ASSIM QUE A ORDEM E O DECRETO DO REI FORAM PROCLAMADOS, MUITAS JOVENS VIRGENS FORAM CONDUZIDAS PARA A CIDADE DE SUSÃ E CONFIADAS A HEGAI. ESTER TAMBÉM FOI LEVADA PARA O PALÁCIO DO REI E COLOCADA SOB OS CUIDADOS DE HEGAI, RESPONSÁVEL PELA CASA DAS MULHERES. E ESTER AGRADOU SOBREMANEIRA OS OLHOS DO REI, PELO QUE ELE DECIDIU FAVORECÊ-LA. E LOGO MANDOU QUE SE LHE PROVIDENCIASSE UM COMPLETO TRATAMENTO DE BELEZA E ALIMENTAÇÃO ESPECIAL, ALÉM DE SETE MOÇAS ESCOLHIDAS DO PALÁCIO DO REI QUE PASSARAM A SERVI-LA. ENTÃO, XERXES TRANSFERIU ESTER COM SUAS SERVAS PARA O MELJOR APOSENTO DO HARÉM. CONTUDO, ESTER NÃO HAVIA REVELADO A QUAL POVO E FAMÍLIA PERTENCIA, POIS MARDOQUEU A HAVIA PROIBIDO DE FALAR AOBRE ISSO. TODOS OS DIAS, MARDOQUEU PASSAVA DIANTE DO PÁTIO DA CASA DAS MULHERES, O HARÉM, PARA SABER NOTÍCIAS DE ESTER, SE ELA ESTAVA BEM E TUDO QUANTO LHE ACONTECIA
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
ASSIM QUE A ORDEM E O DECRETO DO REI FORAM PROCLAMADOS, MUITAS JOVENS VIRGENS FORAM CONDUZIDAS PARA A CIDADE DE SUSÃ E CONFIADAS A HEGAI. ESTER TAMBÉM FOI LEVADA PARA O PALÁCIO DO REI E COLOCADA SOB OS CUIDADOS DE HEGAI, RESPONSÁVEL PELA CASA DAS MULHERES. E ESTER AGRADOU SOBREMANEIRA OS OLHOS DO REI, PELO QUE ELE DECIDIU FAVORECÊ-LA. E LOGO MANDOU QUE SE LHE PROVIDENCIASSE UM COMPLETO TRATAMENTO DE BELEZA E ALIMENTAÇÃO ESPECIAL, ALÉM DE SETE MOÇAS ESCOLHIDAS DO PALÁCIO DO REI QUE PASSARAM A SERVI-LA. ENTÃO, XERXES TRANSFERIU ESTER COM SUAS SERVAS PARA O MELJOR APOSENTO DO HARÉM. CONTUDO, ESTER NÃO HAVIA REVELADO A QUAL POVO E FAMÍLIA PERTENCIA, POIS MARDOQUEU A HAVIA PROIBIDO DE FALAR AOBRE ISSO. TODOS OS DIAS, MARDOQUEU PASSAVA DIANTE DO PÁTIO DA CASA DAS MULHERES, O HARÉM, PARA SABER NOTÍCIAS DE ESTER, SE ELA ESTAVA BEM E TUDO QUANTO LHE ACONTECIA
“Algum tempo mais tarde, quando a indignação do rei Assuero, Xerxes, havia passado, ele se lembrou de Vasti e de tudo que havia ocorrido, inclusive do que ele próprio havia decretado a respeito dela e de sua punição. Então, os conselheiros do rei sugeriram que se procurasse em todo o reino belas jovens virgens para o rei. E que o rei nomeasse oficiais em todas as províncias do reino com a missão de trazerem todas essas lindas moças ao harém da cidadela de Susã. Ali permaneceriam sob a tutela de Hegai, oficial responsável pelo harém, a casa das mulheres, onde deveriam receber um tratamento completo de beleza. A moça que mais agradasse os olhos do rei seria conduzida à posição de rainha e ocuparia o lugar que fora de Vasti.” Essa proposta muito agradou ao rei, e ele determinou que se colocasse essa ideia em execução.
Entrementes, nessa época, certo judeu da tribo de Benjamim chamado Mordehai ben Jair, Mardoqueu, filho de Jair, neto de Shimi, Simei e bisneto de Kish, Quis, vivia na cidade de Susã. Ele havia sido levado de Jerusalém para o Exílio por Nabucodonosor, rei da Babilônia, entre todos os que foram presos e conduzidos ao cativeiro juntamente com Jecomias, Joaquim, rei de Judá. Mardoqueu era pai de criação de sua prima Hadassá, também conhecida como Ester, em persa, pois ela não tinha pai nem mãe. Ester era uma moça muito bonita e atraente, e Mardoqueu a havia trazido para sua casa depois da morte de seus pais, e a tratava com todo carinho, como filha. Assim que a ordem e o decreto do rei foram proclamados, muitas jovens virgens foram conduzidas para a cidade de Susã e confiadas a Hegai. Ester também foi levada para o palácio do rei e colocada sob os cuidados de Hegai, responsável pela casa das mulheres. 9E Ester agradou sobremaneira os olhos do rei, pelo que ele decidiu favorecê-la. E logo mandou que se lhe providenciasse um completo tratamento de beleza e alimentação especial, além de sete moças escolhidas do palácio do rei que passaram a servi-la. Então, Xerxes transferiu Ester com suas servas para o melhor aposento do harém. Contudo, Ester não havia revelado a qual povo e família pertencia, pois Mardoqueu a havia proibido de falar sobre isso. Todos os dias, Mardoqueu passava diante do pátio da casa das mulheres, o harém, para saber notícias de Ester, se ela estava bem e tudo quanto lhe acontecia. Em chegando o momento de cada moça vir se apresentar diante do rei Xerxes, depois de tratada de acordo com todas as prescrições de boa alimentação e embelezamento para as mulheres do harém, cuja duração média era de doze meses: seis meses com óleos de mirras e seis meses com perfumes e cosméticos, então a moça era encaminhada à presença de Xerxes e recebia tudo o que desejasse levar consigo da casa das mulheres para o palácio do rei. Ao pôr-do-sol a moça era conduzida ao palácio e de manhã retornava para uma outra ala do harém, que ficava sob os cuidados de Saasgaz, oficial do rei responsável pela proteção e supervisão das concubinas. E a moça não voltava mais ao rei, a não ser que ele se agradasse dela e mandasse chamá-la pelo nome. Quando chegou, portanto, a vez de Hadassá bat Avihail, Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu, que a tinha adotado como filha, ela não pediu nada além daquilo que Hegai, oficial responsável pela casa das mulheres, lhe havia sugerido. Ester causava boa impressão logo à primeira vista a todos a quem era apresentada. Então ela foi encaminhada à presença do rei Xerxes, à residência real, no décimo mês, o mês de Tevêt, entre dezembro e janeiro, no sétimo ano do seu governo. E o rei se apaixonou por Ester, e a amou mais do que todas as mulheres do seu harém, e ela conquistou sua aprovação e seu favor mais do que todas as virgens. Por isso ele decidiu colocar sobre a cabeça de Ester a coroa real da Pérsia, e a constituiu rainha em lugar de Vasti. Em seguida o rei ofereceu um grande banquete a todos os seus príncipes e aos que o serviam, em homenagem a Ester. Determinou que este fosse um dia de celebração, livre de qualquer trabalho, e promulgou um indulto geral em todas as províncias e presenteou a muita gente como expressão da sua felicidade e generosidade real. Quando as virgens foram reunidas pela segunda vez, Mardoqueu estava sentado junto à porta do palácio real. Ester havia mantido segredo sobre sua origem, sua família e sua nação, em obediência ao pedido de Mardoqueu, pois continuava submissa às ordens dele, da mesma maneira como agia quando ainda estava sob sua tutela. Certo dia, quando Mardoqueu estava sentado junto à porta do palácio real, como de costume, Bigtã e Teres, dois oficiais do rei que guardavam a entrada, estavam falando alto, indignados e tramavam uma maneira de tirar a vida do rei Xerxes. Ao tomar conhecimento de tal conspiração, Mardoqueu contou sobre o plano de assassinato dos oficiais à rainha Ester. E ela contou imediatamente tudo ao rei em nome de Mardoqueu. Depois de investigada a informação e apurada a verdade e as responsabilidades, os dois conspiradores foram enviados à forca onde também foram empalados.” Ester 2. Amém!
UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus dos Exércitos, revelo a vós este mistério. O trabalhar de Deus na vida dos seus filhos, é mistério para o homem. Deus levanta aqueles que ninguém dá nada por eles e os colocam no meio dos grandes para confundir os que dizem ser sábios. Jesus, contudo, declarou: “Certo homem estava preparando um notável banquete e convidou muitas pessoas. Próximo à hora do início da ceia, enviou seu servo para anunciar aos que haviam sido convidados: ‘Vinde! Eis que tudo está preparado para vós’. Contudo, um por um, começaram a declinar com desculpas. O primeiro alegou: ‘Acabei de adquirir uma grande propriedade, e preciso ir vê-la. Por favor, queiras desculpar-me!’. Outro conviva explicou-se: ‘Acabei de comprar cinco juntas de bois e preciso ir experimentá-las. Rogo-te que me tenhas por perdoado!’. E outro ainda argumentou: ‘Acabo de me casar, e por esse motivo, não posso ir’. Diante disso, voltou o servo e tudo relatou ao seu senhor. Então, o dono da casa irou-se sobremaneira e ordenou ao seu servo: ‘Sai agora mesmo para as ruas e becos da cidade e traze para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos’. Mais tarde lhe relatou o servo: ‘Tudo o que o senhor mandou está feito conforme a tua vontade, mas ainda há lugar!’ Então ordenou o senhor ao seu servo: ‘Ide por vários caminhos e atalhos e os que encontrar obriga-os a entrar, para que a minha casa fique repleta. Porquanto vos asseguro que nenhum daqueles que previamente foram convidados provará da minha ceia’”. Ouçam: Jônatas, filho de Saul, tinha um filho aleijado dos pés. Esse menino tinha cinco anos de idade quando se ouviu a notícia de que Jezreel de que Saul e Jônatas haviam tombado em combate. Sua ama o apanhou e fugiu, todavia, na pressa, ela o deixou cair, e ele ficou manco. Seu nome era Mefibosete. Certa ocasião Davi questionou a si mesmo: “Será que alguma pessoa da família de Saul ainda vive? Se houver, eu gostaria muito de encontrá-la e fazer algo de bom por essa pessoa, em memória da minha amizade por Jônatas. Então convocaram Ziba, um dos servos da família de Saul, para apresentar-se a Davi, e o rei lhe indagou: “Tu és Ziba?” E ele prontamente respondeu: “Teu servo senhor!” O rei prosseguiu: “Resta ainda alguém da família de Saul a quem eu possa demonstrar a lealdade de Deus?” Ao que replicou Ziba: “Ainda há um filho de Jônatas, aleijado dos pés.” E o rei desejou saber: “E onde ele se encontra agora?” Diante do que Ziba lhe disse: “Na casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar.” Então, em seguida, o rei Davi mandou trazê-lo da cidade de Lo-Debar. Então Mefibosete, filho de Jônatas, neto de Saul, veio à presença Davi, e se prostrou com o rosto em terra e fez-lhe reverência. Davi o chamou pelo nome: “Mefibosete?” E ele prontamente respondeu ao rei: “Eis aqui teu servo senhor!” Então Davi o tranquilizou dizendo: “Não temas, porquanto o chamei para lhe demonstrar bondade, por amor a Jônatas, teu pai, meu amigo; restituirei todas as terras de Saul, pai de teu pai, e tu sempre haverás de comer à minha mesa. Imediatamente Davi chamou Ziba, servo de Saul, e ordenou: “Dá ao filho de teu senhor tudo o que pertencia a Saul e a toda a sua família! Tu cultivarás a terra com teus filhos e servos, e colherás dos frutos para que o filho de teu senhor tenha alimento para comer; mas Mefibosete, filho de teu senhor, comerá sempre à minha mesa.” Agora vejam: Entrementes, nessa época, certo judeu da tribo de Benjamim chamado Mordehai ben Jair, Mardoqueu, filho de Jair, neto de Shimi, Simei e bisneto de Kish, Quis, vivia na cidade de Susã. Ele havia sido levado de Jerusalém para o Exílio por Nabucodonosor, rei da Babilônia, entre todos os que foram presos e conduzidos ao cativeiro juntamente com Jecomias, Joaquim, rei de Judá. Mardoqueu era pai de criação de sua prima Hadassá, também conhecida como Ester, em persa, pois ela não tinha pai nem mãe. Ester era uma moça muito bonita e atraente, e Mardoqueu a havia trazido para sua casa depois da morte de seus pais, e a tratava com todo carinho, como filha. Algum tempo mais tarde, quando a indignação do rei Assuero, Xerxes, havia passado, ele se lembrou de Vasti e de tudo que havia ocorrido, inclusive do que ele próprio havia decretado a respeito dela e de sua punição. Então, os conselheiros do rei sugeriram que se procurasse em todo o reino belas jovens virgens para o rei. E que o rei nomeasse oficiais em todas as províncias do reino com a missão de trazerem todas essas lindas moças ao harém da cidadela de Susã. Ali permaneceriam sob a tutela de Hegai, oficial responsável pelo harém, a casa das mulheres, onde deveriam receber um tratamento completo de beleza. A moça que mais agradasse os olhos do rei seria conduzida à posição de rainha e ocuparia o lugar que fora de Vasti.” Essa proposta muito agradou ao rei, e ele determinou que se colocasse essa ideia em execução.
Assim que a ordem e o decreto do rei foram proclamados, muitas jovens virgens foram conduzidas para a cidade de Susã e confiadas a Hegai. Ester também foi levada para o palácio do rei e colocada sob os cuidados de Hegai, responsável pela casa das mulheres. Todos os dias, Mardoqueu passava diante do pátio da casa das mulheres, o harém, para saber notícias de Ester, se ela estava bem e tudo quanto lhe acontecia. Quando chegou, portanto, a vez de Hadassá bat Avihail, Ester, filha de Abiail, tio de Mardoqueu, que a tinha adotado como filha, ela não pediu nada além daquilo que Hegai, oficial responsável pela casa das mulheres, lhe havia sugerido. Ester causava boa impressão logo à primeira vista a todos a quem era apresentada. Então ela foi encaminhada à presença do rei Xerxes, à residência real, no décimo mês, o mês de Tevêt, entre dezembro e janeiro, no sétimo ano do seu governo. E o rei se apaixonou por Ester, e a amou mais do que todas as mulheres do seu harém, e ela conquistou sua aprovação e seu favor mais do que todas as virgens. Por isso ele decidiu colocar sobre a cabeça de Ester a coroa real da Pérsia, e a constituiu rainha em lugar de Vasti. Em seguida o rei ofereceu um grande banquete a todos os seus príncipes e aos que o serviam, em homenagem a Ester. Determinou que este fosse um dia de celebração, livre de qualquer trabalho, e promulgou um indulto geral em todas as províncias e presenteou a muita gente como expressão da sua felicidade e generosidade real. E Eu vos digo mais; O SENHOR ampara todos os que caem e ergue todos os que estão deprimidos. O SENHOR é justo em todos os seus caminhos e fiel em todas as suas obras.
O SENHOR está junto de todos aqueles que invocam seu Nome, de todos que clamam por sua presença, com sinceridade. Assim, Ele realiza os desejos daqueles que o reverenciam; ouve-os clamar por socorro e os salva. O SENHOR cuida de todos os que o amam, mas destrói todos os ímpios. Entretanto, ao voltar o rei do jardim do palácio ao salão onde se realizava o banquete, viu Hamã debruçado sobre o divã em que se achava Ester. E então exclamou: “Seria tu néscio a ponto de tentar violentar a rainha da Pérsia na minha presença e dentro da minha própria casa?” Assim que o rei acabou de pronunciar estas palavras, cobriram o rosto de Hamã. Neste mesmo momento, Harbona, um dos eunucos oficiais que serviam diante do rei, mencionou ao rei: “Há uma forca de mais de vinte metros de altura bem próximo à casa de Hamã, que ele próprio construiu para enforcar Mardoqueu, aquele que intercedeu pela vida do rei!” Então o rei ordenou: “Portanto, enforcai-o nela agora mesmo!” E eles enforcaram Hamã na forca que ele próprio havia preparado para Mardoqueu. Depois disso, o furor do rei se arrefeceu.” Queridos, somente creiam neste Deus glorioso! “Certa ocasião Davi questionou a si mesmo: “Será que alguma pessoa da família de Saul ainda vive? Se houver, eu gostaria muito de encontrá-la e fazer algo de bom por essa pessoa, em memória da minha amizade por Jônatas. Então convocaram Ziba, um dos servos da família de Saul, para apresentar-se a Davi, e o rei lhe indagou: “Tu és Ziba?” E ele prontamente respondeu: “Teu servo senhor!” O rei prosseguiu: “Resta ainda alguém da família de Saul a quem eu possa demonstrar a lealdade de Deus?” Ao que replicou Ziba: “Ainda há um filho de Jônatas, aleijado dos pés.” E o rei desejou saber: “E onde ele se encontra agora?” Diante do que Ziba lhe disse: “Na casa de Maquir, filho de Amiel, em Lo-Debar.” Então, em seguida, o rei Davi mandou trazê-lo da cidade de Lo-Debar. Então Mefibosete, filho de Jônatas, neto de Saul, veio à presença Davi, e se prostrou com o rosto em terra e fez-lhe reverência. Davi o chamou pelo nome: “Mefibosete?” E ele prontamente respondeu ao rei: “Eis aqui teu servo senhor!” Então Davi o tranquilizou dizendo: “Não temas, porquanto o chamei para lhe demonstrar bondade, por amor a Jônatas, teu pai, meu amigo; restituirei todas as terras de Saul, pai de teu pai, e tu sempre haverás de comer à minha mesa. Então Mefibosete lhe fez reverência e declarou: “Ó senhor, quem é este teu servo, para dares tua preciosa atenção? Valho tanto quanto um cachorro morto.” Imediatamente Davi chamou Ziba, servo de Saul, e ordenou: “Dá ao filho de teu senhor tudo o que pertencia a Saul e a toda a sua família! Tu cultivarás a terra com teus filhos e servos, e colherás dos frutos para que o filho de teu senhor tenha alimento para comer; mas Mefibosete, filho de teu senhor, comerá sempre à minha mesa.” Ziba tinha quinze filhos e vinte servos. Ziba respondeu ao rei: “O teu servo fará tudo o que o rei, meu senhor, ordenou.” E o rei acrescentou: “Mefibosete passará a comer à minha mesa como um dos filhos do rei!” E Mefibosete tinha um filho pequeno, chamado Mica. E todos quantos moravam na casa de Ziba eram servos de Mefibosete. Assim Mefibosete, que era deficiente dos dois pés, passou a morar em Jerusalém e todos os dias fazia suas refeições em companhia do rei partilhando da mesma mesa.“ 2 Samuel 9:1-13
🏴UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA OS HABITANTES DO PAÍS DO TIBET
“Minha filha, escreve o que Eu o Deus Espírito Santo digo para os habitantes do pais do Tibet.
Deus irá retirar a sua mão de proteção sobre vós e sobre o vosso país. E Deus irá permitir que tempos difíceis e de angústias venham sobre vós e sobre o vosso país. E grande será a dor e o sofrimento de muitos. E Eu vos digo; buscam à Deus enquanto podem achar com arrependimento e à quebrantamento de coração. E para aqueles que pertecem a Deus, Ele os protegerá.” Queridos, somente creiam neste Deus justo! “Por que os gentios se amotinam e os povos intrigam em vão? Os reis da terra preparam seus ardis e, unidos, os governantes conspiram contra o SENHOR e contra o seu Cristo, proclamando: “Façamos em pedaços os seus laços, sacudamos para longe de nós seus vínculos!” Do seu trono celeste, o SENHOR põe-se a rir e a ridicularizá-los. E no seu devido tempo os repreenderá com ira, e em seu furor os confundirá de pavor, declarando: “Fui Eu que consagrei o meu Rei sobre Sião, meu monte sagrado!” Proclamarei o decreto do SENHOR. Ele me disse: “Tu és meu Filho; Eu hoje te gerei. Pede, e Eu te darei as nações como herança, os confins da terra como tua propriedade. Tu as regerás com cetro de ferro, como um vaso de oleiro as espatifarás”. Por isso, ó reis, sede prudentes; aceitai a correção, magistrados da terra! Servi ao SENHOR com temor, e vivei nele com alegria e tremor. Rendei ao Filho adoração sincera, para que não se ire e vos sobrevenha repentina destruição, pois a sua ira se acende depressa. Verdadeiramente felizes são todos os que nele depositam sua plena confiança.” Salmos 2:1-12🏴