E SOBREVEIO GRANDE ESCASSEZ DE ALIMENTOS EM TODA A TERRA DE ISRAEL. POR ESTE MOTIVO, ELIMELEQUE, SUA MULHER NOEMI E SEUS DOIS FILHOS MALOM E QUILIOM, QUE ERAM EFRATEUS DE BELÉM DE JUDÁ PARTIU A FIM DE MORAR, AO MENOS POR ALGUM TEMPO, NAS TERRAS DE MOABE. CHEGANDO AOS CAMPOS DE MOABE, ALI SE ESTABELECERAM. ALGUM TEMPO SE PASSOU E ELIMELEQUE VEIO A FALECER, E NOEMI FICOU APENAS NA COMPANHIA DE SEUS DOIS FILHOS SOLTEIROS. LOGO DEPOIS SE CASARAM, E SUAS ESPOSAS ERAM JOVENS MOABITAS, UMA CHAMADA ORFA, E A OUTRA, RUTE. E PERMANECERAM NESTAS TERRAS POR UNS DEZ ANOS. E ACONTECEU QUE MALOM E QUILIOM TAMBÉM MORRERAM. E NOEMI FICOU SÓ, SEM OS FILHOS E VIÚVA

 O ESCLARECIMENTO DA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM 


E SOBREVEIO GRANDE ESCASSEZ DE ALIMENTOS EM TODA A TERRA DE ISRAEL. POR ESTE MOTIVO, ELIMELEQUE, SUA MULHER NOEMI E SEUS DOIS FILHOS  MALOM E QUILIOM, QUE ERAM EFRATEUS DE BELÉM DE JUDÁ PARTIU A FIM DE MORAR, AO MENOS POR ALGUM TEMPO, NAS TERRAS DE MOABE. CHEGANDO AOS CAMPOS DE MOABE, ALI SE ESTABELECERAM. ALGUM TEMPO SE PASSOU E ELIMELEQUE VEIO A FALECER, E NOEMI FICOU APENAS NA COMPANHIA DE SEUS DOIS FILHOS SOLTEIROS. LOGO DEPOIS SE CASARAM, E SUAS ESPOSAS ERAM JOVENS MOABITAS, UMA CHAMADA ORFA, E A OUTRA, RUTE. E PERMANECERAM NESTAS TERRAS POR UNS DEZ ANOS. E ACONTECEU QUE MALOM E QUILIOM TAMBÉM MORRERAM. E NOEMI FICOU SÓ, SEM OS FILHOS E VIÚVA

No tempo em que os juízes governavam sobre o povo israelita, sobreveio grande escassez de alimentos em toda a terra de Israel. Por este motivo, um certo homem de Bet-Léhem, Belém, cidade da região de Iehudá, Judá, partiu com sua esposa e seus dois filhos a fim de morar, ao menos por algum tempo, nas terras de Moabe. Esse homem se chamava Eliméleh, Elimeleque, sua mulher Naomi, Noemi e seus dois filhos Mahlon, Malom e Hilion, Quiliom. Eram efrateus de Belém de Judá. Chegando aos campos de Moabe, ali se estabeleceram. Algum tempo se passou e Elimeleque veio a falecer, e Noemi ficou apenas na companhia de seus dois filhos solteiros. Logo depois se casaram, e suas esposas eram jovens moabitas, uma chamada Orfa, e a outra, Rute. E permaneceram nestas terras por uns dez anos. E aconteceu que Malom e Quiliom também morreram. E Noemi ficou só, sem os filhos e viúva. Um dia Noemi soube em Moabe que o SENHOR visitara seu povo provendo-lhe boas colheitas. Então ela se aprontou para deixar Moabe com as suas noras. Elas partiram dos campos de Moabe com o objetivo de voltar para Judá, contudo durante a caminhada, sugeriu a elas: “Ide e voltai cada qual para a casa de sua mãe. Que o SENHOR vos trate com a mesma bondosa lealdade com que tratastes os falecidos e a mim mesma! Que o SENHOR conceda a cada uma de vós paz e segurança no lar de um novo marido!” Em seguida abraçou-as, mas elas choraram em alta voz, exclamando: “Não! Nós vamos voltar contigo para junto de teu povo!” Noemi porém lhes encorajou: “Voltai, minhas filhas; por que havereis de me acompanhar? Porventura trago ainda em meu seio filhos que possam vir a ser vossos maridos? Retornai, minhas filhas, parti, pois estou velha demais para tornar a casar-me! E mesmo que eu pudesse dizer: ‘Ainda existe para mim esperança: esta noite mesmo estarei com meu marido e conceberei filhos’, esperaríeis por eles até que crescessem? Renunciaríeis à vida conjugal? De modo algum, minhas filhas! É grande a minha amargura por vossa causa, pois a mão do SENHOR pesa sobre mim.”
Elas prantearam outra vez em alta voz; depois Ofra abraçou sua sogra e lhe deu um beijo de despedida. Porém Rute permaneceu com ela. Então Noemi a aconselhou: “Olha, tua cunhada voltou para junto do seu povo e para seu deus; volta também com ela!” Ao que lhe respondeu Rute: “Não insistas comigo para que te abandones e deixe de seguir-te. Pois aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus! Onde quer que morreres, morrerei eu e aí haverei de ser sepultada; que o SENHOR me castigue como lhe aprouver, se outro motivo que não seja a morte me separar de ti!” Então Noemi compreendeu o quanto Rute estava decidida a seguir em sua companhia, e por isso não se opôs mais a ela. Partiram, pois as duas e chegaram a Belém. Assim que chegaram à cidade, ocorreu ali certo alvoroço por causa delas, e as mulheres da cidade comentavam: “Será que esta é Noemi?” Mas ela lhes pediu: “Não me chameis mais de Naomi, Agradável, é mais próprio que meu nome seja Mara, Amarga, porquanto Shaddat, o Todo-Poderoso me tratou com amarguras. Parti destas terras com as mãos cheias, e o SENHOR me traz de volta de mãos vazias! Por que então haveríeis de me chamar Noemi quando o SENHOR se mostrou desfavorável à minha pessoa e Shaddat me trouxe desgraça?” Foi assim, portanto, que regressou Noemi, tendo consigo sua nora Rute, a moabita, que veio dos campos de Moabe. Elas chegaram a Belém no início da temporada de ceifa da cevada.“ Rute 1. Amém!




UMA PALAVRA DE DEUS PARA ALGUÉM: Assim diz o Senhor Jesus para alguém; “Minha filha, escreve o que o meu Espírito Santo revela para o meu povo. Eu, o Espírito Santo do Grande e Poderoso Deus Eterno, revelo a vós este mistério. Esta, pois, é a história da posteridade de Perez até Davi: Hezrom gerou Rão; Aminadabe gerou Naassom; Salmom gerou Boaz; Obede gerou Jessé, que se tornou o pai dos Davi. Assim que chegaram à cidade, ocorreu ali certo alvoroço por causa delas, e as mulheres da cidade comentavam: “Será que esta é Noemi?” Mas ela lhes pediu: “Não me chameis mais de Naomi, Agradável, é mais próprio que meu nome seja Mara, Amarga, porquanto Shaddat, o Todo-Poderoso me tratou com amarguras. Parti destas terras com as mãos cheias, e o SENHOR me traz de volta de mãos vazias! Por que então haveríeis de me chamar Noemi quando o SENHOR se mostrou desfavorável à minha pessoa e Shaddat me trouxe desgraça?” Foi assim, portanto, que regressou Noemi, tendo consigo sua nora Rute, a moabita, que veio dos campos de Moabe. Elas chegaram a Belém no início da temporada de ceifa da cevada. E sobreveio grande escassez de alimentos em toda a terra de Israel. Por este motivo Elimeleque, sua mulher Noemi e seus dois filhos Malom e Quiliom, que eram efrateus de Belém de Judá partiu a fim de morar, ao menos por algum tempo, nas terras de Moabe. Chegando aos campos de Moabe, ali se estabeleceram. Algum tempo se passou e Elimeleque veio a falecer, e Noemi ficou apenas na companhia de seus dois filhos solteiros. Logo depois se casaram, e suas esposas eram jovens moabitas, uma chamada Orfa, e a outra, Rute. E permaneceram nestas terras por uns dez anos. E aconteceu que Malom e Quiliom também morreram. E Noemi ficou só, sem os filhos e viúva. Um dia Noemi soube em Moabe que o SENHOR visitara seu povo provendo-lhe boas colheitas. Então ela se aprontou para deixar Moabe com as suas noras. Elas partiram dos campos de Moabe com o objetivo de voltar para Judá, contudo durante a caminhada, sugeriu a elas: “Ide e voltai cada qual para a casa de sua mãe. Que o SENHOR vos trate com a mesma bondosa lealdade com que tratastes os falecidos e a mim mesma! Que o SENHOR conceda a cada uma de vós paz e segurança no lar de um novo marido!” Elas prantearam outra vez em alta voz; depois Ofra abraçou sua sogra e lhe deu um beijo de despedida. Porém Rute permaneceu com ela. Então Noemi a aconselhou: “Olha, tua cunhada voltou para junto do seu povo e para seu deus; volta também com ela!” Ao que lhe respondeu Rute: “Não insistas comigo para que te abandones e deixe de seguir-te. Pois aonde quer que fores, irei eu e, onde quer que pousares, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus! Onde quer que morreres, morrerei eu e aí haverei de ser sepultada; que o SENHOR me castigue como lhe aprouver, se outro motivo que não seja a morte me separar de ti!” Então Noemi compreendeu o quanto Rute estava decidida a seguir em sua companhia, e por isso não se opôs mais a ela. Partiram, pois as duas e chegaram a Belém. Noemi tinha um parente por parte do seu marido, um homem rico e influente. Ele pertencia ao clã de Elimeleque, o esposo falecido de Noemi, e seu nome era Bôaz, Valente. Certo dia, Rute, a moabita, sugeriu a Noemi: “Permite que eu vá ao campo respigar, colher as espigas que caírem de algum segador generoso!” Ela concordou: “Vai, minha filha!” Então Rute partiu e começou a recolher as espigas que iam caindo e ficando para trás dos ceifeiros. Sem perceber adentrou à parte da plantação que pertencia a Boaz, que era da família de Elimeleque. Naquele exato momento, Boaz estava chegando de Belém e saudou os ceifeiros com a paz do SENHOR: Que Yahweh esteja convosco!”, diante do que eles responderam: “Que Yahweh te abençoe!” Então Boaz indagou ao capataz dos ceifeiros: “A quem pertence aquela jovem?” E o servo, capataz dos ceifeiros, respondeu: “Esta jovem é moabita, que voltou com Noemi dos campos de Moabe. Ela me rogou que a deixasse caminhar atrás dos segadores, recolhendo as espigas que fossem caindo dos feixes de trigo. E assim ela está trabalhando desde bem cedo até agora e só parou um pouco sob o abrigo para recompor as forças. Falou então Boaz a Rute: “Ouça com atenção minha filha, não vás respigar noutro campo, não te afastes daqui, mas fica na companhia das minhas servas. Observa o terreno que os homens estiverem ceifando e vá atrás deles. Eis que já ordenei aos rapazes que não te incomodem. Quando tiveres sede, vai procurar os cântaros e bebe da água que os meus servos trouxerem para saciar a sede dos trabalhadores. Diante destas palavras Rute, prostrando-se com o rosto rente ao chão, exclamou: “Por que encontrei favor a teus olhos, a ponto de o senhor se importar comigo, apenas uma estrangeira em tuas terras?” Em resposta Boaz lhe revelou: “Foi-me contado tudo o que fizeste por tua sogra desde que teu marido morreu, e como deixaste pai e mãe e tua terra natal para vires morar no meio de um povo que não conhecias bem. Que o SENHOR te retribua tudo o que fizeste e sejas ricamente recompensada por Yahweh, Deus de Israel, sob cujas asas de proteção vieste buscar refúgio!” Então Rute declarou a Boaz: “Possa eu continuar a ser tão bem acolhida assim, meu senhor! Tua atitude gentil e tuas palavras encorajadoras animaram esta tua serva, ainda que eu mereça menos do que uma de tuas servas!” Mais tarde, na hora da refeição, Boaz convidou Rute: “Vem cá, come deste pão e tempera teu bocado no vinagre.” Ela então se aproximou, sentou-se na companhia dos segadores e Boaz lhe ofereceu grãos tostados. Ela comeu até ficar satisfeita, e ainda sobrou. Boaz ordenou aos empregados: “Deixai-a respigar também entre os feixes e não a repreendeis. Ao contrário, quando estiverdes colhendo, separai algumas espigas dos feixes e deixai que caiam a fim de que ela possa recolher e não a censureis!” E assim Rute catou espigas no campo até o pôr-do-sol. Rute carregou toda a cevada que havia conseguido e voltou para o povoado, e sua sogra observou o quanto ela tinha recolhido. Rute também entregou a sua sogra uma parte da comida que lhe sobrara no almoço. Então Noemi questionou-lhe: “Onde respigaste hoje, onde trabalhaste? Que Deus abençoe aquele que por ti teve consideração!” E Rute passou a contar a Noemi que havia trabalhado na plantação de um homem chamado Boaz. Ao que Noemi declarou: “Que Yahweh, o Eterno abençoe Boaz, porquanto é uma pessoa que não cessa de praticar atos de justiça e misericórdia para com os vivos e com os mortos!” E acrescentou: “Esse homem é nosso parente próximo, é um dos que têm sobre nós o direito de resgate.” E Rute, a moabita, continuou: “Pois ele, pessoalmente, me disse: “Fica com meus ceifeiros até que terminem toda a minha colheita!” Então Noemi aconselhou à sua nora Rute: “É bom, minha filha, que estejas na companhia das servas deste homem, pois em qualquer outra lavoura correrias o perigo de ser molestada!” Sendo assim, Rute permaneceu entre as servas de Boaz para catar espigas, até que se encerrasse a temporada das colheitas de cevada e de trigo. Certo dia, Noemi disse a Rute, sua nora: “Minha filha, é meu dever buscar-te um lar seguro para a tua felicidade. Boaz, senhor das servas com quem estiveste, é nosso parente próximo. Sei que esta noite ele estará debulhando a cevada na eira. Lava-te, pois, e perfuma-te, põe teu manto e desce à eira, mas não te deixes reconhecer por ele, até que ele tenha acabado de comer e beber. Quando ele se retirar para dormir, observa o lugar em que está deitado; então entra, descobre seus pés e deita-te. Ele te dirá o que deves fazer.” Então Rute anuiu dizendo: “Farei tudo como me orientaste.”Ela desceu ao terreno onde se limpavam as espigas e fez exatamente como a sua sogra a instruíra. Boaz comeu e bebeu até ficar um tanto alegre, e foi deitar-se junto de um monte de cevada; pouco mais tarde, Rute aproximou-se sem ser notada, descobriu os pés dele, e deitou-se. No meio da noite, o homem acordou de repente, e se assustou ao ver uma mulher deitada a seus pés. “Quem és tu?” indagou ele. “Sou sua serva Rute”, replicou ela. E lhe rogou: “Estende teu manto sobre a tua serva, porquanto és nosso parente chegado e tens o dever de nos resgatar.” E Boaz lhe respondeu: “Bendita sejas por Deus, minha filha; este teu novo gesto de lealdade e generosidade excede o primeiro em relação à sua sogra, pois preferiste não procurar um homem mais jovem, fosse rico ou fosse pobre. Portanto, minha filha, não tenhais medo: far-te-ei tudo quando me pedires, pois todos os habitantes desta cidade sabem que és uma mulher virtuosa. Ora, de fato eu tenho a responsabilidade de resgate, mas há um outro parente ainda mais próximo do que eu. Sendo assim, passa a noite aqui e amanhã cedo, se ele quiser assumir o direito de proteger-te, muito bem, que ele te resgate: todavia, se, pelo contrário, ele não quiser te resgatar, eu ficarei com essa responsabilidade; juro pelo Nome de Deus, Yahweh! Agora, pois, volta a deitar-te e descanse até o raiar do dia.” Rute adormeceu de novo aos pés de Boaz até a alvorada e levantou-se antes do clarear do dia a fim de não ser reconhecida; e Boaz falou consigo mesmo: “Não convém que se saiba que esta mulher esteve na eira!” Por isso orientou-lhe Boaz: “Estende o manto que te cobre e segura-o firme.” Ela estendeu sua capa sobre o chão e a segurou, e ele despejou sobre a capa seis medidas de cevada, mais de vinte quilos, e lhe pôs às costas. E ela retornou ao povoado. Assim que Rute retornou à casa de sua sogra esta lhe perguntou: “Como estás, minha filha? O que se passou?” Rute contou-lhe então tudo o que aquele homem tinha feito por ela. E acrescentou: “Estas seis medidas de cevada, foi ele quem deu, dizendo-me: ‘Não voltarás de mãos vazias para junto de tua sogra!’ Então, Noemi assegurou a Rute: “Fica tranquila, minha filha, até saberes como terminará tudo isso; com certeza este homem não descansará enquanto não solucionar ainda hoje esta questão!” Boaz subiu à praça que ficava ao lado do portão da cidade e sentou-se ali. Coincidentemente, passava por ali o resgatador, aquele parente mais próximo que ele havia mencionado a Rute. Então Boaz o chamou: “Olá, meu amigo, chega aqui e assenta-te ao meu lado por um pouco!” O homem se aproximou e sentou-se. Boaz reuniu dez homens da cidade e também os convidou: “Sentai-vos aqui conosco!” E eles se sentaram. Então declarou ao homem que tinha primeiro o direito de resgate: “Noemi, aquela nossa parente que voltou dos campos de Moabe, quer vender a parte do terreno que pertencia a nosso irmão Elimeleque. Revolvi, portanto, informar-te o assunto, na presença de alguns representantes do povo, e sugerir-te que adquiras o terreno. Se desejares resgatar esta propriedade, resgata-a. Se não, rogo-te, responde para que fique esclarecido e seja do conhecimento de todos. Pois ninguém mais tem este direito de resgate a não ser tu, e depois de ti, eu!” Prontamente o homem retrucou: “Sim, eu quero exercer meu direito!” Contudo Boaz lhe preveniu: “No dia em que adquirires esse campo das mãos de Noemi, estarás igualmente recebendo Rute, a moabita, a mulher daquele que morreu, a fim de perpetuar o nome do falecido sobre seu patrimônio!” Então respondeu o que tinha o dever de resgate em primeiro lugar: “Assim não posso assumir o meu direito, pois estaria colocando em risco todos os meus bens e propriedades. Declino do meu direito a teu favor, podes exercer tu, meu direito de resgate, pois eu não posso fazê-lo!”Portanto, assim que o resgatador declarou a Boaz: “Adquire-a, pois, tu mesmo!”, tirou uma de suas sandálias. Então Boaz pôde anunciar aos líderes e a todas as demais pessoas do povo ali presentes: “Sois testemunhas neste dia de que comprei da mão de Noemi tudo o que pertencia a Elimeleque e tudo o que pertencia a Quiliom e a Malom; ao mesmo tempo adquiro por esposa Rute, a mulher moabita, viúva de Malom, a fim de perpetuar o nome do falecido sobre sua herança e para que o nome de Malom seja sempre lembrado no meio deste povo e na sua cidade natal. Disso sois testemunhas hoje!” E todo o povo concordaram dizendo: “Nós somos testemunhas! Então Boaz casou-se com Rute, e ela tornou-se sua esposa. O SENHOR os abençoou e Rute engravidou e deu à luz um filho. As mulheres comentaram com Noemi: “Bendito seja Yahweh que não te deixou sem alguém para te resgatar: que o nome do teu neto seja célebre em Israel! Este menino te abençoará com nova vida e te sustentará e consolará na velhice, porquanto é filho de tua querida nora, que muito te ama e que te é melhor do que sete filhos!” Noemi tomou o menino em seu colo e passou a cuidar dele como se lhe fora mãe. Assim que as mulheres da vizinhança viram o menino exclamaram: “Eis que Noemi tem um filho!” e lhe deram um nome chamando-o de Oved, Obede. Este foi o pai de Ishái, Jessé, que por sua vez, se tornou pai de David, Davi.” Queridos, somente creiam neste Deus glorioso! “Noemi tinha um parente por parte do seu marido, um homem rico e influente. Ele pertencia ao clã de Elimeleque, o esposo falecido de Noemi, e seu nome era Bôaz, Valente. Certo dia, Rute, a moabita, sugeriu a Noemi: “Permite que eu vá ao campo respigar, colher as espigas que caírem de algum segador generoso!” Ela concordou: “Vai, minha filha!” Então Rute partiu e começou a recolher as espigas que iam caindo e ficando para trás dos ceifeiros. Sem perceber adentrou à parte da plantação que pertencia a Boaz, que era da família de Elimeleque. Naquele exato momento, Boaz estava chegando de Belém e saudou os ceifeiros com a paz do SENHOR: “Que Yahweh esteja convosco!”, diante do que eles responderam: “Que Yahweh te abençoe!” Então Boaz indagou ao capataz dos ceifeiros: “A quem pertence aquela jovem?” E o servo, capataz dos ceifeiros, respondeu: “Esta jovem é moabita, que voltou com Noemi dos campos de Moabe. Ela me rogou que a deixasse caminhar atrás dos segadores, recolhendo as espigas que fossem caindo dos feixes de trigo. E assim ela está trabalhando desde bem cedo até agora e só parou um pouco sob o abrigo para recompor as forças. “Falou então Boaz a Rute: “Ouça com atenção minha filha, não vás respigar noutro campo, não te afastes daqui, mas fica na companhia das minhas servas. Observa o terreno que os homens estiverem ceifando e vá atrás deles. Eis que já ordenei aos rapazes que não te incomodem. Quando tiveres sede, vai procurar os cântaros e bebe da água que os meus servos trouxerem para saciar a sede dos trabalhadores. Diante destas palavras Rute, prostrando-se com o rosto rente ao chão, exclamou: “Por que encontrei favor a teus olhos, a ponto de o senhor se importar comigo, apenas uma estrangeira em tuas terras?” Em resposta Boaz lhe revelou: “Foi-me contado tudo o que fizeste por tua sogra desde que teu marido morreu, e como deixaste pai e mãe e tua terra natal para vires morar no meio de um povo que não conhecias bem. Que o SENHOR te retribua tudo o que fizeste e sejas ricamente recompensada por Yahweh, Deus de Israel, sob cujas asas de proteção vieste buscar refúgio!” Então Rute declarou a Boaz: “Possa eu continuar a ser tão bem acolhida assim, meu senhor! Tua atitude gentil e tuas palavras encorajadoras animaram esta tua serva, ainda que eu mereça menos do que uma de tuas servas!” Mais tarde, na hora da refeição, Boaz convidou Rute: “Vem cá, come deste pão e tempera teu bocado no vinagre.” Ela então se aproximou, sentou-se na companhia dos segadores e Boaz lhe ofereceu grãos tostados. Ela comeu até ficar satisfeita, e ainda sobrou. Quando Rute se levantou para seguir seu trabalho de coletar espigas, Boaz ordenou aos empregados: “Deixai-a respigar também entre os feixes e não a repreendeis. Ao contrário, quando estiverdes colhendo, separai algumas espigas dos feixes e deixai que caiam a fim de que ela possa recolher e não a censureis!” E assim Rute catou espigas no campo até o pôr-do-sol. Depois bateu e debulhou os grãos das espigas que havia ajuntado: cerca de um efa, mais de vinte e cinco quilos, de cevada. Rute carregou toda a cevada que havia conseguido e voltou para o povoado, e sua sogra observou o quanto ela tinha recolhido. Rute também entregou a sua sogra uma parte da comida que lhe sobrara no almoço. Então Noemi questionou-lhe: “Onde respigaste hoje, onde trabalhaste? Que Deus abençoe aquele que por ti teve consideração!” E Rute passou a contar a Noemi que havia trabalhado na plantação de um homem chamado Boaz. Ao que Noemi declarou: “Que Yahweh, o Eterno abençoe Boaz, porquanto é uma pessoa que não cessa de praticar atos de justiça e misericórdia para com os vivos e com os mortos!” E acrescentou: “Esse homem é nosso parente próximo, é um dos que têm sobre nós o direito de resgate.” E Rute, a moabita, continuou: “Pois ele, pessoalmente, me disse: “Fica com meus ceifeiros até que terminem toda a minha colheita!” Então Noemi aconselhou à sua nora Rute: “É bom, minha filha, que estejas na companhia das servas deste homem, pois em qualquer outra lavoura correrias o perigo de ser molestada!” Sendo assim, Rute permaneceu entre as servas de Boaz para catar espigas, até que se encerrasse a temporada das colheitas de cevada e de trigo. E continuou morando com sua sogra.”  Rute 2:1-23



📖UMA CONFIRMAÇÃO DE DEUS PARA ALGUÉM. O Senhor Jesus me deu este Salmo para eu postar hoje. ASSIM DIZ O SENHOR JESUS PARA ALGUÉM; “Defende-me, ó Deus, pois eu me abrigo em ti. Ao SENHOR declaro: “Tu és o meu Senhor; não tenho bem maior além de ti”. Quanto aos fiéis que há na terra, eles é que são os notáveis nos quais tenho todo o meu prazer. Muitos serão os sofrimentos dos que deixam o SENHOR e buscam outros deuses; eu não tomarei parte nos seus sacrifícios de sangue, e os meus lábios sequer mencionarão seus nomes. SENHOR, tu és a minha parte na herança e o meu cálice; és tu que garantes o meu futuro. As divisas das terras caíram para mim em lugares agradáveis; tenho uma maravilhosa herança! Darei louvores ao SENHOR, que me aconselha; na calada da noite o meu coração. Tenho sempre o SENHOR diante de mim. Com Ele à minha direita, não serei abalado. Essa é a razão da alegria que trago no coração e, no íntimo, exulto de prazer; e assim meu corpo repousará em paz, porque tu não me abandonarás nas profundezas da morte,
nem permitirás que o teu santo sofra decomposição. Tu me fizeste conhecer o caminho da vida, a plena felicidade da tua presença e o eterno prazer de estar na tua destra.” Salmos 1-11. Um salmo de Davi📖



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