveitaram para fazer a seguinte comunicação ao rei: “Ora, pois Daniel, um daqueles exilados de Judá, não tem feito caso de ti nem das tuas ordens e do decreto que assinaste ; muito ao contrário, faz as suas orações todos os dias, e três vezes ao dia. Ao ouvir tal notícia, o rei ficou profundamente consternado e resolveu salvar Daniel; esforçando-se até o pôr-do-sol a fim de encontrar uma maneira legal para livrá-lo. Contudo os homens foram unanimes em insistir: “Ó rei, lembra-te bem, que conforme a lei dos medos e dos persas, nenhuma determinação real ou edito assinado do rei poder ser alterado ou descumprido!” Então o rei deu ordens, e eles prenderam Daniel e o jogaram na cova dos leões. O rei, contudo, encorajou a Daniel, dizendo: “Que Elah, o teu Deus, a quem serves todos os dias, haverá de te livrar!” Em seguida, taparam a cova com uma pedra, e o rei a selou com o seu anel-selo e também com os anéis dos seus nobres, para que a decisão sobre Daniel não pudesse ser modificada. Depois o rei dirigiu-se para o seu palácio e passou a noite em jejum, e não permitiu que fossem trazidos à sua presença qualquer instrumento de música; e o rei não conseguiu conciliar o sono durante toda aquela noite. Logo ao raiar do dia, o rei se levantou e correu em direção à cova dos leões. Quando ia se aproximando da entrada da cova, chamou o nome de Daniel com grande sofreguidão e tristeza: “Daniel! Servo de Elah, o Deus Vivo! Será que o teu Deus, a quem tu serves diariamente, pôde livrá-lo dos leões?” E então ouviu-se a voz de Daniel que respondeu: “Ó caro rei! Vive para sempre! Eis que o meu Deus enviou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Elah, Deus, considerou-me inocente aos seus olhos. E, de igual modo, porque jamais cometi qualquer fraude ou delito contra o senhor, ó majestade!” E diante do que acontecera, o coração do rei muito se alegrou. Em seguida, o rei ordenou que tirassem Daniel da cova, e testemunharam que não havia nenhum arranhão ou qualquer outro ferimento em todo o corpo de Daniel, pois ele havia confiado, continuamente, em seu Deus. Entrementes, por ordem expressa do rei, todos os homens que tinham acusado Daniel foram lançados na mesma cova dos leões, junto com as suas esposas e filhos. E, antes mesmo que pudessem chegar ao fundo da cova, os leões os atacaram e despedaçaram todos os seus ossos. Mais tarde, o rei Dario escreveu aos homens de todos os povos, nações, línguas e culturas em toda a terra nos seguintes termos: “Shelâm! Paz e Prosperidade! Eis que edito um decreto para que em todos os domínios do império, todas as pessoas temam e reverenciem o Deus de Daniel. Porquanto ele é Elah, o Deus Vivo, e permanece para sempre; o seu Reino não será jamais destruído, e o seu domínio nunca terá fim!
Elah, Deus, livra e salva; só ele realiza sinais miraculosos e maravilhas nos céus e em toda a terra. Foi Elah, Deus, quem livrou Daniel do poder dos leões selvagens! E assim, Daniel prosperou grandemente durante o império de Dario, e mais tarde, também no reinado de Ciro, o Persa. Daniel 6. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus Vivo, revelo a voz este mistério. O inimigo das vossas almas, vai sempre querer que vós reajam diante as suas próprias tramas. Sabe porque? Porque, ele quer brechas, ele quer legalidade para os derrubarem e os destruírem. Porque, o Diabo sabe que se vós colocarem a mão, ou seja reagir Deus não irá pelejar por vós. Então, deixa o inimigo tramar, deixa o inimigo arquitetar porque quem vos guarda não dorme, Ele está sempre vos protegendo e livrando das armadilhas do Diabo. Então, descansa os vossos corações no vosso Deus, pois Ele é fiel para convosco. E entendam uma coisa, o Diabo só parece com um leão, mas o vosso Deus Ele é o Leão da tribo de Judá então não tenha medo e nem se desfaleça porque o verdadeiro Leão é quem luta por vós. Daniel sabia que os seus inimigos estavam tramando contra a sua vida, e o que ele fez? Foi orar. Sabe porque? Porque, o vosso socorro vem do alto, ele vem através das vossas comunhão com Deus. Vejam: Assim que Daniel soube que esse decreto do rei havia sido proclamado, foi para casa, para o seu quarto, no andar de cima, onde as janelas davam para Jerusalém e ali orou como costumava fazer cotidianamente, três vezes ao dia; ajoelhou-se, rogou e deu graças diante do seu Elah, Deus. Então aqueles homens se juntaram para investigar e descobriram Daniel orando, suplicando ajuda a Deus. E, mais que depressa, foram falar com o rei acerca do cumprimento do decreto real e argumentaram: “Tu não publicaste uma resolução real ordenando que nestes trinta dias toda pessoa que manifestasse um pedido a qualquer deus ou a qualquer ser humano, exceto a ti, ó rei, fosse atirado sumariamente à cova dos leões?” Ao que o rei replicou: “Sim, este decreto está em pleno vigor, de acordo com a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada!” Então eles aproveitaram para fazer a seguinte comunicação ao rei: “Ora, pois Daniel, um daqueles exilados de Judá, não tem feito caso de ti nem das tuas ordens e do decreto que assinaste ; muito ao contrário, faz as suas orações todos os dias, e três vezes ao dia. Povo santo, quando vós não se deixam levar pelas as armadilhas do Diabo e vai buscar ajuda no vosso Deus Ele não só faz os leões jejuarem, mas Ele também elimina os vosso inimigo. Então, coloca toda as tramas dos vossos inimigos nas mãos de Deus e deixa Deus trabalhar ao vosso favor. Vejam: Logo ao raiar do dia, o rei se levantou e correu em direção à cova dos leões. Quando ia se aproximando da entrada da cova, chamou o nome de Daniel com grande sofreguidão e tristeza: “Daniel! Servo de Elah, o Deus Vivo! Será que o teu Deus, a quem tu serves diariamente, pôde livrá-lo dos leões?” E então ouviu-se a voz de Daniel que respondeu: “Ó caro rei! Vive para sempre! Eis que o meu Deus enviou o seu Anjo, e este fechou a boca dos leões para que não me ferissem. Pois Elah, Deus, considerou-me inocente aos seus olhos. E, de igual modo, porque jamais cometi qualquer fraude ou delito contra o senhor, ó majestade!” E diante do que acontecera, o coração do rei muito se alegrou. Em seguida, o rei ordenou que tirassem Daniel da cova, e testemunharam que não havia nenhum arranhão ou qualquer outro ferimento em todo o corpo de Daniel, pois ele havia confiado, continuamente, em seu Deus. O inimigo das vossas almas, vai sempre usar alguns para vos tirar da posição que o próprio Deus os colocou. Ouçam: Nesse momento alguns conselheiros e astrólogos se aproximaram do rei Nabucodonosor, e denunciaram os judeus, alegando: “Ó rei, vive eternamente!” Tu decretaste que todo homem que ouvisse o aviso emitido pelo som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de várias músicas executadas por muitos instrumentos, todos tocando juntos, deveria imediatamente prostrar-se em terra e adorar a grande estátua de ouro; e qualquer pessoa que não se prostrasse e adorasse seria lançada numa fornalha de fogo ardente. Contudo, há alguns homens judeus que tu nomeaste para zelar pelos negócios da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque, Abede-Nego, que não fizeram caso de ti nem de tuas ordens, ó rei; não cultuam aos teus deuses, tampouco adoram a imagem de ouro que tu ergueste!” Assim que ouviu essa declaração Nabucodonosor encolerizou-se terrivelmente e mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. E, rapidamente, estes homens foram trazidos à presença do rei. E Nabucodonosor lhes questionou: “Ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego! É mesmo verdade que não cultuais a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que edifiquei? Pois de agora em diante, ficai atentos, quando ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de todos os demais instrumentos entoando suas músicas, melhor será, imediatamente, que vos prostres e adores a estátua que fiz; dai, pois, ouvidos a esta advertência, pois será bem melhor. Se não prestares o vosso culto à imagem de ouro, sereis atirados sumariamente numa fornalha em chamas. E vos indago: Que deus poderá livrá-los das minhas mãos?” Então Sadraque, Mesaque e Adebe-Nego responderam ao rei: “Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos condenados por isso e lançados na fornalha de fogo ardente, o nosso Deus, Elah, a quem cultuamos pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos, ó majestade. Contudo, se ele não nos livrar, fica sabendo, ó rei, que não cultuaremos aos teus deuses, tampouco adoraremos a estátua que ergueste!” O que vós devem sempre fazer é confiar que Deus os irá livrar das mãos dos vossos inimigos. Sabe porque? Poraquê, Deus se agrada daqueles que não se dobram diante do inimigo. Por isso, continuem firmes e confiantes no vosso Deus porque maior é aquele he mora em vós do que aquele que mora no mundo. Povo santo, José quando foi tentado pela mulher de Potifar, ele não foi argumentar com seu patrão antes da mulher contar a sua versão mentirosa da história, José confiou em Deus para o livrar daquela grande armadilha que o inimigo havia lhe preparado. Vejam: José era um homem de belo porte e tinha um rosto muito bonito. Algum tempo depois, a mulher do seu senhor começou a cobiçar José. E um dia ela o convidou: “Vem e deita-te comigo!” No entanto, ele se recusou e afirmou à mulher do seu senhor: “Estando eu aqui, meu senhor não se preocupa com o que passa na casa e me confiou tudo o que lhe pertence. Ele mesmo não exerce, nesta casa, mais autoridade do que eu, porquanto nada me negou, a não ser a senhora, pois é esposa dele. Sendo assim, como poderia eu cometer algo tão perverso para com meu senhor e pecar contra Deus?” Porém, todos os dias ela insistia que ele se deitasse com ela, mas José se recusava e fazia o possível para se manter longe da presença dela. Ora, certo dia, José veio à casa para fazer seu serviço e não havia na casa nenhum dos domésticos. A mulher o agarrou pelo manto e voltou a apelar: “Vem e deita-te comigo!” Contudo, ele fugiu da casa apressadamente, deixando o manto preso à mão da mulher. Assim que se deu conta de que, na fuga agonizante de José, ela havia segurado seu manto consigo, a mulher de Potifar chamou seus criados e lhes alegou: “Vede! Meu marido nos trouxe um hebreu para nos insultar. Ele invadiu minha casa e tentou abusar de mim, mas eu gritei. Quando me ouviu gritar por socorro, largou esse manto ao meu lado e fugiu daqui!” Ela conservou o manto consigo até que o senhor de José chegasse à casa. Então, contou-lhe sua versão da história: “Aquele escravo hebreu que nos trouxeste aproximou-se de mim para me insultar. Todavia, quando gritei por socorro, ele largou seu manto ao meu lado e fugiu assustado! Quando o marido ouviu o que lhe relatava sua mulher: “Eis de que maneira teu escravo agiu para comigo”, sua ira se inflamou tremendamente. O senhor de José mandou apanhá-lo e jogá-lo na prisão, onde estavam os prisioneiros do rei. Assim, ele ficou na prisão. Contudo, Yahweh, o SENHOR assistiu José, estendeu sobre ele sua bondade e poder e o fez encontrar graça aos olhos do carcereiro-chefe. Assim, o carcereiro-chefe transferiu para José toda a autoridade sobre o cárcere e sobre todos que estavam ali presos, e ele se tornou supervisor de tudo o que se passava na prisão. O carcereiro-chefe passou a não se preocupar com mais nada, pois tudo corria bem sob a administração eficaz de José; isso porque o SENHOR estava com José e o abençoava com bom êxito em tudo o que realizava. Deus, sempre vos livrará das tramas dos vossos inimigos. E Deus permite os inimigos se levantarem contra vós para mostrar para o inimigo que ele não tem poder sobre as vossas vidas e sobre a vossa história. E para vós Deus quer mostrar que Ele é Deus de livramento. E Deus está sempre provando a vossa fé durante todo os planos do inimigo. E Eu vos digo mais: Deus livrou Daniel da cova dos leões e Daniel foi promovido. Deus livrou Sadraque, Mesaque e Adebe-Nego da fornalha de fogo ardente e eles foram promovidos, Deus livrou José da prisão, e o promoveu a governador do Egito. Entendam, Deus nunca abandona os seus filhos e o Diabo não tem poder na vida dos seus filhos.” Queridos, somente creiam neste Deus que protege e promove os seus filhos! “Mais tarde, o rei Nabucodonosor mandou construir um imagem de ouro de sessenta côvados de altura e seis côvados de largura, isto é, vinte e sete metros de altura e dois metros e setenta centímetros de largura. Ele a ergueu na planície de Durá, na província da Babilônia. Então o rei Nabucodonosor mandou reunir os sátrapas, vice-reis; os prefeitos, os governadores, os conselheiros, os tesoureiros, os juízes, os magistrados, e todos os oficiais das províncias, para que viessem participar da dedicação da estátua que ele havia determinado que fosse levantada. E assim se ajuntaram: sátrapas, prefeitos, governadores, conselheiros, tesoureiros, juízes, magistrados e todas as autoridades das províncias. Todos eles vieram e cooperaram na consagração da imagem que o rei Nabucodonosor mandara erguer, e reverentemente ficaram em pé diante dela. Em seguida, o arauto do rei proclamou em alta voz: “Ordena-se, pois, a todos vós, ó povos, nações e gentes de todas as línguas: Assim que ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de outros instrumentos musicais, todos tocando juntos, vos ajoelhareis com o rosto rente à terra, e assim, prostrados, devereis adorar a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor vos edificou. No entanto, qualquer pessoa que não se prostrar com o rosto em terra, e não adorar a estátua será imediatamente atirado numa fornalha em chamas!” Sendo assim, logo que ouviram o som da corneta, do pífaro, da citara, da harpa, do saltério e de todos os demais instrumentos musicais, todo individuo, povo, nação e mesmo pessoas estrangeiras, de outras línguas e culturas, prostraram-se em terra e adoraram a imagem de ouro que o rei Nabucodonosor fizera. Nesse momento alguns conselheiros e astrólogos se aproximaram do rei Nabucodonosor, e denunciaram os judeus, alegando: “Ó rei, vive eternamente!” Tu decretaste que todo homem que ouvisse o aviso emitido pelo som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de várias músicas executadas por muitos instrumentos, todos tocando juntos, deveria imediatamente prostrar-se em terra e adorar a grande estátua de ouro; e qualquer pessoa que não se prostrasse e adorasse seria lançada numa fornalha de fogo ardente. Contudo, há alguns homens judeus que tu nomeaste para zelar pelos negócios da província da Babilônia: Sadraque, Mesaque, Abede-Nego, que não fizeram caso de ti nem de tuas ordens, ó rei; não cultuam aos teus deuses, tampouco adoram a imagem de ouro que tu ergueste!” Assim que ouviu essa declaração Nabucodonosor encolerizou-se terrivelmente e mandou chamar Sadraque, Mesaque e Abede-Nego. E, rapidamente, estes homens foram trazidos à presença do rei. E Nabucodonosor lhes questionou: “Ó Sadraque, Mesaque e Abede-Nego! É mesmo verdade que não cultuais a meus deuses nem adorais a estátua de ouro que edifiquei? Pois de agora em diante, ficai atentos, quando ouvirdes o som da corneta, da flauta, da harpa, da cítara, do saltério, da flauta dupla, e de todos os demais instrumentos entoando suas músicas, melhor será, imediatamente, que vos prostres e adores a estátua que fiz; dai, pois, ouvidos a esta advertência, pois será bem melhor. Se não prestares o vosso culto à imagem de ouro, sereis atirados sumariamente numa fornalha em chamas. E vos indago: Que deus poderá livrá-los das minhas mãos? Então Sadraque, Mesaque e Adebe-Nego responderam ao rei: “Ó Nabucodonosor, não precisamos defender-nos diante de ti. Se formos condenados por isso e lançados na fornalha de fogo ardente, o nosso Deus, Elah, a quem cultuamos pode livrar-nos, e ele nos livrará das tuas mãos, ó majestade. Contudo, se ele não nos livrar, fica sabendo, ó rei, que não cultuaremos aos teus deuses, tampouco adoraremos a estátua que ergueste!” Diante disso Nabucodonosor ficou tão enfurecido que seu rosto transfigurou-se em ódio; e deu ordens expressas para que a fornalha fosse aquecida sete vezes mais que de costume; e ordenou a alguns guerreiros do seu exército que amarrassem Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os atirassem na fornalha de fogo ardente. Em seguida os três homens, trajando seus mantos, calções, turbantes e outras roupas, foram amarrados e atirados na fornalha, agora, ainda mais ardente. A ordem do rei era tão urgente e a fornalha estava tão quente que as chamas mataram os soldados quando empurraram Sadraque, Mesaque e Abede-Nego para dentro do incinerador. Eles caíram amarrados dentro da fornalha ardendo em chamas. Mas logo depois, o rei Nabucodonosor, assustado, levantou-se depressa e indagou aos seus conselheiros: “Não lançamos três homens amarrados dentro da fornalha em chamas?” E todos responderam: “Sim, ó rei, assim fizemos!”Então o rei exclamou: “Pois então vede isto! Há quatro homens desamarrados lá dentro, e nada sofrem, estão ilesos! E o quarto homem é parecido com um filho dos deuses!” Apressadamente Nabucodonosor aproximou-se da entrada da fornalha em chamas e gritou: “Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, servos de Elah, o Deus Altíssimo, saí e vinde até nós! Logo Sadraque, Mesaque e Abede-Nego deixaram a fornalha ardente e saíram do meio do fogo. E os sátrapas, os prefeitos, os governadores, e os conselheiros do rei, estando reunidos, observaram e comprovaram que as chamas não tiveram o poder de ferir qualquer parte do corpo deles. Nem mesmo um fio de cabelo tinha sido chamuscado, os seus mantos não estavam queimados, e não havia cheiro algum de fogo neles. Então Nabucodonosor exclamou: “Bendito seja Elah, o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, que enviou o seu Malak, Anjo e livrou seus servos, que depositaram toda confiança nele; desafiando a ordem do rei, preferindo abrir mão de suas próprias vidas a prestar culto e adoração a outro deus que não fosse o seu Elah, Deus. Diante deste acontecimento, eu decreto que toda pessoa de qualquer povo, nação, cultura e língua que proferir alguma censura ou blasfêmia contra o Deus de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego, seja sumariamente esquartejado, e sua casa seja transformada em um monte de entulho queimado; porquanto, de fato, não existe nenhuma outra divindade que possa livrar seus servos dessa maneira!” E assim, o rei promoveu Sadraque, Mesaque e Abede-Nego e os fez prosperar na província da Babilônia.” Daniel 3:1-30
📖UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA ALGUÉM. O Senhor Jesus me deu este Salmo para eu postar hoje. ASSIM DIZ O SENHOR JESUS PARA ALGUÉM; “Tem piedade de mim, ó Deus! Porquanto há pessoas que me afligem. Eles me atacam e me oprimem sem trégua. Esses caluniadores me agridem sem parar; muitos se insurgem arrogantemente contra mim. Todavia, quando o medo me atacar, confiarei em ti! Em Deus, cuja Palavra eu louvo, em Deus, eu deposito toda a minha confiança, e nada temerei. O que poderá fazerme o simples mortal? Todo dia, escarnecem de minhas palavras; seus pensamentos são todos contra mim, para o mal. Eles iniciam as hostilidades, espiam-me, vigiando meus passos. Porque atentaram contra a minha vida, deixa-os escapar para a desgraça, derruba essa gente, ó Deus, em tua ira! Tu mesmo anotaste o meu lamento; recolhe em teu odre as minhas lágrimas! Ora, acaso não registras tudo em teu Livro? Meus inimigos baterão em retirada no dia em que eu clamar por socorro. E assim ficará claro que Deus está a meu favor! Em Deus, cuja Palavra eu exalto – no SENHOR, cuja Palavra eu proclamo –neste Deus, deposito toda a minha fé, e nada temerei: o que poderá fazer-me o ser humano? Assumo, ó Deus, os votos que te fiz; a Ti apresentarei as minhas ofertas de gratidão. Porquanto me livraste da morte e os meus pés de tropeçarem, a fim de que eu caminhe diante de Deus, na luz que ilumina os vivos!” Salmos 56:1-13. Um salmo de Davi📖