DEPOIS SAMUEL ORDENOU: TRAZEI-ME AGAGUE, O REI DOS AMALEQUITAS! AGAGUE VEIO EM SUA DIREÇÃO CAMBALEANDO DE MEDO, E DISSE: NA VERDADE, A MORTE É POR DEMAIS AMARGA! DIANTE DISTO SAMUEL LHE REPLICOU: ASSIM COMO A TUA ESPADA ARRANCOU DAS MULHERES OS FILHOS, DO MESMO MODO A TUA MÃE ENTRE AS MULHERES, FICARÁ SEM O SEU FILHO! E, NAQUELE MEMO INSTANTE, DESPEDAÇOU AGAGUE PERANTE O SENHOR, EM GUILGAL! ENTÃO SAMUEL PARTIU PARA RAMÁ, E SAÚL FOI PARA A SUA HABITAÇÃO, EM GIBEÁ DE SAUL. E NUNCA MAIS SAMUEL TORNOU A VER SAUL, E NUNCA MAIS SAMUEL, ATÉ O DIA DE SUA MORTE. CONTUDO, SAMUEL SEGUIU SUA JORNADA DE VIDA LAMENTANDO PROFUNDAMENTE O OCORRIDO, MAS DE FATO YAWEH TINHA ARREPENDIDO DE TER FEITO DE SAUL REI DE ISREL

 O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM 


DEPOIS SAMUEL ORDENOU: TRAZEI-ME AGAGUE, O REI DOS AMALEQUITAS! AGAGUE VEIO EM SUA DIREÇÃO CAMBALEANDO DE MEDO, E DISSE: NA VERDADE, A MORTE É POR DEMAIS AMARGA! DIANTE DISTO SAMUEL LHE REPLICOU: ASSIM COMO A TUA ESPADA ARRANCOU DAS MULHERES OS FILHOS, DO MESMO MODO A TUA MÃE ENTRE AS MULHERES, FICARÁ SEM O SEU FILHO! E, NAQUELE MEMO INSTANTE, DESPEDAÇOU AGAGUE PERANTE O SENHOR, EM GUILGAL! ENTÃO SAMUEL PARTIU PARA RAMÁ, E SAÚL FOI PARA A SUA HABITAÇÃO, EM GIBEÁ DE SAUL. E NUNCA MAIS SAMUEL TORNOU A VER SAUL, E NUNCA MAIS SAMUEL, ATÉ O DIA DE SUA MORTE. CONTUDO, SAMUEL SEGUIU SUA JORNADA  DE VIDA LAMENTANDO PROFUNDAMENTE O OCORRIDO, MAS DE FATO YAWEH TINHA ARREPENDIDO DE TER FEITO DE SAUL REI DE ISREL


Samuel exortou a Saul dizendo: “Foi a mim que Yahweh enviou para ter ungir rei sobre o seu povo Israel. Portanto, escuta as palavras do Eterno. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: ‘Resolvi castigar os amalequitas pelo mal que fizeram an Israel, atacando-o quando saia do Egito. Vai, pois, agora e investe contra Amaleque, condena-o ao anátema, consagrando-o ao SENHOR para destruição de tudo quanto houver na terra em que habitam; não tenhas piedade dele e de seu povo, mata homens e mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos!” Saul convocou o seu exército, passou-o em revista em Telaim: duzentos mil soldados de infantaria e dez mil homens de Judá. Saul dirigiu-se à cidade de Amaleque e preparou uma emboscada no vale. Depois declarou aos queneus: “Fugi, afastai-vos dos amalequitas, para que não aconteça serdes aniquilados juntamente com todos eles, pois fostes amáveis para com os filhos de Israel quando estavam caminhando para esta região vindos do Egito!” Imediatamente os queneus saíram do meio dos amalequitas. Saul feriu os amalequitas desde Havilá até Sur, que está a leste, à vista do Egito. Aprisionou vivo Agague, rei dos amalequitas, e passou todo o povo ao fio da espada, para cumprir o anátema. Todavia, Saul e o seu exército pouparam a vida de Agague e tudo o que havia de melhor em os despojos de guerra, do gado miúdo ao graúdo, os animais gordos e as ovelhas, enfim, tudo o que havia de bom não quiseram incluí-lo no anátema; mas tudo o que era vil e desprezível o destinaram à destruição completa. A palavra de Yahweh veio a Samuel nestes termos: “Arrependo-me de haver promovido Saul à realeza, porquanto ele se afastou de mim e não seguiu as minhas orientações!” Então Samuel ficou muito magoado e clamou ao SENHOR a noite toda. De manhã, Samuel partiu ao encontro de Saul. Deram-lhe esta informação: “Saul foi ao Carmelo, onde construiu um monumento em sua própria honra e depois partiu para longe e desceu a Guilgal.” Assim que Samuel o encontrou, Saul o saudou dizendo: “Bendito sejas tu de Yahweh! Executei a ordem do SENHOR!” Contudo Samuel lhe indagou: “E que são esses balidos de ovelhas que chegam aos meus ouvidos e esses mugidos de bois que escuto tão bem?” Ao que replicou Saul: “Os guerreiros os trouxeram de Amaleque! Eles preservaram o melhor dos animais grandes e dos pequenos a fim de oferecê-los em sacrifícios ao SENHOR, o teu Deus, porém destruímos totalmente o restante!” Diante disto, Samuel censurou Saul ordenando-lhe: “Cala-te! Deixa-me dizer-te o que Yahweh me revelou durante esta noite passada.” Então lhe rogou Saul: “Dize-me!” E Samuel falou: “Por menor que sejas aos teus próprios olhos, não és o chefe das tribos de Israel? Yahweh ungiu-te rei sobre Israel! Ele te enviou como missionário com a seguinte recomendação: ‘Parte! Decreta o anátema sobre esses pecadores, os amalequitas, faze-lhes guerra até que sejam exterminados!’ Por que não obedeceste às ordens de Yahweh? Por que precipitaste sobre os despojos do inimigo e fizeste o que é mau aos olhos do SENHOR?” Então Saul argumentou com Samuel: “Mas eu obedeci a Yahweh! Realizei a missão a que fui incumbido; poupei Agague, rei de Amaleque, mas aniquilei os amalequitas. Meu exército tomou ovelhas e bois do despojo de guerra, o melhor do que estava consagrado a Deus para destruição, a fim de os sacrificarem ao SENHOR seu Deus, em Guilgal.” Contudo, Samuel declarou: “Agrada-se mais a Yahweh com holocaustos e sacrifícios do que com a sincera obediência à sua Palavra? De modo algum, a obediência é melhor do que o sacrifício, e a submissão do coração mais do que a gordura dos carneiros. Porquanto a rebeldia é como o próprio pecado da feitiçaria, e a arrogância como o mal da idolatria! Porque rejeitaste a Palavra de Yahweh, Ele também o rejeitou como rei do seu povo!” Saul roga a Samuel: “Pequei e transgredi a ordem de Yahweh e os teus mandamentos, porque temi o povo e lhe dei ouvidos. Agora, peço-te, perdoa o meu erro, retorna comigo, para que eu adore ao SENHOR!” Entretanto, Samuel respondeu: “Não voltarei contigo: porquanto rejeitaste a Palavra do SENHOR, também o SENHOR te rejeitou como rei sobre Israel!” Todavia, quando Samuel se virou para sair, Saul agarrou à orla do seu manto, rasgando-o, e Samuel concluiu: “Eis que hoje Yahweh arrancou de ti o reinado de Israel e já o entregou a um teu próximo, que é melhor do que tu!” Aquele que é a Glória de Israel não falta com a verdade nem muda seu propósito, pois não é um ser humano para que se arrependa do que aprova. Então Saul confessou: “Eu pequei, contudo, eu te suplico, honra-me diante dos anciãos do meu povo e diante de Israel e volta comigo para que eu também adore a Yahweh teu Deus!” E Samuel, aquiescendo, retornou na companhia de Saul, e este adorou ao SENHOR. Depois Samuel ordenou: “Trazei-me Agague, o rei dos amalequitas!” Agague veio em sua direção cambaleando de medo, e disse: “Na verdade, a morte é por demais amarga!” Diante disto Samuel lhe replicou: “Assim como a tua espada arrancou das mulheres os seus filhos, do mesmo modo a tua mãe, entre as mulheres, ficará sem o seu filho!” E, naquele mesmo instante, despedaçou Agague perante o SENHOR, em Guilgal. Então Samuel partiu para Ramá, e Saul foi para a sua habitação, em Gibeá de Saul. E nunca mais Samuel tornou a ver Saul, até o dia de sua morte. Contudo, Samuel seguiu sua jornada de vida lamentando profundamente o ocorrido, mas de fato Yahweh se tinha arrependido de ter feito de Saul rei de Israel.“ 1 Samuel 15. Amém!





UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus de Israel vos revelo este mistério. Havia um ódio no coração de Hamã pelo povo judeu que ninguém sabia. Hamã era descendente do rei Agague o qual o profeta Samuel matou. Mas,  Hamã sobreviveu toda a matança do rei Saul sobre todos os descendentes do rei Agague. Vejam: Samuel exortou a Saul dizendo: “Foi a mim que Yahweh enviou para ter ungir rei sobre o seu povo Israel. Portanto, escuta as palavras do Eterno. Assim diz o SENHOR dos Exércitos: ‘Resolvi castigar os amalequitas pelo mal que fizeram a Israel, atacando-o quando saia do Egito. Vai, pois, agora e investe contra Amaleque, condena-o ao anátema, consagrando-o ao SENHOR para destruição de tudo quanto houver na terra em que habitam; não tenhas piedade dele e de seu povo, mata homens e mulheres, crianças e recém-nascidos, bois e ovelhas, camelos e jumentos!” Mas Saul não estava totalmente interessado em cumprir a palavra de Deus, ele estava mais interessado no despojo de guerra, do gado miúdo ao graúdo, os animais gordos e as ovelhas, e Saul esperando ganhos manteve o rei Agague vivo. Vejam: Saul feriu os amalequitas desde Havilá até Sur, que está a leste, à vista do Egito. Aprisionou vivo Agague, rei dos amalequitas, e passou todo o povo ao fio da espada, para cumprir o anátema. Todavia, Saul e o seu exército pouparam a vida de Agague e tudo o que havia de melhor em os despojos de guerra, do gado miúdo ao graúdo, os animais gordos e as ovelhas, enfim, tudo o que havia de bom não quiseram incluí-lo no anátema; mas tudo o que era vil e desprezível o destinaram à destruição completa. Mas, Samuel vi e completa a palavra de Deus matando o rei Agague. Vejam: Depois Samuel ordenou: “Trazei-me Agague, o rei dos amalequitas!” Agague veio em sua direção cambaleando de medo, e disse: “Na verdade, a morte é por demais amarga!” Diante disto Samuel lhe replicou: “Assim como a tua espada arrancou das mulheres os seus filhos, do mesmo modo a tua mãe, entre as mulheres, ficará sem o seu filho!” E, naquele mesmo instante, despedaçou Agague perante o SENHOR, em Guilgal. Então Samuel partiu para Ramá, e Saul foi para a sua habitação, em Gibeá de Saul. nunca mais Samuel tornou a ver Saul, até o dia de sua morte. Contudo, Samuel seguiu sua jornada de vida lamentando profundamente o ocorrido, mas de fato Yahweh se tinha arrependido de ter feito de Saul rei de Israel. E quando Hamã fica sabendo que Mardoqueu é descente do povo de Israel, agora ele trama em matar todos os judeus: Agora, Hamã leva até o rei o seu plano de exterminar, de acabar com todos os judeus. Vejam: Hamã argumentou diante do rei Xerxes: “Eis que há um povo espalhado e disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino cujas leis e modo de vida são muito diferentes das tradições e normas dos demais povos, e que não se sujeitam às leis do rei. Portanto, não é conveniente ao rei que tais pessoas sigam vivendo entre nós. Se for do agrado do rei, decrete-se que sejam imediatamente aniquilados, e eu depositarei trezentas e cinquenta toneladas de prata na tesouraria real para financiar aqueles que serão responsáveis pelo extermínio dessa gente!” Considerando as palavras e a proposta que ouvira, o rei tirou seu anel-selo do dedo, entregou-o a Hamã, o inimigo dos judeus, filho de Hamedata, descendente de Agague, e declarou: “Conserva teu dinheiro contigo e para teus fins. Quanto a este povo, é teu: faze o que quiseres!” Sendo assim, os escribas e assistentes do rei foram convocados. Hamã ordenou que escrevessem cartas no idioma e no modo de escrever de cada povo aos sátrapas, nobres governadores persas do rei, aos representantes do império nas várias províncias e aos chefes de cada povo. Tudo escrito em nome do rei Xerxes e selado com o seu anel. As cartas foram enviadas por correios, mensageiros, a todas as províncias do rei, com a ordem expressa de executar, matar e eliminar todos os judeus, inclusive crianças, mulheres, jovens e idosos sem exceção, e de saquear todos os seus bens, tudo em uma ação rápida de apenas um dia. Uma cópia do decreto deveria ser publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que estivessem todos prontos para aquele dia. Por ordem do rei, os correios partiram às pressas, e o decreto foi anunciado em alta voz para toda a cidade de Susã. O rei e Hamã assentaram-se para beber, entretanto a cidade de Susã estava sob grande aflição e horror. Povo santo, nunca deixe o seu coração se endurecer pelas maldades das pessoas, mesmo elas lhes causando toto o mal. Sempre coloca tudo nas preciosas mãos de Deus. Sabe porque? Porque, Deus entra no cenário e destrói os vossos inimigos. Entendam, enquanto Hamã estava celebrando com toda a certeza de que ele havia derrotado não só Mardoqueu, mas todos os judeus Deus estava vendo tudo e Ele estava deixando. Sabe porque? Porque, Deus iria fazer Hamã ser forçado na sua própria forca e Deus iria usar o próprio Mardoqueu para escrever um novo decreto dando direito aos judeus de lutar. Vejam: 
Em seguida o rei Xerxes respondeu à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: “Mandei enforcar Hamã e passei todos os seus bens para Ester porquanto ele atentou contra os judeus. Escrevei, pois, agora mesmo, novo decreto a respeito dos judeus, o que bem vos parecer, em nome do rei, e selai-o com o meu anel real. Porque todo edito redigido em nome do rei e selado por meio do seu anel é irrevogável!” Imediatamente foram convocados os escribas reais, e essa fato ocorreu no vigésimo dia do terceiro mês, o mês de Sivan, isto é, entre maio e junho. Os secretários do rei escreveram todas as ordens ditadas por Mardoqueu aos judeus, aos sátrapas, aos governadores e aos nobres das cento e vinte e sete províncias que se estendiam da Índia até Cuxe, Etiópia. Essas determinações foram redigidas na língua de cada povo e segundo a escrita de cada província, como também aos judeus, na sua própria escrita e linguagem. Mardoqueu escreveu cartas em nome do rei Xerxes, selou-as com o anel do rei e as enviou com os mensageiros montados em cavalos fortes e velozes, todos da cavalaria especial do rei. E o decreto do rei concedia aos judeus de cada cidade o direito de se reunirem e de se protegerem, de destruir, matar e aniquilar qualquer força armada de qualquer povo ou província que tentasse atacá-los, colocando também em risco suas mulheres e crianças. Resguardava também o direito de saquear os bens dos seus adversários em guerra. As determinações do rei entraram em vigor em todas as províncias do rei Assuero, Xerxes. Uma cópia desse decreto foi publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que naquele dia os judeus estivessem prontos para vingar-se de todos os seus inimigos. Os mensageiros montados nos cavalos velozes da cavalaria especial do rei partiram apressadamente por causa da ordem expressa do rei. Esse decreto foi promulgado inclusive na capital, Susã. Os judeus se reuniram nas suas cidades, em todas as províncias do rei Assuero, Xerxes, para erguer a mão contra aqueles que procuravam o seu aniquilamento. E ninguém conseguia resistir-lhes, pois o temor dos judeus havia caído sobre todos os povos. E todos os príncipes das províncias, os sátrapas, os governadores e os administradores dos negócios do rei cooperavam com os judeus, porquanto grande era o temor que alimentavam em relação a Mardoqueu. E Eu vos digo mais: A palavra de Deus foi cumprida na destruição da família do rei Agague, quando Hamã o último dos Malequitas foi morto. Ouçam: Neste mesmo momento, Harbona, um dos eunucos oficiais que serviam diante do rei, mencionou ao rei: “Há uma forca de mais de vinte metros de altura bem próximo à casa de Hamã, que ele próprio construiu para enforcar Mardoqueu, aquele que intercedeu pela vida do rei!” Então o rei ordenou: “Portanto, enforcai-o nela agora mesmo!” E eles enforcaram Hamã na forca que ele próprio havia preparado para Mardoqueu. Depois disso, o furor do rei se arrefeceu. Queridos, sempre deixe tudo nas mãos de Deus porque Ele sabe o que faz. A comemoração de Hamã durou poucos dias. E saibam, o vosso Deus é  amor, mas Ele também é fogo consumidor.” Queridos, somente creiam neste Deus que não dorme e nem toscaneja! “Passados esses acontecimentos, o rei Assuero, Xerxes, engrandeceu diante de todos a Hamã, filho de Hamedata, descendente de Agague, exaltando-o em dignidade e lhe concedeu preeminência sobre todos os ilustres oficiais, seus colegas. Todos os nobres e oficiais do palácio real curvavam-se e prostravam-se diante de Hamã, de acordo com as ordens do rei. Contudo, Mardoqueu, não se curvava nem se prostrava diante dele. Então alguns oficiais do rei e que estavam à porta do palácio, observaram a atitude de Mardoqueu e então o questionaram: “Por que motivo desobedeces à ordem do rei?” E visto que lhe indagavam sobre o mesmo assunto dia após dia, e notando que ele não lhes dava atenção, mas apenas respondia que era judeu, foram contar o que estava se passando a Hamã, a fim de verificar se o comportamento de Mardoqueu seria tolerado, pelo fato de ser ele judeu. Quando Hamã constatou que Mardoqueu não se inclinava nem se prostrava diante dele, ficou muito indignado. Todavia, assim que soube a que povo Mardoqueu pertencia, achou que não bastaria tirar a vida apenas de um judeu. Por esse motivo, Hamã procurou uma maneira de matar todos os judeus, o povo de Mardoqueu, em todo o império de Xerxes. No primeiro mês do décimo segundo ano do reinado do rei Assuero, Xerxes, no mês de Nissanou Abibe, aproximadamente entre março e abril, lançaram Pur, isto é, Sorte, diante de Hamã, com o objetivo de escolher um dia e um mês propício para executar o plano do extermínio. E o Purindicou o décimo segundo mês, o mês de Adar, entre fevereiro e março. E Hamã argumentou diante do rei Xerxes: “Eis que há um povo espalhado e disperso entre os povos em todas as províncias do teu reino cujas leis e modo de vida são muito diferentes das tradições e normas dos demais povos, e que não se sujeitam às leis do rei. Portanto, não é conveniente ao rei que tais pessoas sigam vivendo entre nós. Se for do agrado do rei, decrete-se que sejam imediatamente aniquilados, e eu depositarei trezentas e cinquenta toneladas de prata na tesouraria real para financiar aqueles que serão responsáveis pelo extermínio dessa gente!” Considerando as palavras e a proposta que ouvira, o rei tirou seu anel-selo do dedo, entregou-o a Hamã, o inimigo dos judeus, filho de Hamedata, descendente de Agague, e declarou: “Conserva teu dinheiro contigo e para teus fins. Quanto a este povo, é teu: faze o que quiseres!” Sendo assim, no décimo terceiro dia do primeiro mês os escribas e assistentes do rei foram convocados. Hamã ordenou que escrevessem cartas no idioma e no modo de escrever de cada povo aos sátrapas, nobres governadores persas do rei, aos representantes do império nas várias províncias e aos chefes de cada povo. Tudo escrito em nome do rei Xerxes e selado com o seu anel. As cartas foram enviadas por correios, mensageiros, a todas as províncias do rei, com a ordem expressa de executar, matar e eliminar todos os judeus, inclusive crianças, mulheres, jovens e idosos sem exceção, e de saquear todos os seus bens, tudo em uma ação rápida de apenas um dia, o décimo terceiro dia do décimo segundo mês, o mês de Adar, Uma cópia do decreto deveria ser publicada como lei em cada província e levada ao conhecimento do povo de cada nação, a fim de que estivessem todos prontos para aquele dia. Por ordem do rei, os correios partiram às pressas, e o decreto foi anunciado em alta voz para toda a cidade de Susã. O rei e Hamã assentaram-se para beber, entretanto a cidade de Susã estava sob grande aflição e horror.” Ester 3:1-15




📖UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA ALGUÉM. O Senhor Jesus me deu este Salmo para eu postar hoje. ASSIM DIZ O SENHOR JESUS PARA ALGUÉM; “Eu te amo com todo o meu ser, ó SENHOR, minha força. O SENHOR é o meu penhasco e minha fortaleza, quem me liberta é o meu Deus. Nele me abrigo; meu rochedo, meu escudo e o poder que me salva, minha torre forte e meu refúgio. O SENHOR seja louvado! Pois clamei a Deus por livramento e estou salvo dos meus inimigos. As cordas da morte me enredaram; as torrentes da destruição me aterrorizaram. Os laços do inferno me envolveram, e as ciladas da morte me atingiram. No meu desespero clamei ao SENHOR; gritei por socorro ao meu Deus. Do seu templo Ele ouviu a minha voz; minhas súplicas chegaram à sua presença e seus ouvidos me deram atenção. Então, toda a terra estremeceu e agitouse e os fundamentos dos montes se abalaram; tremeram por causa da ira de Deus. Das suas narinas subiu fumaça; da sua boca saíram brasas vivas e fogo devorador. Ele rompeu os céus e desceu; nuvens escuras estavam sob seus pés. Montou um querubim e voou, deslizando sobre as asas do vento. Fez das trevas um manto no qual se ocultou; das nuvens escuras, carregadas de água, o abrigo que o envolvia. Com o fulgor da sua presença, as nuvens se desfizeram em granizo e raios, quando dos céus trovejou o SENHOR e fez ressoar a voz do Altíssimo. Atirou suas flechas e afugentou meus inimigos, com os seus raios os arrasou. O fundo do mar apareceu e os alicerces da terra foram expostos por causa da tua severa repreensão, ó SENHOR, com o sopro forte das tuas narinas. Das alturas estendeu a mão e me agarrou; arrancou-me das águas profundas. Livrou-me do meu adversário poderoso, de todos os meus inimigos, muito mais fortes do que eu. Eles me atacaram no dia da minha infelicidade, mas o SENHOR foi o meu abrigo e protetor. Ele me concedeu plena libertação; livrou-me por causa do seu amor leal a mim. O SENHOR me tratou conforme o meu justo coração; conforme a honestidade das minhas mãos, recompensou-me. Pois tenho andado nos caminhos do SENHOR; não tenho agido como ímpio, afastando-me do meu Deus.
Todos os seus mandamentos estão presentes em meu ser; não me desviei dos seus decretos e preceitos. Tenho sido irrepreensível para com ele e não me permiti praticar qualquer mal. O SENHOR me recompensou segundo a minha justiça, conforme a pureza que seus olhos viram em minhas mãos. Ao fiel e bondoso te revelas fiel e bondoso, ao irrepreensível te revelas irrepreensível, ao puro te revelas puro, mas com o perverso reages à altura. Salvas os pobres e os que são humildes, mas humilhas os soberbos e altivos. Tu, SENHOR, conservas brilhando a minha luz; o meu Deus transforma em luz as minhas trevas. Com a tua ajuda posso atacar uma tropa; com o meu Deus posso transpor muralhas. Este é o Deus cujo caminho é perfeito; a palavra do SENHOR é comprovadamente verdadeira. Deus é um escudo para todos aqueles que nele buscam abrigo. Pois quem é Deus além do SENHOR?10 E quem é a Rocha a não ser o nosso Deus? O SENHOR é o Deus que me reveste de poder e faz o meu caminho perfeito. Torna os meus pés ágeis como os da corça, sustenta-me firme nas alturas.
Exercita minhas mãos para a batalha e fortalece meus braços para vergar o arco
Tu me dás o teu escudo da salvação; tua mão direita me garante a vitória; desces ao meu encontro para dignificar-me. 
Aplainaste o meu caminho, para que, andando livre. Persegui os meus inimigos e os alcancei; e não regressei enquanto não foram. Arrasei-os, e não conseguiram reerguer-se; morreram debaixo dos meus pés. Deste-me poder para a batalha; subjugaste os que me traíram e se voltaram contra mim. Colocaste os meus inimigos em fuga e exterminei os que me odiavam. Gritaram por salvação, mas não houve quem os livrasse; clamaram até pelo SENHOR, mas Ele não lhes respondeu. Eu os reduzi a pó, poeira que o vento carrega. Pisei-os como quem pisa na lama das estradas. Tu me livraste de um povo rebelado; fizeste-me o grande chefe das nações; um povo que não conheci coloca-se ao meu serviço. Assim que me ouvem, me obedecem; são estrangeiros que se curvam a mim. Todos perderam a coragem; enfraquecidos e apavorados saem dos seus redutos. O SENHOR vive! Bendita a Rocha da minha vida! Exaltado seja Deus, o meu Salvador!
Este é o Deus que pelo meu bem executou vingança, e que faz as nações me servirem. 
Tu me salvaste dos meus inimigos; sim, fizeste-me vencer os meus adversários, e dos meus agressores violentos me livraste. Por isso, eu te bendirei entre todas as nações, ó SENHOR; cantarei louvores ao teu santo Nome. Deus dá grandes vitórias ao seu rei; e age por seu Ungido com amor fiel, por Davi e por toda a sua descendência, para sempre.” Salmos 118:1-50. Um salmo de Davi 📖


Popular posts from this blog

E ALGUNS CRIAM NO QUE SE DIZIA; MAIS OUTROS NÃO CRIAM

E VOLTOU A SEUS IRMÃOS E DISSE: O MENINO NÃO ESTÁ; E EU AONDE IREI? ENTÃO TOMARAM A TÚNICA DE JOSÉ, E MATARAM UM CABRITO, E TINGIRAM A TÚNICA NO SANGUE. E ENVIARAM A TÚNICA DE VÁRIAS CORES, MANDANDO LEVÁ-LA A SEU PAI, E DISSERAM: TEMOS ACHADO ESTÁ TÚNICA; CONHECE AGORAR SE ESTÁ SERÁ OU NÃO A TÚNICA DE SEU FILHO? E CONHECEU-A, E DISSE: É A TÚNICA DE MEU FILHO; UMA FERA O COMEU; CERTAMENTE JOSÉ FOI DESPEDAÇADO. ENTÃO JACÓ RASGOU AS SUAS VESTES, PÔS SACO SOBRE OS SEUS LOMBOS E LAMENTOU A SEU FILHO MUITOS DIAS

Ó SER HUMANO! ELE JÁ TE REVELOU O QUE É BOM; E O QUE YAHWEH EXIGE DE TI SENÃO APENAS QUE PRATIQUES A JUSTIÇA, AMES A MISERICÓRDIA E A LEALDADE, E ANDES HUMILDEMENTE NA COMPANHIA DO TEU DEUS! EIS QUE A VOZ DE YAHWEH ESTÁ CLAMANDO À CIDADE; E TODO AQUELE QUE FOR SÁBIO TEMERÁ O SEU NOME! ESCUTAI, POIS, Ó TRIBO DE JUDÁ E SUAS ASSEMBLEIAS! PORQUANTO TENDES OBEDECIDO AOS DECRETOS DO REI ONRI, E TODAS AS PRATICAS MALIGNAS DA FAMÍLIA DE ACABE, E TENS SEGUIDO AS TRADIÇÕES DELES. POR TUDO ISSO VOS ENTREGAREI À DESTRUIÇÃO, E O SEU POVO AO DESPREZO E HUMILHAÇÃO; SOFRERÁS O ESCÁRNIO DAS NAÇÕES