ENQUANTO COMIAM, JESUS PEGOU UM PÃO, DEU GRAÇAS, QUEBROU-O, E O DEU AOS SEUS DISCÍPULOS, RECOMENDANDO: TOMAI, E COMEI; ISTO É O MEU CORPO. EM SEGUIDA TOMOU UM CÁLICE, DEU GRAÇAS E O ENTREGOU AOS SEUS DISCÍPULOS, PROCLAMANDO: BEBEI DELE TODOS VÓS. POIS ISTO É O MEU SANGUE DA ALIANÇA, DERRAMADO EM BENEFÍCIO DE MUITOS, PARA REMISSÃO DE PECADOS. E VÓS AFIRMO QUE, DE AGORA EM DIANTE, NÃO MAIS TOMAREI DESTE FRUTO DA VIDEIRA ATÉ AQUELE DIA EM QUE BEBEREI O NOVO VINHO, CONVOSCO, NO REINO DE MEU PAI. E ASSIM, APÓS TEREM CANTADO UM HINO DE LOUVOR, SAÍRAM PARA O MONTE DAS OLIVEIRAS
O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM
ENQUANTO COMIAM, JESUS PEGOU UM PÃO, DEU GRAÇAS, QUEBROU-O, E O DEU AOS SEUS DISCÍPULOS, RECOMENDANDO: TOMAI, E COMEI; ISTO É O MEU CORPO. EM SEGUIDA TOMOU UM CÁLICE, DEU GRAÇAS E O ENTREGOU AOS SEUS DISCÍPULOS, PROCLAMANDO: BEBEI DELE TODOS VÓS. POIS ISTO É O MEU SANGUE DA ALIANÇA, DERRAMADO EM BENEFÍCIO DE MUITOS, PARA REMISSÃO DE PECADOS. E VÓS AFIRMO QUE, DE AGORA EM DIANTE, NÃO MAIS TOMAREI DESTE FRUTO DA VIDEIRA ATÉ AQUELE DIA EM QUE BEBEREI O NOVO VINHO, CONVOSCO, NO REINO DE MEU PAI. E ASSIM, APÓS TEREM CANTADO UM HINO DE LOUVOR, SAÍRAM PARA O MONTE DAS OLIVEIRAS
“Tendo Jesus concluído esses ensinamentos, declarou aos seus discípulos: “Como sabeis, daqui a dois dias, a Páscoa será celebrada; e o Filho do homem será entregue para ser crucificado”. Enquanto isso, os chefes dos sacerdotes e os anciãos do povo se reuniram no palácio do sumo sacerdote, cujo nome era Caifás. E fizeram um acordo para prender Jesus por meio de traição e matá-lo. Porém recomendaram: “Que isso não seja feito durante a festa, para que não ocorra grande alvoroço entre o povo”. Jesus é ungido para o sacrifício. E aconteceu que, estando Jesus em Betânia, na casa de Simão, o leproso, chegou próximo dele uma mulher portando um frasco de alabastro, repleto de perfume caríssimo, e lhe derramou sobre a cabeça, enquanto ele estava reclinado à mesa. Diante daquela cena, os discípulos se indignaram e comentaram: “Por que este desperdício? Porquanto esse perfume poderia ser vendido por alto preço e o dinheiro dado aos pobres!” Percebendo isso, Jesus repreendeu-os: “Por que molestais esta mulher? Ela praticou uma boa ação para comigo. Pois, quanto aos pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tereis. Ao derramar sobre o meu corpo esse bálsamo, ela o fez como que preparando-me para o sepultamento. Com toda a certeza vos afirmo: Em todos os lugares do mundo, onde este evangelho for pregado, igualmente será contado o que essa mulher realizou, como um memorial a ela”. O pacto da traição. E aconteceu que um dos Doze, chamado Judas Iscariotes, foi ao encontro dos chefes dos sacerdotes e lhes propôs: “O que me dareis caso eu vo-lo entregue?” E lhe pagaram o preço: trinta moedas de prata. E, desse momento em diante, procurava Judas uma ocasião apropriada para entregar Jesus. A Ceia do Senhor. No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e o consultaram: “Onde desejas que preparemos a refeição da Páscoa?” Ao que Jesus os orientou: “Ide à cidade, procurai um certo homem e falai a ele: ‘O Mestre manda dizer-te: É chegada a minha hora. Desejo celebrar a Páscoa em tua casa, juntamente com meus discípulos.’” Os discípulos fizeram como Jesus lhes havia instruído e prepararam a Páscoa. Jesus revela o traidor. Ao pôr-do-sol, estava Jesus reclinado, próximo à mesa, com os Doze. E, durante a refeição, Jesus revelou: “Com toda a certeza vos afirmo que um dentre vós me trairá”. Essa declaração consternou a todos e começaram a indagar, um após outro: “Senhor! Porventura, serei eu?” Indicou-lhes Jesus: “Aquele que comeu juntamente comigo, do mesmo prato, este é o que vai me trair. O Filho do homem vai, como de fato está escrito a respeito dele. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria jamais haver nascido”. Então Judas, que haveria de consumar a traição, disse: “Acaso, seria eu, meu Mestre?” E Jesus afirmou-lhe: “Sim, tu o declaraste!” A Ceia do Senhor. Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, deu graças, quebrou-o, e o deu aos seus discípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meu corpo”. Em seguida tomou um cálice, deu graças e o entregou aos seus discípulos, proclamando: “Bebei dele todos vós. Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. E vos afirmo que, de agora em diante, não mais tomarei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o novo vinho, convosco, no Reino de meu Pai”. E assim, após terem cantado um hino de louvor, saíram para o monte das Oliveiras. Jesus prediz a traição de Pedro. Então Jesus lhes revelou: “Ainda esta noite, todos vós me abandonareis. Pois assim está escrito: ‘Ferirei o pastor, e as ovelhas do rebanho serão afugentadas’. Todavia, depois de ressuscitar, seguirei adiante de vós rumo à Galiléia”. Respondeu-lhe Pedro: “Ainda que venhas a ser motivo de escândalo para todos, eu jamais te abandonarei!” Replicou-lhe Jesus: “Com certeza te asseguro que, ainda nesta noite, antes mesmo que o galo cante, três vezes tu me negarás”. Então Pedro lhe declarou: “Mesmo que seja necessário que eu morra junto a ti, de modo algum te negarei!” E todos os discípulos fizeram a mesma afirmação. Jesus ora no Getsêmani. Seguiu Jesus com seus discípulos e chegando a um lugar chamado Getsêmani disse-lhes: “Assentai-vos por aqui, enquanto vou ali para orar”. Levou consigo a Pedro e aos dois filhos de Zebedeu, e começando a entristecer-se ficou profundamente angustiado. Então compartilhou com eles dizendo: “A minha alma está sofrendo dor extrema, uma tristeza mortal. Permanecei aqui e vigiai junto a mim”. Seguindo um pouco mais adiante, prostrou-se com o rosto em terra e orou: “Ó meu Pai, se possível for, passa de mim este cálice! Contudo, não seja como Eu desejo, mas sim como Tu queres”. Mas, ao retornar à presença dos seus discípulos os encontrou dormindo e questionou a Pedro: “E então? Não pudestes vigiar comigo durante uma só hora? Vigiai e orai, para não cairdes em tentação. O espírito, com certeza, está preparado, mas a carne é fraca”. E afastando-se uma vez mais, orou dizendo: “Ó meu Pai, se este cálice não puder passar de mim sem que eu o beba, seja feita a tua vontade”. Quando voltou, entretanto, surpreendeu novamente seus discípulos dormindo, pois não suportaram os olhos pesados de sono. Então, retirou-se novamente, e foi orar pela terceira vez, proferindo as mesmas palavras. Passado algum tempo, voltou aos discípulos e indagou: “Ainda dormis e descansais? Eis que a hora é chegada! Agora o Filho do homem está sendo entregue nas mãos de pecadores. Levantai-vos e sigamos! Eis que meu traidor está se aproximando”. Jesus é traído e preso. E, estando Ele ainda a falar, eis que chegou Judas, um dos Doze, e trazia consigo uma grande multidão armada de espadas e porretes, vinda da parte dos chefes dos sacerdotes e dos líderes religiosos do povo. Mas o traidor havia combinado um sinal com eles, informando-lhes: “Aquele a quem eu saudar com um beijo, esse é quem procurais, prendei-o!” Então, aproximando-se rapidamente de Jesus, disse-lhe Judas: “Eu te saúdo, ó Mestre!” E lhe deu um beijo. Jesus, contudo, lhe perguntou: “Amigo, para que vieste?” No mesmo instante os homens avançaram sobre Jesus e o prenderam. Eis que um dos que estavam com Jesus, estendendo a mão, puxou a espada e ferindo o servo do sumo sacerdote, decepou-lhe uma das orelhas. Mas Jesus lhe ordenou: “Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada pela espada morrerão! Ou imaginas tu que Eu, neste momento, não poderia orar ao meu Pai e Ele colocaria à minha disposição mais de doze legiões de anjos? Entretanto, como então se cumpririam as Escrituras, que afirmam que tudo deve acontecer desta maneira?” E naquele mesmo instante Jesus se dirige às multidões indagando-lhes: “Lidero Eu algum tipo de rebelião, para que venham contra mim com espadas e porretes e me prendam? Pois todos os dias estive ensinando no templo e vós não me prendestes! Todavia, esses fatos todos ocorreram em cumprimento às Escrituras dos profetas”. E assim, todos os discípulos abandonaram a Jesus e fugiram. Jesus diante do tribunal. Então, os que prenderam Jesus o conduziram à presença de Caifás, o sumo sacerdote, em cuja residência estavam reunidos os mestres da lei e os anciãos. Contudo Pedro seguiu a Jesus de longe até o pátio do sumo sacerdote, entrou e sentou-se junto aos guardas, para sondar qual seria o fim daquela ocorrência. Mas os líderes dos sacerdotes e todo o Sinédrio estavam tentando suscitar um falso testemunho contra Jesus, para que tivessem o direito de condená-lo à morte. Todavia, nada encontraram, apesar de se terem apresentado vários depoimentos inverídicos. Ao final, entretanto, compareceram duas testemunhas que “Este homem afirmou: ‘Tenho poder para destruir o santuário de Deus e reconstruí-lo em três dias’”. Então o sumo sacerdote levantou-se e interrogou a Jesus: “Não tens o que responder a estes que depõem contra ti?” Mas Jesus manteve-se em silêncio. Diante do que o sumo sacerdote lhe intimou: “Eu te coloco sob juramento diante do Deus vivo e exijo que nos digas se tu és o Cristo, o Filho de Deus!” “Tu mesmo o declaraste”, afirmou-lhe Jesus. “Contudo, Eu revelo a todos vós: Chegará o dia em que vereis o Filho do homem assentado à direita do Todo-Poderoso, vindo sobre as nuvens do céu!” Diante disso, o sumo sacerdote rasgou as suas vestes denunciando: “Ele blasfemou! Por que necessitamos de outras testemunhas? Eis que acabais de ouvir tal blasfêmia!” “Que vos parece?” Responderam eles: “Culpado e merecedor de morte é!” Neste momento, alguns cuspiram em seu rosto e o esmurravam, enquanto outros lhe desferiam tapas, vociferando: “Profetiza-nos, pois, ó Cristo, quem é que te bateu?” Quando Pedro negou a Jesus. Pedro encontrava-se assentado do lado de fora da casa, no pátio, quando uma criada, aproximando-se dele, afirmou: “Tu também estavas com Jesus, o galileu!” Ele, entretanto, negou a Jesus perante todos os presentes, declarando: “Não sei do que falas.” E, saindo em direção à entrada do pátio, foi ele reconhecido por outra criada, a qual o denunciou a todos que ali se achavam, exclamando: “Este homem estava com Jesus, o Nazareno!” Mas Pedro, sob juramento, o negou uma vez mais, afirmando: “Não conheço tal indivíduo”. Algum tempo mais tarde, os que estavam ao redor aproximaram-se de Pedro e o acusaram: “Com toda a certeza és igualmente um deles, porquanto o teu modo de falar o denuncia”. Então, ele começou a jurar e a pedir a Deus que o amaldiçoasse caso não estivesse dizendo a verdade, e exclamou: “Não conheço esse homem!” No mesmo instante um galo cantou. E naquele momento, Pedro se lembrou da palavra de Jesus que lhe advertira: “Antes que o galo cante, tu me negarás três vezes.” E, deixando aquele lugar, chorou amargamente.“ Mateus 26. Amém!
UMA RESPOSTA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Deus Eu Sou, revelo a vós este mistério. Ouvi questionamentos no coração de algumas ovelhinhas sobre o que Eu, o Espírito Santo do Grande Deus Eu Sou disse para escrever no dia anterior, e hoje Eu estou respondendo as vossas questões. Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, deu graças, quebrou-o, e o deu aos seus discípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meu corpo”. Em seguida tomou um cálice, deu graças e o entregou aos seus discípulos, proclamando: “Bebei dele todos vós. Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. E vos afirmo que, de agora em diante, não mais tomarei deste fruto da videira até aquele dia em que beberei o novo vinho, convosco, no Reino de meu Pai”. Filhinhos, a Santa Ceia é uma aliança enter Jesus e vós. Ouçam: Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. E quando vós tomam a Santa Ceia vós estão lembrando de Jesus e do seu sacrifício na cruz do calvário para a remissão do pecado de muitos. Não está escrito? Pois eu recebi do Senhor o que também vos entreguei: que o Senhor Jesus, na noite em que foi traído, tomou o pão e, logo após haver dado graças, o partiu e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em memória de mim. Do mesmo modo, depois de comer, Ele tomou o cálice e declarou: “Este cálice é a nova aliança no meu sangue. Fazei isto todas as vezes que o beberdes, em memória de mim”. Portanto, todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes deste cálice proclamais a morte do Senhor, até que Ele venha. Por esse motivo, quem comer do pão ou beber do cálice do Senhor indignamente será culpado de pecar contra o corpo e o sangue do Senhor. Examine, pois, cada um a si próprio, e dessa maneira coma do pão e beba do cálice. Pois quem come e bebe sem ter consciência do corpo do Senhor, come e bebe para sua própria condenação. Por essa razão, há entre vós muitos fracos e doentes e vários que já dormem. Contudo, se nós tivéssemos a cautela de julgar a nós mesmos, não seríamos condenados. No entanto, quando somos julgados pelo Senhor, estamos sendo corrigidos a fim de que não sejamos condenados juntamente com o mundo. Portanto, meus caros irmãos, quando vos reunirdes para comer a Ceia, aguardai uns pelos outros. Se alguém tiver fome, coma em casa, para que, quando vos reunirdes, isso não seja para vossa própria condenação. Ouçam: No primeiro dia da festa dos Pães Asmos, os discípulos aproximaram-se de Jesus e o consultaram: “Onde desejas que preparemos a refeição da Páscoa?” Ao que Jesus os orientou: “Ide à cidade, procurai um certo homem e falai a ele: ‘O Mestre manda dizer-te: É chegada a minha hora. Desejo celebrar a Páscoa em tua casa, juntamente com meus discípulos.’” Os discípulos fizeram como Jesus lhes havia instruído e prepararam a Páscoa. Ao pôr-do-sol, estava Jesus reclinado, próximo à mesa, com os Doze. E, durante a refeição, Jesus revelou: “Com toda a certeza vos afirmo que um dentre vós me trairá”. Essa declaração consternou a todos e começaram a indagar, um após outro: “Senhor! Porventura, serei eu?” Indicou-lhes Jesus: “Aquele que comeu juntamente comigo, do mesmo prato, este é o que vai me trair. O Filho do homem vai, como de fato está escrito a respeito dele. Mas ai daquele que trai o Filho do homem! Melhor lhe seria jamais haver nascido”. Então Judas, que haveria de consumar a traição, disse: “Acaso, seria eu, meu Mestre?” E Jesus afirmou-lhe: “Sim, tu o declaraste!” Entendam: Enquanto comiam! Filhinhos, a Santa Ceia, ela foi observada por Deus quando o povo ainda estava cativo no Egito, quando Deus passaria e mataria todos os primogênitos naquele lugar. E Jesus junto com os seus discípulos comiam a Sant Ceia por completo, ela era observado completo: Enquanto comiam, Jesus pegou um pão, deu graças, quebrou-o, e o deu aos seus discípulos, recomendando: “Tomai, comei; isto é o meu corpo”. Em seguida tomou um cálice, deu graças e o entregou aos seus discípulos, proclamando: “Bebei dele todos vós. Pois isto é o meu sangue da aliança, derramado em benefício de muitos, para remissão de pecados. Ouçam: Disse Yahweh a Moisés e a Arão na terra do Egito: Que este mês seja para vós o princípio dos meses; será o primeiro mês do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: No dia dez deste mês, que cada homem tome para si um cordeiro para cada família, um cordeiro para cada casa. Entretanto, se a família for pequena para consumir um cordeiro, então se juntará com o vizinho mais próximo de sua casa, conforme o número de pessoas. O cordeiro será escolhido na proporção do que cada um puder comer. O cordeiro será macho, sem defeito e de um ano. Vós o escolhereis entre os cordeiros ou entre os cabritos, e o guardareis até o dia quatorze deste mês; e toda a assembleia da congregação de Israel o degolará à tarde. E tomarão um pouco do sangue e passarão sobre os dois umbrais e sobre as vergas das portas das casas em que o comerem. Naquela mesma noite, comerão a carne grelhada no fogo; com pães matsá, não fermentados, e ervas amargas, a comerão. Não comereis dele nada cru, nem cozido em água; o animal inteiro, incluindo a cabeça, as pernas e os miúdos, será assado em brasa. Nada deixareis sobrar até pela manhã; caso isso aconteça, queimareis o que restar. Ao comer, estai prontos para partir: cinto atado, sandálias nos pés e cajado na mão. Comereis às pressas: é a Páscoa do SENHOR! E naquela mesma noite Eu passarei pela terra do Egito e matarei todos os primogênitos, tanto dos homens como dos animais, e executarei Juízo sobre todos os deuses do Egito. O sangue, porém, será para vós um sinal nas casas em que estiverdes: quando Eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não vos atingirá quando Eu ferir o Egito. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo.” Esta é a Santa Ceia de Deus e Jesus vos deixou a sua aliança para que quando vós comer o pão e tomar o vinho se lembrar do seu sacrifício na cruz do calvário. E Eu vos digo mais; Jesus os contemplam quando tomam a Ceia, por isso, sejam cuidadosos para não tomarem a Ceia de qualquer maneira.” Queridos, somente creiam neste Deus glorioso! “Disse Yahweh a Moisés e a Arão na terra do Egito: Que este mês seja para vós o princípio dos meses; será o primeiro mês do ano. Falai a toda a congregação de Israel, dizendo: No dia dez deste mês, que cada homem tome para si um cordeiro para cada família, um cordeiro para cada casa. Entretanto, se a família for pequena para consumir um cordeiro, então se juntará com o vizinho mais próximo de sua casa, conforme o número de pessoas. O cordeiro será escolhido na proporção do que cada um puder comer. O cordeiro será macho, sem defeito e de um ano. Vós o escolhereis entre os cordeiros ou entre os cabritos, e o guardareis até o dia quatorze deste mês; e toda a assembleia da congregação de Israel o degolará à tarde. E tomarão um pouco do sangue e passarão sobre os dois umbrais e sobre as vergas das portas das casas em que o comerem. Naquela mesma noite, comerão a carne grelhada no fogo; com pães matsá, não fermentados, e ervas amargas, a comerão. Não comereis dele nada cru, nem cozido em água; o animal inteiro, incluindo a cabeça, as pernas e os miúdos, será assado em brasa. Nada deixareis sobrar até pela manhã; caso isso aconteça, queimareis o que restar. Ao comer, estai prontos para partir: cinto atado, sandálias nos pés e cajado na mão. Comereis às pressas: é a Páscoa do SENHOR! E naquela mesma noite Eu passarei pela terra do Egito e matarei todos os primogênitos, tanto dos homens como dos animais, e executarei Juízo sobre todos os deuses do Egito. O sangue, porém, será para vós um sinal nas casas em que estiverdes: quando Eu vir o sangue, passarei adiante. A praga de destruição não vos atingirá quando Eu ferir o Egito. Esse dia, portanto, será para vós um memorial, e o celebrareis como uma festa perene para Yahweh; nas vossas gerações o celebrareis por decreto perpétuo. Durante sete dias comereis pães matsá, sem fermento. Desde o primeiro dia tirareis o fermento das vossas casas, pois todo o que comer hamêts, algo fermentado, desde o primeiro dia até o sétimo, essa pessoa será eliminada de Israel. No primeiro dia tereis uma santa assembleia e, no sétimo dia, igualmente, uma santa convocação; nenhuma obra se fará neles, e vós preparareis somente o que cada um deve comer. Celebrareis, portanto, a festa dos pães sem fermento, porque foi nesse mesmo dia que Eu tirei os exércitos de Israel do Egito. Vós observareis esse dia por todas as vossas gerações, porquanto é um decreto perpétuo. No primeiro mês do ano, no dia catorze do mês, à tarde, comereis os pães matsá, sem fermento, até a tarde do dia vinte e um do mesmo mês. Durante sete dias não se achará fermento em vossas casas; todo aquele que comer pão fermentado será eliminado da comunidade de Israel, seja ele estrangeiro ou natural da terra. Não comereis pão nem qualquer outro alimento fermentado; em todo lugar em que habitardes comereis pães matsá, ázimos!” Moisés convocou, pois, todos os anciãos, autoridades de Israel e orientou-os: “Ide, escolhei um cordeiro ou um cabrito do rebanho, segundo as vossas famílias, e imolai para celebrar o Pessah, a Páscoa. Tomai alguns ramos de hissopo, molhai-o no sangue que estiver na bacia, e marcai a travessa da porta e suas colunas laterais com o sangue que estiver na bacia; nenhum de vós saia da porta de casa até pela manhã. Porque Yahweh passará por toda a terra para matar os egípcios; e, quando vir as marcas de sangue sobre a travessa e sobre as duas colunas laterais, Ele passará adiante dessa porta e não permitirá que o Destruidor entre em vossas casas, para vos ferir de morte. Observareis estas instruções como um decreto para vós e vossos filhos, para sempre. Quando tiverdes entrado na terra que Yahweh vos dará, como Ele prometeu, celebrareis este rito. Quando vossos filhos vos indagarem: ‘Que rito é este?’ – ensinareis: ‘É o sacrifício de Pessah, Páscoa ao SENHOR, que passou sobre as casas dos filhos de Israel no Egito e poupou nossas famílias quando matou todos os primogênitos dos egípcios!” Então, o povo prostrou-se em adoração a Deus, Yahweh. Foram-se os filhos de Israel, agiram conforme toda a instrução recebida; como Yahweh ordenara a Moisés e a Arão, assim fizeram. Então, eis que à meia-noite, Yahweh matou todos os primogênitos do Egito, desde o filho mais velho do Faraó, herdeiro do trono egípcio, até o filho mais velho do prisioneiro que estava no cárcere, e também todas as primeiras crias do gado e dos rebanhos. No meio da noite o Faraó, todos os seus conselheiros, e todo o povo egípcio se levantaram assustados. E houve terrível pranto por todo o Egito, pois não havia uma só casa egípcia que não tivesse algum morto. Ainda as trevas da noite cobriam o Egito quando o Faraó mandou chamar às pressas Moisés e Arão e determinou-lhes: “Levantai-vos e saí imediatamente do meio do meu povo e de minhas terras, vós e todos os filhos de Israel; ide, portanto, e servi a Yahweh, como tendes insistido! Levai convosco vossos rebanhos e vosso gado, como pedistes, parti e pedi a vosso Deus para que eu também seja abençoado”. E os egípcios pressionavam o povo a que abandonasse depressa o país, exclamando: “Eis que morreremos todos!” O povo levou, pois, a farinha amassada, antes que levedasse, e as amassadeiras atadas em trouxas com seus mantos sobre os ombros. Os filhos de Israel fizeram como Moisés havia dito, e pediram aos egípcios objetos de prata, objetos de ouro e roupas. Yahweh fez que seu povo encontrasse graça aos olhos dos egípcios, de maneira que estes lhes davam o que pediam; e despojaram os egípcios. Os israelitas partiram de Ramessés até Sucote. Havia cerca de seiscentos mil homens a pé, além de mulheres e crianças. Grande multidão de estrangeiros de todo tipo também seguiu com eles, além de grandes rebanhos, tanto de bois como de ovelhas e cabras. Com a massa que haviam trazido do Egito, fizeram pães sem fermento. A massa não tinha fermentado, pois eles foram expulsos do Egito e não tiveram tempo de preparar comida. Ora, a permanência dos filhos de Israel no Egito durou quatrocentos e trinta anos. Exatamente no dia em que se completaram os quatrocentos e trinta anos, todos os exércitos do SENHOR abandonaram o Egito. Assim como Yahweh passou em vigília aquela noite para tirar das terras egípcias os filhos de Israel, estes semelhantemente devem passar em vigília essa mesma noite, para honrar Yahweh, o Eterno, por todas as suas gerações. Então Yahweh ordenou a Moisés e a Arão: “Eis as leis para o sacrifício de Pessah, da Páscoa: Nenhum estrangeiro poderá comê-la. Entretanto, o escravo comprado, depois de circuncidado, terá o direito de comê-la também. O residente temporário e o assalariado estrangeiro, ainda que circuncidado, dela não comerão. Há de se comer numa só casa, e não levareis dessa casa nenhum pedaço de carne. Não quebrareis osso algum. Toda a comunidade de Israel o fará. Se algum imigrante estrangeiro habita contigo, e quiser celebrar o Pessah, a Páscoa para Yahweh, terá de circuncidar todos os de sexo masculino de sua família; então poderá participar. “A mesma lei se aplicará ao natural da terra e ao prosélito (o estrangeiro residente)”. Assim, todos os filhos de Israel fizeram tudo como o SENHOR lhes havia ordenado por intermédio de Moisés e Arão. No mesmo dia, Yahweh tirou todos os filhos de Israel do Egito, organizados de acordo com seus exércitos.” Êxodos 12:1-51